Muitas vezes tem surgido a necessidade de encontrar pneus de medidas menos vulgares a um preço competitivo, e de uma pesquisa na Internet surgiu o site da Pneu City.
Este é um exemplo de uma empresa com base na Alemanha, onde os impostos são mais competitivos, e com uma implantação internacional, que sem dúvida permite a obtenção de preços mais vantajosos junto dos fornecedores e uma maior variedade e disponibilidade de modelos.
Os preços apresentados incluem impostos, entrega na morada do cliente e são aceites diversos meios de pagamento, entre os quais o cartão de crédito, para além de ser possível solicitar cotações para encomendas de quantidades elevadas.
Mesmo que a aquisição de pneus no estrangeiro pareça fora do comum ou não seja do agrado de todos, os valores constantes do site podem ser utilizados quer como referencial numa negociação com fornecedores nacionais, quer como forma de pesquisa dos vários modelos existentes.
terça-feira, novembro 15, 2005
O SNBPC criticado pelo próprio presidente
Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civíl
Este dirigente afirmou que continuam a haver dificuldades no SNBPC em "assumir integralmente o processo de fusão iniciado em Março de 2003", até porque "ainda não foi aprovado o quadro de pessoal do SNBPC", continuando o serviço a funcionar com os quadros do ex-SNB (Serviço Nacional de Bombeiros) e ex-SNPC (Serviço Nacional de Protecção Civil).
Mantém-se também entre os funcionários do SNBPC "a clara (mas indesejável) identificação de quem pertenceu a cada um dos organismos extintos", diz Manuel João Ribeiro, acrescentando que "não raras vezes este Serviço parece encontrar-se balcanizado, funcionando em ordem às suas respectivas unidades orgânicas e não como um todo uno e indivisível" e com dificuldades em coordenar acções de protecção civil.
Ainda segundo o mesmo responsável, "esta circunstância acarreta, com alguma frequência, o desenvolvimento de comportamentos competitivos, de cariz pouco saudável, por não contribuírem como mais-valias para a instituição, revelando-se, por vezes, como verdadeiros entraves ao normal desenvolvimento das actividades do Serviço".
Mas Manuel João Ribeiro vai ainda mais longe, e acusa alguns funcionários do SNBPC de funcionamento "descontraído", onde "a matriz se resume, quase em exclusivo, ao cumprimento mecânico de uma função", para além de ser patente naquele serviço "um elevado deficit de cultura organizacional interiorizada pelos trabalhadores do Serviço, com repercussões na própria actividade e, sobretudo, na produtividade".
Esta situação de conflitualidade que dura há anos, perante a indiferença dos Governos e especialmente do Ministério da Administração Interna, de que depende o SNBPC, tem prejudicado não só a actuação deste organismo mas, como reflexo, a das diversas entidades que dele dependem em termos funcionais ou orgânicos.
O facto destes factos serem agora revelados pelo próprio Presidente, que está no SNBPC há anos, primeiro como Vice-Presidente e agora como principal responsável, confirma as críticas e os alertas de diversas associações de Bombeiros bem como os problemas decorrentes da repescagem do Coordendor Gil Martins, para muitos um dos responsáveis pelo desastre de 2003 e um dos principais focos de contestação por parte de quem participou nas operações de socorro nos últimos anos.
Lamentavelmente, foi preciso mais um Verão de pesadelo para que fossem apontadas algumas das causas para a falta de operacionalidade do SNBPC de que resultará, quase certamente, a criação de uma nova Autoridade Nacional que tememos não venha a ser mais do que o mesmo com outro nome.
Como se costuma dizer, é preciso que algo mude para que tudo continue na mesma.
segunda-feira, novembro 14, 2005
SkypeIn
Embora ainda em fase de testes e sem operar em Portugal, o SkypeIn será um complemento interessante para quem queira prescindir de linha telefónia, mantendo um número que permita receber chamadas convencionais através do Skype.
