Conforme prometido, aqui está o significado dos sinais de pista constantes da imagem anteriormente publicada.
Assim, na fila superior, da esquerda para a direita, temos "Mensagem escondida a 6 passos na direcção da seta", "Caminho a seguir com obstáculo", "Amigos" e "Virar à direita".
Na fila inferior, os sinais significam "Início de pista", "Separação, com 2 elementos por um lado e 3 pelo outro" e "Separação por patrulhas", correspondendo o desenho ao símbolo de cada patrulha, sendo possível distinguir o contorno de um morcego.
Estes e muitos outros sinais podem ser vistos e estudados no site do Corpo Nacional de Escutas ou livros relacionados com o Escutismo e são fáceis de aprender e utilizar em qualquer actividade como complemento a outras formas de orientação.
segunda-feira, novembro 07, 2005
Alerta - Documento Único Automóvel
Site da Direcção Geral de Viação
Lamentavelmente, por deficiências legais no diploma que o instituiu, a guia de substituição recebida pelos proprietários antes do documento defenitivo apenas substitui o Título de Registo de Propriedade, mas não o Livrete, pelo que só permite circular em Portugal devido à tolerância das autoridades, não sendo válida no estrangeiro.
Caso seja intenção sair para o estrangeiro com uma viatura apenas com a guia de substituição, aconselhamos contactar a Direcção Geral de Viação dado que, pelas informações recebidas, esta não é válida nas fronteiras dos restantes países, pelo que será de esperar que a entrada não seja autorizada.
Segundo o Correio da Manhã, a DGV prometeu para hoje, 2ª feira, uma solução para este problema que se arrasta desde a entrada em vigor do Documento Único Automóvel e tem causado graves prejuizos a diversas empresas de transporte internacional, impossibilitadas de utilizar veículos recentemente adquiridos.
domingo, novembro 06, 2005
Metade da área da Beira Interior ardeu nos últimos 25 anos
Segundo notícia do Portugal Diário, a área ardida na Beira Interior nos últimos 25 anos ultrapassa metade da área territorial desta região e, concretamente no distrito da Guarda, é de cerca de 508 mil hectares para uma área geográfica de 553 mil hectares de floresta ainda existente.
Esta é uma das conclusões das Jornadas Técnicas da URZE - Associação Florestal da Encosta da Serra da Estrela, que hoje decorreram em Seia sob o tema "Floresta, Ordenamento e Fogo: três factores comunicantes".
Segundo o documento aprovado ao princípio da noite, aquela situação tem conduzido a "numerosos impactos negativos, sendo os directos referentes à perda de produção (lenho, frutos, cogumelos) e indirectos, como o aumento da erosão do solo, alteração dos recursos hídricos, perturbações da fauna, aumento da poluição atmosférica e alteração da paisagem".
A diminuição e envelhecimento demográfico, com o consequente abandono de uma agricultura economicamente inviável, a que corresponde um aumento de área inculta, aliada à diminuição da quantidade de água disponível, são as causas principais para a ocorrência dos incêndios.
Conforme podemos apurar, o diagnóstico das causas estruturais é universal, pelo que as medidas a adoptar não podem ser apenas na área da prevenção e combate aos fogos florestais, sendo necessário ir mais longe e criar condições atractivas para que novos habitantes, sobretudo jovens activos, se fixem na região.
No entanto, e enquanto as medidas de fundo não são implementadas e começam a produzir efeito, existem soluções temporárias que é necessário colocar rapidamente no terreno, evitando que alterações mais profundas cheguem demasiado tarde.
Esta é uma das conclusões das Jornadas Técnicas da URZE - Associação Florestal da Encosta da Serra da Estrela, que hoje decorreram em Seia sob o tema "Floresta, Ordenamento e Fogo: três factores comunicantes".
Segundo o documento aprovado ao princípio da noite, aquela situação tem conduzido a "numerosos impactos negativos, sendo os directos referentes à perda de produção (lenho, frutos, cogumelos) e indirectos, como o aumento da erosão do solo, alteração dos recursos hídricos, perturbações da fauna, aumento da poluição atmosférica e alteração da paisagem".
A diminuição e envelhecimento demográfico, com o consequente abandono de uma agricultura economicamente inviável, a que corresponde um aumento de área inculta, aliada à diminuição da quantidade de água disponível, são as causas principais para a ocorrência dos incêndios.
