quinta-feira, junho 29, 2006

Fórum de combustíveis alternativos


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Fórum de combustíveis alternativos NovaEnergia.Net

Com o gasóleo a incorporar 10% de biodiesel, medida anunciada de forma discreta dado que não houve uma revisão de preços que devia derivar da menor incorporação de combustível de origem fóssil, a discussão de fontes de energia alternativa ganha nova dimensão.

Para além das conhecidas questões relacionadas com a dependência energética ou o impacto ambiental derivado do cada vez maior consumo de combustíveis fósseis, o facto de estes existirem em quantidade finita vem lançar o alerta, agravado pelo contínuo aumento dos preços.

Torna-se, portanto, normal que muitos consumidores procurem alternativas que diminuam os custos com os combustíveis, para o que aconselhamos uma visita ao fórum da NovaEnergia.Net.

Neste espaço de debate podem-se encontrar não apenas os princípios teóricos, mas também uma troca de experiências entre utilizadores de combustíveis alternativos, bem como formas de abastecimento ou de produção.

Para quem procure uma alternativa aos actuais combustíveis, deixamos a sugestão de uma visita ao "site" da NovaEnergia.Net onde poderá ser encontrada muita informação útil.

Apagar o fogo com fogo


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O uso de contrafogos é comum nos Estados Unidos

Peridicamente o uso do contrafogo volta à discussão, relembrando que este método de combate aos incêndios foi dos mais utilizados há alguns anos atrás, numa época em que o País ardia menos e os recursos disponíveis eram muito menos do que os actualmente existentes.

Este método era usado com eficácia e frequência pelos Serviços Florestais até ao início da década de 80, e começa a regressar com suporte científico que vem sobrepor-se ao antigo empirismo.

Nos dias de hoje, o contrafogo caiu em desuso, em grande parte devido à falta cobertura legal, que levanta fundados receios a quem o utilizar, e ao facto de não haver praticamente ninguém habilitado para o executar.

"Contrafogo é uma linha de fogo criada pelo pessoal de combate para fazer frente ao incêndio", define, de forma simples, Aventino Costa, das antigas brigadas dos Serviços Florestais que passavam o Verão aquarteladas em plena floresta e usavam esta técnica como meio principal de combate.

"Usa-se muito menos vezes do que é necessário. É a única maneira de fazer frente a um incêndio ampliado, quando o ataque directo não é possível e os meios não são suficientes para circunscrever o fogo", observa Hermínio Botelho, da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, onde há duas décadas se investigam técnicas de fogo controlado e fogo técnico de supressão.

A utilização reduzida e não assumida explica-se pelo carácter vago da legislação, pelo receio de assumir responsabilidades e pela impreparação a nível técnico e táctico.

"Sendo certo que em muitas circunstâncias a utilização adequada desta técnica apresentava-se como um precioso instrumento, num elevado número de situações, ela não chegou a ser utilizada pelos bombeiros por receio", lê-se no relatório da Liga dos Bombeiros Portugueses sobre os fogos de 2003.

"A utilização anárquica e negligente da técnica do contrafogo, em especial por iniciativa de muitos populares, deu origem ao agravamento de muitas situações e pôs em risco bombeiros e equipamentos", confirma o relatório da LBP.

"A lei diz que se pode utilizar o fogo táctico, mas nada diz sobre a responsabilidade civil", ou seja, quem é responsável por danos quando se realize um contrafogo numa propriedade privada, exemplifica o especialista e formador em fogo controlado António Salgueiro.

Para além da questão técnica, que será ultrapassável com formação e através da experiência de quem no passado recorreu a esta técnica, será a questão da responsabilidade legal o factor que mais tem determinado a sua não utilização, já que as consequências, mesmo após um planeamento cuidado, podem ser algo imprevisíveis.

Neste dilema onde a opção entre queimar alguns hectares para salvar umas centenas continua diante dos responsáveis operacionais, faria todo o sentido que o Governo legislasse urgentemente de modo a permitir o recurso a uma técnica comprovada sem penalizar os decisores de forma injusta.

quarta-feira, junho 28, 2006

Mais alguma publicidade Land Rover


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Anúncios de Land Rover Série

Mais dois anúncios antigos, dos anos 50, onde o protagonista continua a ser o Série, então no seu longo apogeu.