O princípio é simple e baseia-se na atribuição de números de telefone, no máximo de 10 em países diferentes, a um utilizador de Skype, que receberá as chamadas no respectivo computador.
Assim, quem ligar para um destes números a partir de um telefone convencional, fará a ligação para uma central no próprio País, sendo esta encaminhada depois, via Internet, para o computador de destino a correr o software do Skype.
Com um custo trimestral de 10 euros ou anual de 30 euros e oferta de um serviço de "voice-mail" o SkypeIn permite a cada utilizador uma nova flexibilidade, com números de telefone virtuais em até 10 países à escolha de modo a receber chamadas nacionais por parte de quem o contacte a partir dos países onde tem um número reencaminhando a chamada para o destino.
Esperamos que quando estiver disponível em Portugal, país em que o sector de telecomunicações continua a praticar preços absurdos e onde a regulação continua ineficaz, possamos testá-lo e verificar se está ao nível dos restantes produtos desta interessante família que temos vindo a testar e utilizar.
O princípio é simple e baseia-se na atribuição de números de telefone, no máximo de 10 em países diferentes, a um utilizador de Skype, que receberá as chamadas no respectivo computador.
Assim, quem ligar para um destes números a partir de um telefone convencional, fará a ligação para uma central no próprio País, sendo esta encaminhada depois, via Internet, para o computador de destino a correr o software do Skype.
Com um custo trimestral de 10 euros ou anual de 30 euros e oferta de um serviço de "voice-mail" o SkypeIn permite a cada utilizador uma nova flexibilidade, com números de telefone virtuais em até 10 países à escolha de modo a receber chamadas nacionais por parte de quem o contacte a partir dos países onde tem um número reencaminhando a chamada para o destino.
Esperamos que quando estiver disponível em Portugal, país em que o sector de telecomunicações continua a praticar preços absurdos e onde a regulação continua ineficaz, possamos testá-lo e verificar se está ao nível dos restantes produtos desta interessante família que temos vindo a testar e utilizar.
Apresentado o relatório da Autoridade Nacional para os Incêndios Florestais
A Autoridade Nacional para os Incêndios Florestais 2005, dirigida pelo General Ferreira do Amaral e extinta no passado dia 31 de Outubro, apresentou o relatório referente aos incêndios deste ano onde constam fortes críticas à coordenação dos meios disponíveis bem como à capacidade de mobilização das corporações de Bombeiros.
No ano em que foram disponibilizados mais recursos, os resultados deste esforço são particulamente negativos, pelo que, como sempre insistimos, a um aumento de meios não corresponde necessariamente uma maior eficácia, sobretudo quando factores tão importantes como a prevenção e a formação continuam a ser negligenciados.
O mesmo relatório também responsabiliza as autarquias pela falta de prevenção e de controle de acessos a áreas protegidas, facto que é inegável, mas com o qual, aparentemente, ninguém se preocupa e aconselha a extinção da APIF, com a transição dos seus quadros e competências para a Direcção Geral dos Recursos Florestais, o que corresponde, na nossa opinião, a um erro estratégico que já comentamos.
Noutro ponto, é recomendada a criação de uma estrutura única de socorro, com comando centralizado, sendo provável que com o objectivo de propor a substituição do actual Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Cívil por uma Autoridade Nacional, eventualmente com poderes alargados, mas cujos meios, muito provavelmente serão os mesmos.
Após uma primeira análise do relatório, este aponta factores há muito conhecidos sem, efectivamente, propor algo de inovador que faça crer num aumento da eficácia nos próximos anos, pelo que esta Autoridade se despede sem glória no rescaldo de um País em chamas.
No ano em que foram disponibilizados mais recursos, os resultados deste esforço são particulamente negativos, pelo que, como sempre insistimos, a um aumento de meios não corresponde necessariamente uma maior eficácia, sobretudo quando factores tão importantes como a prevenção e a formação continuam a ser negligenciados.
