quinta-feira, fevereiro 16, 2006

Sistema de rastreio e segurança GlobalSat G5040M - 1ª parte


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Sistema GlobalSat G5040M

O sistema de rastreio e segurança para viaturas G5040M, desenvolvido pela GlobalSat, destina-se a permitir a localização, seguimento e a comunicação com veículos, implementando sistemas de localização via GPS e comunicação através de SMS.

O G5040M, que tem vindo a ser sucessivamente melhorado desde que foi apresentado, consiste de um equipamento para ser instalado na viatura, que inclui a unidade principal, com GPS e antena GSM, cabo de alimentação, sistema de mãos livres, comando infra-vermelho e écran de LCD, e de um módulo para o centro de controle, que consiste de "software", módulo GSM, antena GSM e cabo de alimentação e dados que liga ao PC via cabo série RS-232.

Este equipamento permite inúmeras aplicações, tendo sido concebido para operar em condições particularmente exigentes, enviando dados e aceitando comandos provenientes de uma central onde um computador pessoal com sistema operativo Windows e equipado com um modem GSM serve de estação base.

O computador pessoal multimédia deverá ter como características mínimas um processador Pentium 550 Mhz, 128 Mb de memória RAM, 2 Gb disponíveis em disco e uma placa gráfica com resolução 1024 x 768, necessitando do Microsoft Access para gerir a base de dados criada a partir dos dados recolhidos.

Particularmente interessante, é o facto de o G5040M incluir a possibilidade de controlar portas que podem activar ou desactivar sistemas eléctricos ou electrónicos, podendo, por exemplo desconectar o sistema de alimentação de combustível.

As características básicas, segundo o "site" do fabricante, são:

1. Sistema de mãos livres GSM de 2 vias.
2. Sistema automático de atendimento de chamadas.
3. Teclado Infra Vermelho para controle do equipamento e do sistema de chamadas.
4. Tecla de aviso automático do centro de controle para emergências.
5. Alarme e aviso via SMS para o centro de controle em caso de abertura não autorizada das portas.
6. Comunicação de dados via rede GSM.
7. Écran de transmissão de SMS com menus em inglês.
8. Sistema de verificação de posição automático ou periódico.
9. Obtenção e armazenamento de localização sobre um mapa.
10. Possibilidade de apresentar no mapa informação horária, posicional, velocidade e direcção.
11. Controle de mapas (zoom in, zoom out e divisão de écran).
12. Informação compatível com o formato Mapinfo.
13. Baixo consumo para a bateria do veículo.

Na 2ª parte, a publicar brevemente, serão descritas as restantes características, a nível de comunicações e sistema GPS, e analizaremos algumas das múltiplas possibilidades de utilização deste equipamento, que já propusemos a algumas entidades que operam na área da assistência ou da emergência.

quarta-feira, fevereiro 15, 2006

Publicidade da Google


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Site do "blog" do Google Ad-Sense

Ao longo deste ano, os custos relativos ao domínio, espaço em disco "on-line" para documentos, produtos para testar que permitam escrever artigos, entre outros, têm vindo a aumentar, pelo que optamos por colocar alguma publicidade não intrusiva da Google.

Mesmo sabendo que não equilibra as contas, esperamos que, com os "clicks" dos nossos leitores na publicidade apresentada, possamos vir a reduzir um pouco os custos que têm resultado desta aventura.

Portanto, sempre que passarem, lembrem-se dessa pequena ajuda que nos podem dar e de recomendar este "blog" aos vossos familiares, amigos ou colegas.

A todos, desde já, o nosso muito obrigado.

MeasureMap & Google


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MeasureMap agora integrado no Google

O sistema de verificação de audiências MeasureMap passou a fazer parte do Google, integrando agora uma cada vez maior família de sistemas de informação que se relacionam e interagem entre sí.

Para além de implementar diversos tipos de análise a nível de estatísticas, o MeasureMap inclui várias ferramentes que permitem a quem possui um "site", um "blog" ou qualquer outro tipo de presença na Internet, de estudar quem são os seus visitantes, de onde veem ou que tipo de pesquisa fizeram.

Com base nestas análises, será possível aumentar o tráfego e, sobretudo, ter uma maior consciência de como cada autor influencia o ciberespaço.

A quem necessitar deste tipo de informação, sugerimos uma visita ao "site" do MeasureMap e que procedam à inscrição, após que será enviada uma mensagem de confirmação, de modo a poder beneficiar deste produto agora integrado no "universo" Google.

