terça-feira, maio 30, 2006

Sobressalente no capot


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Suporte de sobressalente já instalado no capot

Há muito que tinhamos as peças necessárias para colocar o sobressalente sobre o capot e que consta de uma peça central ou suporte e de quatro borrachas que servem de suporte ao pneu, para além de acessórios de fixação.

Existem dois modelos disponíveis, um com tranca, que consiste numa peça ou "espigão" onde é colocado o típico cadeado, e que pode ser visto na fotografia, sendo que a outra variante não possui esta peça que também ajuda a alinhar a jante no suporte.

Estas peças são fáceis de instalar, bastando para tal fazer no capot os furos necessários para rebitar ou aparafusar, tendo o cuidado de escolher a posição correcta em termos de apoios, de modo a coincidirem com a vertical do pneu.

No nosso caso, optamos por colocar parafusos, dado que permitem a remoção mais fácil quando optarmos por pintar o capot, mas quem já tenha passado essa etapa poderá, com vantagem, usar rebites.

Chamamos a atenção para o facto de ser necessário ter em atenção que as borrachas têm que ficar na diagonal do suporte central e não em cruz, de modo a que fiquem à mesma altura, e que o "corte" no circulo da peça central fique na direcção da frente do veículo.

Também lembramos que devem ser feitos furos no capot alinhados com o local dos parafusos de fixação do sobressalente, tendo estes um pequeno orifício que permite colocar um "clip", de maneira a que só possam ser desaparafusados até uma certa altura, mas não retirados sem abrir o capot.

Sendo um opcional que se pode adquirir a baixo custo no Ebay inglês, cuja instalação, para além de fácil não deve demorar mais do que uma hora, este pode ser um conjunto interessante que quase se torna essencial para quem pratica todo o terreno e necessita de mais de um sobressalente.

segunda-feira, maio 29, 2006

Dia Mundial da Energia


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Combustível com 20% de biodiesel e 80% de gasóleo

Apesar da crescente dependência energética e do impacto que esta situação causa na balança comercial e no ambiente, as medidas governamentais para combater este problema continuam escassas e sem aplicação prática.

Para além da burocracia, que por diversas vezes fez perder investimentos a favor de Espanha, a carga fiscal que incide sobre equipamentos destinados ao uso de energias renováveis é superior à que incide, por exemplo, sobre o gás ou a electricidade.

Mesmo a recente incorporação de biodiesel no gasóleo, que se cifra nos 5%, peca por escassa dado que a percentagem pode ser aumentada até 20% para os motores mais recentes sem perigo para o seu funcionamento e fiabilidade.

Caso fosse implementada uma forma de justiça fiscal, deveria haver opção para os consumidores de adquirirem gasóleo com 5 ou 20%, pagando o Imposto Sobre Produtos Petrolíferos apenas sobre a parte de combustível derivada do petróleo, do que resultaria que, quem escolhesse uma mistura com maior percentagem de biodiesel, teria que pagar menos imposto.

O Dia Mundial da Energia devia, portanto, ser aproveitado para o governo anunciar medidas que incentivem a utilização de energias renováveis, utilizando programas estruturados, alterações fiscais e diminuição da burocracia, e para todos refletirmos sobre a necessidade de encontrar alternativas rápidas a combustíveis que, para além de poluentes e caros, em breve estarão esgotados.

Fica aqui o nosso apelo, a todos, para que escolham fontes de energia menos poluentes, obtidos a partir de energias renováveis, e que pressionem os nossos governantes no sentido de incentivar o uso de combustíveis alternativos.

Área ardida será reduzida nos próximos anos


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Incêndio florestal a 4 metros de um veículo

O ministro de Estado e da Administração Interna, António Costa, sustentou, em Lisboa, que é possível reduzir de forma significativa "as ignições e a área ardida" resultante dos incêndios florestais em Portugal.