O mesmo relatório também responsabiliza as autarquias pela falta de prevenção e de controle de acessos a áreas protegidas, facto que é inegável, mas com o qual, aparentemente, ninguém se preocupa e aconselha a extinção da APIF, com a transição dos seus quadros e competências para a Direcção Geral dos Recursos Florestais, o que corresponde, na nossa opinião, a um erro estratégico que já comentamos.
Noutro ponto, é recomendada a criação de uma estrutura única de socorro, com comando centralizado, sendo provável que com o objectivo de propor a substituição do actual Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Cívil por uma Autoridade Nacional, eventualmente com poderes alargados, mas cujos meios, muito provavelmente serão os mesmos.
Após uma primeira análise do relatório, este aponta factores há muito conhecidos sem, efectivamente, propor algo de inovador que faça crer num aumento da eficácia nos próximos anos, pelo que esta Autoridade se despede sem glória no rescaldo de um País em chamas.
domingo, novembro 13, 2005
Superwinch S4500 adquirido no Ebay - 1ª parte
Guincho Superwinch S4500 adquirido em 2ª mão
Embora conscientes de que os custos de envio são altos, no mínimo na ordem das 50 a 60 libras, o preço de alguns equipamentos é por vezes tentador, sobretudo se necessitarem de manutenção ou de pequenas reparações que os proprietários não pretendem realizar.
Dado que o nosso Série 3 SWB é um dos Land Rover mais leves, com um peso inferior a 1.5 toneladas, as exigências para um guincho vão mais no sentido da fiabilidade e do baixo peso do que da potência.
Quando surgiu a possibilidade de adquirir no Ebay inglês um Superwinch S4500 com o motor a necessitar de escovas, incluindo o cabo e o controle remoto, por uma trintena de libras, acabamos por cair na tentação de o adquirir, mesmo conscientes dos riscos e do custo do transporte para Portugal.
Se bem que 4.500 libras, ou pouco mais de 2 toneladas, fique ligeiramente abaixo do peso do Série 3 multiplicado por 1.5, portanto menos do que seria desejável, e longe de duas vezes o peso deste, o facto de ser uma marca conhecida e reputada acabou por nos convencer a licitar uma libra mais do que o valor base.
Este modelo já não se encontra no site americano, mas ainda pode ser visto no seu congénere inglês, tendo características semelhantes aos dos restantes modelos da mesma série, pelo que os manuais disponíveis para download ainda são utilizáveis.
Neste momento, o nosso "novo" guincho vem a caminho, sendo de prever que nos seja entregue no princípio da próxima semana, altura em que voltaremos a este assunto.
500 milhões de euros
Bombeiro em acção durante o Verão de 2005
O facto de este ano os prejuizos serem mais elevados deriva da melhor qualidade da madeira ardida, factor que começa a ser contabilizado para tornar este o Verão mais trágico nestes anos mais recentes, com a agravante de uma muito maior perda de vidas humanas do que em 2003.
Já por diversas vezes falamos na necessidade de fazer uma análise cuidada das áreas ardidas e da sua real importância e valor, evitando contabilizar da mesma forma mato a necessitar de ser desbravado, floresta ordenada com valor comercial ou zonas protegidas, impedindo assim a manipulação dos números de forma demagógica e irresponsável como tem acontecido.
Assim, apelamos a todos os interessados para que participem na discussão pública do plano proposto pela APIF, conforme sugerimos quando apresentamos as nossas sugestões resultantes do estudo dos incêndios ocorridos este ano.
Actualmente, decorre o período de discussão pública da Proposta Técnica de Plano Nacional de Defesa da Floresta contra Incêndios, conforme noticiamos, sendo da maior importância que todos os envolvidos ou interessados nesta problemática enviem o seu contributo em vez de se limitarem, no termo de mais um Verão, a lamentar o que não foi feito.
sábado, novembro 12, 2005
Proibição de uso de frequências rádio AM
Notícias recentes fazem crer que o uso de rádios exclusivamente AM será proibido na União Europeia a partir de 31 de Dezembro de 2006.