É de notar a alusão ao preço, que seria considerado por muitos algo elevado, mas que se justifica plenamente pela durabilidade e resistência do veículo, muito para além de outros modelos da época.

Aliás, a avaliar pela quilometragem média e pela percentagem de Séries ainda a funcionar, facilmente se pode concluir que o investimento, se considerado a longo prazo, seria bem compensador.

Por esta razão, o número o Land Rovers em circulação a partir dos anos 50 foi aumentando de forma substancial, com poucos proprietários a vendê-los, pelo que a tarefa dos vendedores aparentava ser cada vez mais difícil.

Sabemos da existência de um livro com toda esta publicidade da Land Rover desta época, que actualmente se encontra esgotado e sem perspectivas de uma nova edição, mas que continuamos a procurar em livrarias "on-line" de todo o Mundo.

Mais 40 equipas de sapadores florestais em 2007


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Veículo todo o terreno de sapadores forestais

O secretário de Estado do Desenvolvimento Rural e das Florestas, Nobre Gonçalves, anunciou que em 2007 estarão no terreno mais 40 equipas de sapadores florestais, que se irão juntar às 172 existentes no país, noticia a Lusa.

"O Governo faz uma aposta clara na defesa da floresta contra incêndios. Temos de gerir e protegê-la de modo a torná-la mais resistente", afirmou Nobre Gonçalves na apresentação das primeiras 20 equipas, de associações de norte a sul do país, que iniciarão formação no último trimestre deste ano.

Até 30 de Outubro decorrem as candidaturas para a selecção das restantes 20 equipas, que integrarão o grupo das 40 que em 2007 começarão o trabalho no terreno.

Segundo o secretário de Estado do Desenvolvimento Rural e das Pescas, a intenção do Governo é criar 20 novas equipas de sapadores florestais por cada ano, o que representa um investimento anual de um milhão de euros.

De acordo com as novas competências, as equipas de sapadores ficam obrigadas a manterem-se em regime de disponibilidade total nos quatro meses de Verão que vão de Junho a Setembro, para o exercício das funções de prevenção, sensibilização, vigilância, primeira intervenção, rescaldo e vigilância pós incêndio.

Estas equipas, normalmente com 5 elementos e uma viatura todo o terreno, correspondem a um acréscimo de 200 sapadores a um total actual que rondará os 850 efectivos.

Devemos, no entanto, recordar que o Governo não tem vindo a cumprir contratos que estabeleceu com algumas entidades, de que pode resultar uma diminuição a nível das equipas que deveriam ser comparticipadas pelo Estado.

Assim, a notícia da criação de novas equipas quando as existentes não são pagas nos termos contratualizados, parece-nos estranha e um mero exercício de propaganda que virá apenas repor os efectivos que se vão perdendo pela falta de cumprimento por parte do Governo.

Portanto, neste enquadramento, o que deveria ser uma notícia positiva pode, na verdade, ser apenas uma manobra política de que não resultará uma efectiva melhoria na prevenção e combate aos incêndios, mas tão somente a substituição de equipas que por falta de verbas, deixam de operar.

terça-feira, junho 27, 2006

Um veículo para toda a família


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Anúncio de Série 2 da Land Rover canadiana

Os primeiros modelos de Land Rover eram normalmente associados a trabalhos duros, normalmente na agricultura ou na indústria, mas a necessidade de conquistar novos clientes levou a marcar a reorientar o seu esforço publicitário.

Sem renegar a dureza da sua actividade, foi acrescentada às tradicionais actividades algo que, para muitos, era ainda mais duro, como ir buscar as crianças à escola ou transportar a família e até como usar um atalho para chegar mais cedo a casa!

Por outro lado, também é mencionada a possibilidade de utilizar o Série como veículo de lazer para toda a família, transformando-o num decapotável, de modo a facilitar a aceitação por parte de quem considera este um modelo meramente utilitário.

A mensagem final é, essencialmente, que com um Land Rover, uma família numerosa não precisa de outro veículo excepto de outro Land Rover.

Desempregados na vigilância da floresta


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Anúncios de emprego num jornal

Os desempregados e os beneficiários do Rendimento Social de Inserção (RSI) poderão ser chamados a integrar, a partir de Julho, equipas de apoio à prevenção e vigilância de incendios florestais e da Floresta.