Bombeiros não receberam despesas de fogos florestais de 2005


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Viatura dos Sapadores de Coimbra destruida

O Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil (SNBPC) ainda não ressarciu as associações e corpos de bombeiros das despesas relacionadas com o combate aos fogos florestais, denunciou ontem a Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP).

Segundo Rama da Silva, do conselho executivo da LBP, tratam-se de despesas relacionadas com a reparação de viaturas e com a reposição de equipamentos, por exemplo mangueiras e agulhetas, efectuadas no período alargado de fogos florestais do ano passado, correspondendo a uma verba entre 3 a 4.000.000 de euros.

"Estão a ser afectadas duas centenas de associações, que têm a receber uma média de 15 a 20.000 euros cada", explicou aquele dirigente.

As despesas relacionadas com os fogos florestais costumavam ser pagas pelo SNBPC nos meses de Outubro e Novembro, mas desta vez isso ainda não aconteceu, o que estará a afectar o fecho de contas e a pôr em causa a "sanidade financeira" das associações.

"Não há um calendário estabelecido para que o pagamento seja feito", disse Rama da Silva ao Correio da Manhã, lamentando que, além disso, "não há quem explique e assuma que não há dinheiro para pagar aos bombeiros".

Também ontem, o presidente do conselho executivo da LBP, Duarte Caldeira, criticou o Estado por "pagar tarde e a más horas" e por não haver "uma estratégia para a protecção e socorro em Portugal".

Para além de desmotivante, esta situação é também penalizante dado que é neste período que se prepara a próxima época dos incêndios, sendo que os meios perdidos deveriam ser repostos a tempo de utilizados em situações de treino.

Por outro lado, a aquisição de material específico pressupõe encomendas planeadas, prazos de entrega longos e um período de adaptação, sendo um processo mais moroso do que as vulgares compras a que podemos estar habituados.

Assim, do atraso no pagamento pode resultar uma diminuição da capacidade operacional que se refletirá no desempenho durante o próximo Verão, facto tanto mais grave quando se verifica que as políticas governamentais não seguem um rumo certo.

Este último aspecto é, sem dúvida, o mais grave e aquele de que poderão resultar consequências mais nefastas, seja pelo clima de desconfiança que se vive no sector do socorro, seja pelo adiar permanente de decisões, ou, simplesmente, pela falta de programas estruturados que envolvam a sociedade civil, da qual depende, em última análise, o êxito ou fracasso de qualquer política.

terça-feira, fevereiro 14, 2006

GPS diferencial invertido


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Esquema de funcionamento de DGPS móvel

Em termos práticos, a possibilidade de utilizar GPS convencionais, muitas vezes já existentes, com a precisão de um DGPS, que aqui descrevemos, pode ser uma solução interessante, sobretudo para rentabilizar os equipamentos disponíveis.

O método de funcionamento do DGPS invertido ou inverso, segue os mesmos princípios básicos que mencionamos no texto anterior, com algumas nuances devido às limitações dos GPS convencionais utilizados nesta solução.

Para quem tenha a necessidade de controlar diversos postos móveis com grande precisão, sobretudo se estes dispuserem de GPS convencionais, a inversão do processo pressupõe a existência de um sistema informático ou computacional e uma aplicação que efectue rapidamente os cálculos a nível central.

Neste ponto de controle, é feita continuamente a aferição entre os dados posicionais a sí referentes provenientes dos satélites, e a sua posição real, a qual é conhecida, obtendo desta forma o desvio para cada satélite em cada instante.

Assim, cada GPS móvel envia a posição onde julga encontrar-se para o sistema central, o qual introduz o factor de erro aferido no momento e corrige a posição do posto de onde é enviado, podendo reenviar o valor, já corrigido, de modo a que este receba a posição exacta onde se encontra.

Este processo pressupõe a existência de comunicações praticamente permanentes, mas dispensa os postos móveis de possuir um DGPS, bastando um GPS convencional, uma forma de enviar e receber dados e, eventualmente, uma aplicação que os disponibilize para a origem.

A possibilidade e a rentabilidade da utilização deste método depende de diversos factores, pelo que só face a situações concretas devidamente estudadas se poderá optar por ela, mas será mais aconselhável quando já existam GPS convencionais instalados ou quando o número de postos móveis for suficientemente tornar o custo de aquisição dos DGPS proibitiva.

Brevemente, iremos apresentar um equipamento que integra GPS com sistema de comunicações, o qual permite fazer o seguimento de viaturas através de uma consola onde são centralizadas as informações, mas que oferece muitas vantagens adicionais sobre os sistemas mais divulgados no mercado.