Surge, obviamente, a questão dos rádios capazes de operar em múltiplas bandas, bastante numerosos, bem como o que irá acontecer a quem adquiriu, registou e possui legalmente a capacidade de operar equipamentos exclusivamente AM.
Em diversos países europeus, quando uma disposição legal obriga à devolução para inutilização de equipamentos legalmente adquiridos, o Estado assume os prejuizos indeminizando os proprietários sempre que estes tenham cumprido integralmente toda a legislação aplicável e possam demonstrar o prejuizo através de factura de compra ou análise comparativa com os valores actuais de mercado.
Esta situação levará, quase certamente, ao fim da sua comercialização e à recolha e inutilização dos equipamentos existentes que operem unicamente em AM, esperando-se um comunicado oficial da ANACOM que esclareça em defenitivo esta situação.
Surge, obviamente, a questão dos rádios capazes de operar em múltiplas bandas, bastante numerosos, bem como o que irá acontecer a quem adquiriu, registou e possui legalmente a capacidade de operar equipamentos exclusivamente AM.
Em diversos países europeus, quando uma disposição legal obriga à devolução para inutilização de equipamentos legalmente adquiridos, o Estado assume os prejuizos indeminizando os proprietários sempre que estes tenham cumprido integralmente toda a legislação aplicável e possam demonstrar o prejuizo através de factura de compra ou análise comparativa com os valores actuais de mercado.
Esta situação levará, quase certamente, ao fim da sua comercialização e à recolha e inutilização dos equipamentos existentes que operem unicamente em AM, esperando-se um comunicado oficial da ANACOM que esclareça em defenitivo esta situação.
SkypeOut - 3ª parte
Registo de chamadas efectuadas via Skype
Ao contrário do Skype apenas por Internet, usando o SkypeOut notam-se as variações e alguns ruidos de fundo originários das centrais telefónicas convencionais, pelo que deixamos de ter o som inteiramente digital e sugeito a correcção de erros a que nos habituaramos mesmo em ligações internacionais.
Verifica-se a existência de oscilações e, pontualmente, de perdas de qualidade, chegando ao ponto de haver momentos em que a conversação se torna difícil, mas nunca uma chamada foi abaixo e a qualidade voltou a recuperar para níveis aceitáveis.
Mesmo com estes problemas técnicos, a qualidade das chamadas não foi inferior à que se obtém utilizando comunicações convencionais, sendo quase certo de que se devem a problemas nas linhas e não no envio de dados via Internet.
É, no entanto, quase indispensável manter devidamente actualizada a versão do programa instalada, já que verificamos algumas falhas, provavelmente devido a incompatibilidades, quando utilizando a última versão de Skype com outra instalada há vários meses.
No entanto, a grande vantagem do SkypeOut são os custos de comunicação a nível internacional, e será este o factor determinante numa eventual adesão ao serviço.
Nas experiências que fizemos, uma chamada para Inglaterra que durou 11 minutos e 40 segundos, e se pode ver registada no écran, custou apenas 20 cêntimos, algo que seria impensável utilizando um telefone convencional.
Este valor encontra-se muito próximo dos 1.7 cêntimos por minuto que é anunciado como preço global para um grande número de nações entre os quais a maioria se não todos os países europeus, mas também para os Estados Unidos, a China ou a Rússia.
Lamentavelmente, os países lusófonos, incluindo o Brasil, não estão ainda incluidos na extensa lista de países onde é possível beneficiar deste "flat rate", no entanto, e como exemplo, a ligação para a rede fixa no Brasil pode custar entre de 2.1 e 4.4 cêntimos.