"Sabemos que o problema dos incêndios é complexo, mas temos metas ambiciosas e dizemos "não" à renúncia ou ao conformismo. Podemos fazer bastante melhor, em comparação, por exemplo, com Espanha e França", acrescentou António Costa, que intervinha na sessão final do colóquio "Fogos Florestais: Desafios e Respostas", organizado pela Comissão Parlamentar Eventual para os Fogos Florestais.

Depois de referir que a reflexão sobre a questão dos incêndios "exige a convocatória de múltiplos saberes, da academia aos produtores florestais", António Costa realçou uma série de medidas governamentais executadas ou em fase de preparação para melhorar o combate aos fogos florestais.

O ministro da Administração Interna referiu, nomeadamente, a criação do Grupo de Intervenção de Protecção e Socorro (GIPS) na orgânica da Guarda Nacional Republicana para o combate de primeira intervenção aos fogos nascentes, através de equipas helitransportadas, que vêm reforçar as que já existiam em corporações de bombeiros e em associações de produtores florestais.

António Costa deu também ênfase à criação do Sistema Integrado de Operações de Protecção e Socorro (SIOPS), que é um conjunto de normas e procedimentos que asseguram que todos os agentes de Protecção Civil actuam, no plano operacional, articuladamente sob um comando único, sem prejuízo da respectiva dependência hierárquica e funcional.

Outra medida referida pelo ministro da Administração Interna foi a recente adjudicação do Sistema Integrado das Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP).

Utilizando tecnologia digital, o SIRESP estará instalado e a funcionar em todo o país dentro de três anos e meio, garantindo a possibilidade de todos os agentes do sector do socorro e da segurança comunicarem entre si, o que não é assegurado pelos actuais sistemas de rádio.

O técnico da Direcção-Geral dos Recursos Florestais, João Pinho apresentou um retrato dos fogos no colóquio parlamentar, que contou com a participação não só de deputados e governantes, mas também de agentes do sector dos Bombeiros e Protecção Civil e estudiosos do fenómeno dos incêndios.

"No Verão de 2003, Portugal assistiu à pior época de incêndios florestais de sempre. Vinte pessoas morreram em consequência directa dos fogos e quase 4.000 famílias foram directamente afectadas. A superfície ardida totalizou cerca de 420.000 hectares, valor quatro vezes superior à média dos dez anos anteriores, correspondendo a 8,5% da superfície arborizada, o que não teve paralelo nos países vizinhos, nem em qualquer outro país ocidental nas décadas mais recentes", adiantou João Pinho.

Sabemos, no entanto que o SIRESP irá demorar anos a estar operacional, com prioridade para as forças de segurança em detrimento dos bombeiros, que provavelmente só daqui a muito tempo estarão integrados neste sistema de comunicações.

Seria conveniente que, entretanto, se compatibilizassem meios, nomeadamente em termos de rádios e se instalasse uma base de comunicações digitais, mesmo que não encriptadas, que cobrissem todo os território nacional e permitissem uma forma, mesmo que rudimentar, de localização dos intervenientes.

No entanto, não é apenas com uma melhoria das comunicações, mas da coordenação operacional que se pode esperar uma melhoria significativa, pelo que o anúncio de um instrumento não pode ser equiparado à resolução de um problema prático para o qual a formação no uso destas novas ferramentas é essencial.

domingo, maio 28, 2006

Painel auxiliar para Série


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Diversas versões de painel auxiliar para Série 2/2A

Este opcional tem-se revelado raro e difícil de obter, atingindo por vezes valores algo absurdos e pouco de acordo com a sua real condição.

Felizmente, têm surgido réplicas de boa qualidade e que podem ser adquiridas com um, dois ou sem qualquer dos orifícios de 50 mm destinados a manometros adicionais ou a um relógio e para veículos de condução à direita ou à esquerda.