Um projecto de âmbito nacional, que envolve cerca de 2.500 pessoas, deu, em Braga, o primeiro passo, através de uma reunião de trabalho entre o Governo Civil e o Instituto de Emprego e Formação Profissional.

O Governador Civil de Braga, Fernando Moniz, falou num projecto "dinâmico" que pretende envolver os mais desfavorecidos em "acções úteis" em prol da Floresta, numa acção concertada com as autarquias, bombeiros, produtores florestais e comissões de baldios.

Serão, de resto, estas entidades a apresentar, candidaturas que visem a criação de grupos direccionadas a acções no domínio da prevenção e detecção de incêndios florestais, cujas tarefas passam, entre outras, por vigilância, limpezas, reparação de caminhos e criação de novos acessos florestais.

Segundo Fernando Moniz, as pessoas seleccionadas que recusem integrar as "equipas" poderão ver o seu subsídio suspenso.

Mesmo podendo parecer algo injusto a possibilidade de perder as prestações sociais, existe um óbvio dever de compensar o País pelo que este oferece em termos de subsídios aos mais necessitados, pelo que a participação em actividades de relevante interesse, como a prevenção de incêndios, deve ser considerada como irrecusável para quem tenha condições de participar neste tipo de acções.

O recurso a desempregados, bem como a quem estiver envolvido do programas de reinserção social ou a reclusos em regime aberto, deve ser explorado, sempre na perspectiva do interesse geral, mas dando aos participantes o acompanhamento e a formação necessária, de forma a que estes sejam efectivamente integrados em acções estruturadas e não usados como simples mão de obra barata facilmente dispensável após terem cumprido as respectivas missões.

Da forma como quem vier a ser selecionado for integrado, depende não só o sucesso da sua participação nesta acção, como os reflexos que tal terá para a sua vida futura e para reassumir o seu papel na sociedade, pelo que esperamos que esta experiência seja conduzida com o maior cuidado e respeito por todos, sem o que poderá, no fim, produzir resultados particularmente negativos.

segunda-feira, junho 26, 2006

Multímetro e transformador universal


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Multímetro e transformador universal

Um pequeno diagnóstico pode evitar reparações dispensiosas numa oficina a que corresponde normalmente a imobilização do veículo.

Para obviar a tal situação, é sempre útil numa caixa de ferramentas ter um equipamento que permita, pelo menos, verificar a existência de continuidade de condutores eléctricos ou quando estes estão em curto circuito.

Um pequeno multímetro, de baixo custo, serve perfeitamente aos mais curiosos e que tenham alguma vocação para a mecânica, como instrumento de detecção e falhas, permitindo, em caso de necessidade, transmitir uma descrição mais precisa a quem venha a efectuar a reparação.

Igualmente útil, será um transformador universal, regulável, que, ligado a uma fonte de alimentação de 220V, permita ligar vários tipos de equipamentos eléctricos.

Este modelo, que tal como o multímetro custa 4.99 euros, possui múltiplas fichas, de modo a poder ligar vários tipos de aparelhos e estará à venda no Lidl dentro de uma semana, dia 03 de Julho.

Desgaste e fadiga nas jantes - 3ª parte


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Exemplo de gráfico de fadiga de aço e alumínio

Conforme mencionamos anteriormente da utilização de jantes antigas resultam vários factores que podem, em larga medida, contribuir para fragilizar as jantes, e quando combinados, podem levar a uma fractura.

O primeiro, talvez o mais intuitivo, é a corrosão, derivada da oxidação do metal e que pode, com o tempo, reduzir a espessura do mesmo, diminuindo a resistência estrutural da peça.

Por esta razão, perdas de tinta ou de revestimento que deixem o metal à vista, exposto ao ar e à humidade, devem ser rapidamente reparadas, mesmo que provisoriamente, utilizando para tal uma tinta capaz de combater a ferrugem e dar algum isolamento.

Outro factor deriva do uso e do esforço que recai sobre as jantes, sobretudo quando exisetm impactos capazes de provocar micro-fissuras, muitas vezes difíceis de detectar.


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Jante de Série 3 em processo de decapagem

Para prevenir esta situação, as jantes devem ser lavadas e examinadas cuidadosamente após uma utilização mais intensa, de modo a que o seu estado não permita surpresas.