A título de curiosidade, ligar para um telemóvel em Portugal custa 20 cêntimos por minuto, independentemente do operador, valor que será interessante comparar com os vários preços praticados pelas operadoras nacionais.
Em suma, um produto que vale a pena, sobretudo para quem necessitar de efectuar chamadas internacionais, onde será possível obter preços imbatíveis quando comparados com os praticados pelas companhias telefónicas convencionais.
sexta-feira, novembro 11, 2005
Circulação em áreas florestais
Um dos muito raros Florest Rover
Se bem que a proibição seja a solução mais fácil e politicamente mais vantajosa, conseguindo um certo apoio por parte de quem não possua veículos de todo o terreno e olhe os seus proprietários com desconfiança ou simples inveja, acaba por resultar ineficaz e desperdiçar um recurso importante na prevenção de incêndios florestais.
Sendo contra a proibição indescriminada, consideramos que a circulação livre e descontrolada também não será a melhor solução, dados os riscos que envolve não só de forma directa, mas devido ao clima de suspeição que levanta.
Assim, entendemos que será necessário atingir um ponto de equilíbrio que permita uma circulação de forma controlada, identificando as viaturas que transitem em áreas protegidas e daí extraindo o máximo de vantagens mútuas.
Uma solução possível será, por exemplo, a identificação do veículo e do seu responsável por uma entidade oficial, capaz de entregar uma credencial válida para o dia em questão, a qual terá no verso o mapa da área com vários trajectos possíveis, de entre os quais um será escolhido dentro de critérios de uma certa flexibilidade e acertada uma forma de comunicações em caso de emergência.
A importância de saber por onde vai circular o veículo, para além de uma responsabilização por parte do proprietário, deriva do facto de saber que existe uma presença na zona, a qual deverá avisar as entidades competentes em caso de ocorrências fora do normal.
Desta forma, como contrapartida pelo acesso a uma zona protegida, é prestado um serviço à comunidade, que vê o seu património vigiado, e permite redirecionar os sempre escassos meios disponíveis para os locais onde não esteja prevista a circulação de um veículo credenciado.
Dado que se trata de um assunto particularmente polémico, abordado em diversos fóruns e revistas, e sobre o qual sem dúvida haverá outras opiniões e perspectivas, a ele voltaremos em breve.
quinta-feira, novembro 10, 2005
SkypeOut - 2ª parte
Écran de Skype com "dial pad" activo
Seguidamente, é necessário entrar no programa e fazer o "login", bastando para tal digitar os identificadores recebidos e ir ao menu de "Help" onde é possível adquirir crédito para efectuar chamadas não gratuitas.
O sistema de pagamento prevê, para além dos cartões de crédito mais comuns, o recurso ao Paypal que muitos utilizadores do EBay utilizam em nos seus pagamentos, sendo o débito realizado directamente na moeda do utilizador.
É de ter em conta que para obter um crédito de 10 euros via Paypal, o total a pagar é de 11.50 euros, correspondendo às taxas e conversões derivadas do uso deste sistema de pagamento, enquanto na utilização de cartões de crédito pode haver encargos dependentes da entidade emissora.
Pagando com Paypal, pouco tempo depois deve ser recebida uma mensagem de confirmação, e surgir no écran do Skype a quantia disponível para efectuar chamadas, a qual poderá começar a ser utilizada de imediato, e que neste caso é de €9,76 após terem sido efectuadas duas chamadas internacionais.
Nesta altura, o menu de "Dial" também fica activo, demonstrando que já é possível contactar destinos que não recorram ao Skype nas suas comunicações e passa a ser possível acrescentar números telefónicos de SkypeOut à lista de contactos e não apenas identificadores de utilizadores de Skype.
No próximo texto, a publicar muito brevemente, relataremos as experiências feitas e os custos aproximados para chamadas internacionais que, no nosso caso, são maioritariamente para Inglaterra e para os Estados Unidos.
Subscrever:
Mensagens (Atom)