Estes textos sobre a utilização de DGPS deve-se ao facto de a LynxPT/IPRedes.Net estar a desenvolver um projecto de prevenção de fogos florestais com recurso a esta tecnologia, para o qual, eventualmente, poderão ser necessários testes em viaturas todo o terreno.

Desta forma, caso esta possibilidade se verifique, não quisemos deixar de dar uma pequena explicação sobre o funcionamento deste sistema ainda pouco conhecido em Portugal de modo a esclarecer e entusiasmar quem pretenda colaborar nesta iniciativa.

Reconversão dos Puma custa 25.000.000 de euros


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Helicóptero SA-330 Puma ao serviço da FAP

A reconversão dos 10 helicópteros SA-330 Puma da Força Aérea Portuguesa (FAP) para o combate a fogos florestais custará ao Estado mais de 25.000.000 de euros, um valor que está a ser levado em linha de conta pelo Ministério da Administração Interna (MAI), que ainda não decidiu se vai ser esse o destino das aeronaves ou se, pelo contrário, mantém o actual sistema de aluguer.

É que, além do investimento inicial para reconversão, a manutenção da frota está calculada anualmente em 6.500.000 de euros, correspondente a 3.500.000 para os chamados consumíveis e mais 3.000.000 para as manutenções programadas, que são obrigatórias para manter a segurança e operacionalidade das aeronaves.

Tendo em conta os elevados custos das modificações necessárias para usar este helicóptero como meio de combate aos incêndios, com uso de baldes, foi criado um grupo de trabalho envolvendo elementos do MAI e da Força Aérea, mas as conclusões do relatório, entregue em Janeiro mas ainda em estudo pela tutela, deixam cada vez mais afastado o cenário de reconversão dos Puma.

Sem pensar em termos de reconversão, os Puma poderão ainda ter uso no transporte de Grupos de Primeira Intervenção ou serem atribuidos ao GIPS da GNR, para o que não necessitam de alterações dispendiosas.

Este será, possivelmente, o destino destas aeronaves após terem sido substituidas pelos EH-101, já que dificilmente se poderá justificar tal investimento em helicópteros com esta idade, cujo custo de conversão é francamente elevado, mas cujas capacidades, em termos de transporte, são francamente conhecidas.

Deve, no entanto, ser equacionado o facto de existir um importante "know-how", em termos de pilotos e pessoal de manutenção, alguns "stocks" de peças e diversos equipamentos associados que devem ser rentabilizados, pelo que o abate puro e simples dos Puma parece um desperdício de recursos num País que necessita de melhorar os sistemas de prevenção e combate a incêndios.

Por outro lado, a existência destes meios confere ao Estado português uma maior capacidade negocial, evitando que fique em absoluto nas mãos de empresas de aluguer, e permita mais facilmente a operação de meios aéreos durante todo o ano.

Assim, é nossa opinião que os Puma não devem ser reconvertidos, mas deverão manter-se ao serviço do Serviço Nacional de Bombeiros e de Protecção Civil com funções de transporte de equipas de intervenção rápida e, eventualmente, apoio na evacuação de vítimas de acidentes, compensando assim a actual falta de meios para situações de emergência.

segunda-feira, fevereiro 13, 2006

GPS diferencial


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Satélite Navstar para sinal GPS

Temos vindo a abordar em diversos textos, já publicados, a utilização de GPS convencionais, sem recurso a sistemas de correcção de posição, dado serem estes os mais habituais entre os utilizadores deste tipo de equipamento.

Se, para a maioria das situações do dia a dia, a precisão de um GPS convencional, sem recurso a nenhum tipo de correcção ou compensação, é suficiente, para diversas aplicações científicas, pode ser necessário recorrer a outro tipo de técnicas de modo a reduzir a margem de erro.

O DGPS (Differential GPS) ou GPS diferencial é um sistema que proporciona aos receptores de GPS correcções aos dados recebidos dos satélites GPS, do que resulta uma muito maior precisão no cálculo da posição.

Resumidamente, o sistema de correcção funciona da seguinte maneira:

1. Uma estação base em terra, com coordenadas correctamente defenidas, escuta os satélites GPS.
2. Calcula a sua posição com base nos dados recebidos dos satélites.
3. Dado que a posicão está bem definida, calcula o erro entre a sua posição real e a calculada, estimando o erro de cada satélite.
4. Envia estas correcções ao receptor através de um meio de comunicação.

Existem varias formas de obter as correcções DGPS, sendo as mais usadas:

1. Recebidas por radio através de um canal preparado para o efeito, como o RDS numa emissora de FM.
2. Enviadas via Internet através de uma conexão sem fios.
3. Proporcionada por um sistema de satélites desenhado para este efeito. Nos Estados Unidos existe o WAAS, na Europa o EGNOS, e no Japão o MSAS, sendo todos compatíveis entre sí.