Conforme podemos apurar, o diagnóstico das causas estruturais é universal, pelo que as medidas a adoptar não podem ser apenas na área da prevenção e combate aos fogos florestais, sendo necessário ir mais longe e criar condições atractivas para que novos habitantes, sobretudo jovens activos, se fixem na região.
No entanto, e enquanto as medidas de fundo não são implementadas e começam a produzir efeito, existem soluções temporárias que é necessário colocar rapidamente no terreno, evitando que alterações mais profundas cheguem demasiado tarde.
Turismo rural e prevenção dos fogos florestais
Para muitos, um percurso de vigilância feito sem outro propósito para além do de efectuar um trajecto pré-determinado, com atenção a um eventual aparecimento de um foco de incêndio, pode ser pouco estimulante e levar a um rápido desinteresse.
Como forma de o evitar, cada percurso pode ser complementado com vários desafios que, para além de estimularem a atenção, mantenham o interesse dos participantes e o desejo de efecturam novas actividades semelhantes.
Assim, o percurso a seguir pode ser transformado num jogo, onde sinais de pista, mensagens com coordenadas de pontos a descobrir, provas de perícia, transposição de obstáculos e muitos outros desafios, para além de manter e reforçar o propósito inicial de detectar focos de incêndios, transformem uma actividade que podia ser rotineira numa aventura diferente em cada dia.
As várias etapas poderão ser efectuadas por objectivos, com um obstáculo intemédio a ultrapassar, utilizando métodos de orientação diferentes ou terminando numa prova de avaliação.
Nesta proposta não há limites para a imaginação nem para o conjunto de meios que podem ser utilizados, sendo possível a realização de "workshops" de preparação ou sessões de formação prévias em conjunto com diversas entidades, que podem incluir desde a Cruz Vermelha aos Bombeiros, passando por escolas de todo o terreno ou de orientação, sempre com o objectivo de transmitir novos conhecimentos que possam ser aplicados e avaliados na etapa seguinte.
Obviamente, tal carece de organização, infraestruturas, planeamento prévio e alguma manutenção, mas constitui uma opção mais nas várias propostas de turismo rural e de aventura que actualmente se oferecem, com óbvias vantagens para os municípios que invistam na sua promoção.
Esperamos, no entanto, que os tecidos empresariais locais, especialmente aqueles que estão ligado à indústria hoteleira, possam aproveitar algumas destas sugestões e colaborar com entidades como a Protecção Civíl de cada município na organização de projectos deste tipo.
Pensamos que, com imaginação e uma promoção adequada, sem custos que não sejam reembolsáveis de forma directa ou indirecta, é possível aos municípios interessados aumentar as receitas turísticas enquanto protegem o seu próprio património natural.
Como forma de o evitar, cada percurso pode ser complementado com vários desafios que, para além de estimularem a atenção, mantenham o interesse dos participantes e o desejo de efecturam novas actividades semelhantes.
Assim, o percurso a seguir pode ser transformado num jogo, onde sinais de pista, mensagens com coordenadas de pontos a descobrir, provas de perícia, transposição de obstáculos e muitos outros desafios, para além de manter e reforçar o propósito inicial de detectar focos de incêndios, transformem uma actividade que podia ser rotineira numa aventura diferente em cada dia.
Trio de Série 3 numa floresta na Indonésia
As várias etapas poderão ser efectuadas por objectivos, com um obstáculo intemédio a ultrapassar, utilizando métodos de orientação diferentes ou terminando numa prova de avaliação.
Nesta proposta não há limites para a imaginação nem para o conjunto de meios que podem ser utilizados, sendo possível a realização de "workshops" de preparação ou sessões de formação prévias em conjunto com diversas entidades, que podem incluir desde a Cruz Vermelha aos Bombeiros, passando por escolas de todo o terreno ou de orientação, sempre com o objectivo de transmitir novos conhecimentos que possam ser aplicados e avaliados na etapa seguinte.
Obviamente, tal carece de organização, infraestruturas, planeamento prévio e alguma manutenção, mas constitui uma opção mais nas várias propostas de turismo rural e de aventura que actualmente se oferecem, com óbvias vantagens para os municípios que invistam na sua promoção.
Esperamos, no entanto, que os tecidos empresariais locais, especialmente aqueles que estão ligado à indústria hoteleira, possam aproveitar algumas destas sugestões e colaborar com entidades como a Protecção Civíl de cada município na organização de projectos deste tipo.