A existência de micro-fissuras, que acabam por gerar linhas de descontinuidade onde se vão acumular tensões, são um primeiro caminho para um colapso, mas serão agravadas se, por falta de atenção, for permitido que as zonas danificadas fiquem expostas aos elementos.

Da combinação entre fissuras e ferrugem resulta um perigo acrescido, de que podem resultar acidentes, sobretudo se as jantes concebidas para um dado modelo forem utilizadas noutro, com peso e velocidade superiores, o que resulta em maiores esforços, tensões e desgaste.

domingo, junho 25, 2006

Calculator de distancias para mapas


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Calculator de distancias para mapas

Embora os receptores de GPS, independentes ou associados a um PDA ou computador portátil, sejam cada vez mais acessíveis e populares, as cartas topográficas não deixam de ser essenciais e, em muitos casos, o único recurso possível.

Este pequeno dispositivo electrónico permite ler distâncias, fazendo no mapa o mesmo percurso que irá ser feito, de modo a obter uma estimativa realista.

As características principais deste modelo de calculador de distâncias são:

Fácil de utilizar, medindo distâncias exactas em quilómetros ou milhas
Bússula, calculador de distância e 2 baterias 1.5V (LR44)
Écran LCD e lanterna de leitura de mapas no escuro

Mesmo para quem, como nós, recorra normalmente aos GPS, não podemos deixar de aconselhar a aquisição deste instrumento que, por vezes, se encontra à venda no Lidl a um preço inferior ao de um único mapa militar.

Voluntários portuenses indignados com críticas


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Rui Rio cumprimenta bombeiros sapadores

Os Bombeiros Voluntários do Porto já efectuaram, desde o início deste mês, 70 serviços transferidos dos Sapadores, no âmbito do protocolo que a corporação assinou com a Câmara do Porto, passando a receber trabalhos que se destinavam à corporação de profissionais.

Esta medida procura libertar os Sapadores de determinadas operações encaixa-se na estratégia de redução de horários imposta pela autarquia portuense.

A opção da autarquia foi criticada pelo presidente da Associação Nacional de Bombeiros Profissionais (ANBP), Fernando Curto, que chegou a dizer que os voluntários não têm preparação técnica nem formação para substituir os sapadores.

Foram precisamente essas críticas que indignaram Carlos Bessa, comandante dos Voluntários do Porto, que recorda a extensa folha de serviços da corporação e lembra que, ao longo dos anos, sapadores e voluntários têm combatido, lado a lado, diversos sinistros.

"Não nos queremos intrometer nas questões entre os Sapadores e a Câmara, mas não podemos admitir que ofendam o trabalho de uma corporação que já tem 130 anos de vida", observou Carlos Bessa, que enviou uma missiva a Fernando Curto, dando conta do seu descontentamento.

"Acha que para lavar um pavimento, retirar um gato ou abrir uma porta é necessário um curso de formação?", questiona Bessa, na missiva, lembrando que é esse tipo de serviços que estão a ser transferidos para os voluntários.

"Os serviços estão a ser feitos dentro das nossas possibilidades", acrescentou, ao Jornal de Notícias, Carlos Bessa, que também escreveu à Liga de Bombeiros Portugueses e à Federação do Distrito do Porto, dando conta, também, da indignação da corporação.

Esta opção da Câmara Municipal do Porto tem, obviamente, uma intenção meramente economicista, e pode ter como objectivo a redução do número de sapadores, substituindo-os por voluntários, do que resulta um muito menor encargo para a edilidade.

No entanto, e no total, o número de bombeiros acaba por diminuir, o que em situações de maior pressão, como o período de maior incidência de fogos florestais, pode levar a uma problemática falta de efectivos.

Numa altura em que a profissionalização seria o caminho a seguir, parece-nos que a Câmara do Porto optou exactamente pelo oposto, facto tanto mais lamentável quando a edilidade, para festejar o feriado do município, não se coibiu de dispender largas somas numa celebração que se esgota no próprio dia.

Estamos certos de que, se fosse colocada à população a questão relativa onde preferia que esta verba fosse gasta, se em festejos ou em segurança, concretamente nos sapadores, a resposta seria no sentido da solução mais duradora e aquela que realmente garante os seus interesses no médio e longo prazo.