Para que as correcções do DGPS seja válidas, o receptor tem que estar relativamente perto de uma estação DGPS, obtendo asssim uma precisão que não deve afastar-se da posição real mais que 2 m. em latitude e longitude, portanto no plano horizontal, e 3 m. em altitude, ou seja, em termos verticais.

Existe um outro método para obter resultados semelhantes, o do DGPS inverso, que descreveremos muito proximamente, no qual são utilizados GPS convencionais em postos móveis, permitindo reaproveitar equipamentos já existentes.

Gmail fornece endereços electrónicos para domínios


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Logo do Google Mail

O Google Mail iniciou recentemente uma experiência que visa alojar endereços de correio electrónicos de domínios, do tipo @domínio.com, ou como os que usamos em @VeraoVerde.org, e não apenas aqueles que terminam em @gmail.com.

Este serviço, para o qual as inscrições estão abertas, destina-se a organizações com necessidade de multiplos endereços de correio electrónico, que podem ir desde Universidades a Clubes, passando por Instituições a operar nas mais diversas áreas.

Actualmente, um primeiro teste está a ser feito num "campus" universitário com um total de 10.000 endereços, e com base nos resultados poderá alargar-se a outros candidatos.

Na altura da inscrição, deve-se dar indicação do número de endereços, bem como dos motivos pelos quais pretende usar este serviço, e indicar qual o nome do domínio associado, o qual será verificado no sentido de apurar qual a área de actividade em que se insere.

Chamamos a atenção de que é necessário ter um domínio registado e alojado para poder beneficiar desta possibilidade, dado que o Gmail não procede ao registo de domínios.

Para esteja à frente de uma instituição e necessite de endereços de correio electrónico com a capacidade e características que o Google Mail oferece, mantendo o nome do domínio a eles associado, esta é uma oportunidade a aproveitar.

domingo, fevereiro 12, 2006

Comando de entrada de ar para Série


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Comando de entrada de ar para Série 3

Infelizmente, quando se parte a alavanca em plástico, a reparação do comando de entrada de ar nos Série 3 não é tarefa fácil, sobretudo se tivermos em atenção o facto de ser uma peça que pode estar sujeita a uma utilização por vezes abusiva, e nunca termos encontrado à venda apenas a parte plástica.

Resta, portanto, para conseguir uma solução duradoura, a substituição por uma peça nova que se pode adquirir no EBay por um valor a partir da meia dúzia de Libras, a que acresce transporte para Portugal, algo que é francamente compensador se verificarmos que em muitas lojas "on-line" inglesas custa algo perto de 30 Libras mais portes.

Presa apenas por alguns parafusos, a substituição não é morosa ou complexa, mas deve ser preparada com alguma antecedência, colocando durante os dois ou três dias que a antecedem a operação, um pouco de lubrificante WD40 nos parafusos a desapertar de modo a facilitar a remoção, o que nem sempre é fácil se ainda forem os de origem.

Aliás, sugerimos a quem possua um Land Rover, sobretudo um modelo antigo como o nosso Série 3, a manter no veículo um "spray" de WD40, dado que se tem revelado um dos items verdadeiramente indispensáveis na nossa mala de ferramentas e utilizado com uma frequência e numa multiplicidade de situações maior do que alguma vez esperamos.

Chamamos a atenção para a necessidade de verificar se após adicionar os custos de transporte, a aquisição é compensadora e para serem tomadas as devidas precauções, analizando o "feedback" do vendedor e utilizando meios de pagamento tão seguros quanto possível, pelo que sugerimos a leitura dos quatro textos sobre o Paypal que recentemente publicamos.

Resposta do Gabinete do Primeiro Ministro


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Vista aéra da residência oficial do Primeiro-Ministro

Recebemos na passada 6ª feira uma resposta do Primeiro Ministro, assinada pelo respectivo Chefe de Gabinete, na qual eram expressos os agradecimentos pelo conjunto de documentos enviados, com a informação de que seriam tomados em devida conta.

Tal como comentamos após termos recebido as respostas de outras entidades, para além da sempre bem vinda cortesia do agradecimento, é essencial que sejam adoptadas as medidas necessárias para evitar a repetição das trágicas situações dos anos anteriores.

Esperamos, brevemente, vir a receber não apenas agradecimentos, mas informações de que estão a decorrer as acções concretas que se impoem com urgência, de modo a que, dentro de poucos meses, não estejamos a lamentar mais um Verão de incêndios incontroláveis.