Pensamos que, com imaginação e uma promoção adequada, sem custos que não sejam reembolsáveis de forma directa ou indirecta, é possível aos municípios interessados aumentar as receitas turísticas enquanto protegem o seu próprio património natural.
sábado, novembro 05, 2005
Bombeiro da Lousã morre após 2 meses de internamento
100 anos de Bombeiros na Lousã
Não é altura de tecer comentários, apenas de manifestar o luto pela perda e a solidariedade a todos quantos com ele privaram, mas convém não esquecer que este bombeiro morreu em consequência dos ferimentos sofridos num fogo posto por um menor, com reconhecidas deficiências mentais, que já por 3 vezes fora anteriormente responsável por atear incêndios apenas para ver os bombeiros em acção.
Infelizmente, só após os graves ferimentos de que resultaram a morte deste bombeiro, as autoridades competentes tomaram a decisão de internar quem ateou os fogos, pelo que hoje nos podemos interrogar sobre as responsabilidades de cada uma das entidades envolvidas.
Actividades solidárias
Land Rover Série 2 numa floresta
Actualmente o turismo de aventura e os desportos chamados radicais estão cada vez mais em voga e começam a ter a preferência de um número crescente de praticantes oriundos dos mais diversos meios e profissões, que desejam uma actividade que faça esquecer o stress de uma intensa vida profissional enquanto enfrentam novos desafios e adquirem conhecimentos e valências que lhes poderão ser úteis no futuro.
As entidades que promovem estas actividades fazem-no tendencialmente com fins lucrativos, na sua maioria esquecendo as possíveis e desejáveis interligações com a área onde se efectuam as suas actividades, retirando assim dos programas uma desejável vertente de solidariedade social que seria benéfica para ambas as partes.
É exactamente neste aspecto que pretendemos introduzir uma diferença e tansformar programas de actividades com propósitos unicamente lúdicos em formas de intervenção sem que com isso diminua o interesse dos participantes, apelando a uma imaginação, inovação e criatividade que tem sido preterida em favor de um tradicionalismo cada vez mais desactualizado.
Por outro lado, o envolvimento em acções de solidariedade devidamente organizadas e certificadas, para além de pessoalmente compensadoras, pode ainda envolver benefícios fiscais para as entidades que as promovem e respectivos participantes, para além de proteger um património de que todos queremos continuar a usufruir.
Esta complementaridade entre lazer e serviço parece-nos ser inevitável num futuro a curto prazo, sobretudo num País em que, de ano para ano, as áreas disponíveis para os amantes da Natureza, e muito especialmente do todo o terreno, vão diminuindo enquanto o seu acesso tende a ser mais restrito, pelo que será vantajoso começar a equacionar esta nova realidade antes que seja demasiado tarde.
sexta-feira, novembro 04, 2005
Jogos de pista - 1ª parte
Para quem foi escuteiro, provavelmente estes sinais não são desconhecidos, embora alguns possam estar um pouco esquecidos.
Os jogos de pista, como actividade lúdica ou como complemento de um percurso de orientação, mesmo que nele sejam utilizados outros meios, são uma forma divertida de contactar a Natureza e solidificar o espírito de equipa ou patrulha.
A eles voltaremos brevemente, acrescentando o significado de cada um dos sinais apresentados, no entanto e caso alguém ainda se lembre ou queira tentar adivinhar, pode deixar uma mensagem nos comentários.
Os jogos de pista, como actividade lúdica ou como complemento de um percurso de orientação, mesmo que nele sejam utilizados outros meios, são uma forma divertida de contactar a Natureza e solidificar o espírito de equipa ou patrulha.
A eles voltaremos brevemente, acrescentando o significado de cada um dos sinais apresentados, no entanto e caso alguém ainda se lembre ou queira tentar adivinhar, pode deixar uma mensagem nos comentários.
Propostas de actividades
Já apresentamos aqui várias propostas como o Adopt-a-Trail ou actividades como o Geocaching, eventualmente em ligação com todo o terreno, tal como a esperiência realizada em conjunto com o Fórum Land Rover.
São várias as hipóteses de actividade capazes de se complementarem mutuamente e dar origem a um programa mais completo e enriquecerdor com uma importante vertente de intervenção social de que hoje o País tanto necessita.
Com algum trabalho e imaginação, que obriga a uma preparação prévia e à aquisição de diversas competências, é possível elaborar um programa, com duração de vários dias, que proporcione aos participantes não apenas uma aventura, mas também a aquisição de novos conhecimentos e valências que podem vir a ser úteis na sua vida profissional.
Sempre foi nosso propósito propor actividades de carácter multi-disciplinar que mobilizassem e entusiasmassem os participantes não apenas em função dos objectivos que nos orientam, mas também do lazer, da formação e das aventura proporcionadas.
A proposta que estudamos actualmente pretende conciliar, dentro das possbilidades existentes e de acordo com os objectivos de proteger a floresta, actividades tão variadas como a orientação, a descoberta, a condução todo-o-terreno e o contacto com a Natureza.
A quem tiver sugestões, ideias ou qualquer tipo de contributo, agradecemos que nos contacte através de correio electrónico ou coloque um comentários a seguir a este texto.
A todos, desde já, o nosso muito obrigado!
São várias as hipóteses de actividade capazes de se complementarem mutuamente e dar origem a um programa mais completo e enriquecerdor com uma importante vertente de intervenção social de que hoje o País tanto necessita.
Com algum trabalho e imaginação, que obriga a uma preparação prévia e à aquisição de diversas competências, é possível elaborar um programa, com duração de vários dias, que proporcione aos participantes não apenas uma aventura, mas também a aquisição de novos conhecimentos e valências que podem vir a ser úteis na sua vida profissional.
Sempre foi nosso propósito propor actividades de carácter multi-disciplinar que mobilizassem e entusiasmassem os participantes não apenas em função dos objectivos que nos orientam, mas também do lazer, da formação e das aventura proporcionadas.
A proposta que estudamos actualmente pretende conciliar, dentro das possbilidades existentes e de acordo com os objectivos de proteger a floresta, actividades tão variadas como a orientação, a descoberta, a condução todo-o-terreno e o contacto com a Natureza.
A quem tiver sugestões, ideias ou qualquer tipo de contributo, agradecemos que nos contacte através de correio electrónico ou coloque um comentários a seguir a este texto.
A todos, desde já, o nosso muito obrigado!
quinta-feira, novembro 03, 2005
Cintos de segurança em Séries - 6ª Parte
Suportes superiores de Defender
No entanto, para além da sua posição original, estas peças podem ser usadas como reforços no angulo da parte superior da caixa de carga, fornecendo também um ponto de fixação, embora numa posição diferente da inicialmente prevista.
Esta posição alternativa, utilizando o parafuso comprido e o espaçador, permite colocar o ponto de fixação do cinto alguns centímetros atrás do banco e a uma altura de 5 a 6 centímetros superior em relação à altura da divisória, o que pode ser suficiente para evitar um contacto com o banco.
Embora a instalação não seja tão fácil como a do modelo equivalente feito para os Série, a sua disponibilidade imediata em bom estado, o baixo preço a que se podem encontrar e a flexibilidade de posicionamento no veículo, tornam esta peça uma opção natural.
Aconselhamos uma pesquisa no EBay ou num fórum onde quem transformou um Defender com capota rígida num modelo com capota de lona pode ter estas peças sem uma utilização à vista e dispensá-las por um valor razoável.
Manual Haynes
Manual Haynes de Série 2A e 3 Diesel
Com uma colecção que abarca a maioria dos modelos, os manuais da Haynes são um clássico que pode ser adquirido em lojas da especialidade ou nas grandes livrarias "on-line" como a Amazon.
É de ter em atenção que, devido à sua especificidade, cada um destes manuais cobre um reduzido número de modelos, como por exemplo apenas as versões diesel ou gasolina, ou apenas as referentes a determinados anos de fabrico, pelo que é de ter um especial cuidado na sua encomenda.
Em certos casos, existem ainda revisões, pelo que uma edição mais recente pode apresentar diferenças em relação a uma mais antiga, concretamente a nível de equipamentos opcionais entretanto surgidos ou de alterações durante o próprio fabrico da viatura.
A título de exemplo, o manual da imagem apenas inclui os Série com motor Diesel de 2286 cc, começando no 2A até ao Série 3 revisão de fábrica C, mas não contempla o motor Diesel de 2.5 que foi utilizado por alguns modelos 109.
Por um preço módico, estes manuais são uma ajuda inestimável, pelo que em muitos casos, se pagam rapidamente, poupando ao seu proprietário várias idas à oficina.
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