Com um preço de compra de 9.50 libras, sensivelmente equivalente a 14 euros, a que acrescem portes no Ebay inglês, esta é uma opção que poderá ser de ter em conta para quem deseje instalar um conjunto de manómetros adicionais ou simplesmente melhorar o interior por vezes detriorado de um Série.

Gasóleo passará a incorporar 5% de biodiesel


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Sistema de fabrico de biodiesel

O primeiro-ministro, José Sócrates, afirmou que, a partir de Junho, o gasóleo passará a incorporar 5% de biodiesel, no seguimento de uma medida prevista na legislação da União Europeia para defender o ambiente e reduzir a dependência energética.

Em declarações aos jornalistas, no final do debate mensal na Assembleia da República, José Sócrates declarou que a medida do Governo está enquadrada "na legislação da União Europeia", que visa "incentivar a utilização deste combustível" e "proteger o ambiente".

Segundo a revista AutoHoje, o Governo prepara-se para legislar no sentido de obrigar à incorporação em cada litro de gasóleo 5% de biodisel e que esta prática não provocará qualquer aumento do preço do gasóleo.

Embora parcialmente, a BP e a Repsol já estão a comercializar gasóleo que incorporou biodiesel nas fábricas de Alhandra e Torres Novas, sendo de prever que em breve a Galp lhes siga o exemplo.

No entanto, e de acordo com o Orçamento Geral de Estado, o Imposto sobre os Produtos Petrolíferos apenas devia incidir sobre a parte do combustível obtida a partir do petróleo, pelo que seria lógico assistir a uma ligeira descida de preço derivado do facto de o ISPP não dever incidir sobre a percentagem de biodiesel incorporada.

Assim, esperamos que esta medida se concretize e sejam prestados os devidos esclarecimentos, nomeadamente em termos fiscais, de modo a que esta medida não se traduza num abuso de legalidade duvidosa com o ISPP a incidir sobre produtos que não derivam do petróleo.

sábado, maio 27, 2006

Google, Picasa & Linux


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Écrans de Picasa para Linux

A Google disponibilizou uma versão do Picasa capaz de correr em Linux, testado num equipamento a correr Wine, sem recurso a emuladores ou outro "software" adicional.

Para quem não conhece, o Picasa é um "software" que permite encontrar, editar e organizar imagens num computador pessoal e integra-se com outros produtos da Google, sendo distribuido gratuitamente via Internet.

Mesmo para quem não necessite deste produto, a aposta da Google no Linux é para nós particularmente bem vinda, pois esperamos uma versão do Google Earth para este sistema operativo de modo a testar algumas soluções de orientação a baixo custo.

Jovens recebem 12 euros por dia para limpar a mata


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Jovens a percorrer um itinerário florestal

O distrito de Aveiro vai ter 600 jovens envolvidos na limpeza das matas e na sensibilização das populações, no âmbito do Programa de Voluntariado Jovem para as Florestas, do Instituto Português da Juventude (IPJ).

O anúncio foi feito numa conferência de imprensa no Governo Civil por Catarina Rodrigues, responsável da delegação do IPJ, na apresentação do programa para este ano, a que se podem candidatar autarquias e associações como entidades promotoras.

Os jovens voluntários, que terão de ter mais de 18 anos, recebem uma bolsa de 12 euros diários, terão um seguro de acidentes pessoais e formação geral e específica, mas não vão participar em acções de combate a incêndios por razões de segurança e operacionalidade, limitando a sua acção à prevenção, limpeza de matas e sensibilização de populações.

Filipe Neto Brandão, governador civil de Aveiro, sublinhou "a generosidade que os jovens emprestam ao que fazem" e a importância da "pedagogia cívica do programa" para a preservação da floresta.

António Ribeiro, o segundo comandante do Centro Distrital de Operações, considerou que é também uma oportunidade "para os jovens conhecerem a floresta por dentro", concluindo que "a limpeza e manutenção da floresta é um problema de gerações" pelo que a sensibilização tem de começar pelos jovens.

Sem mais detalhes, torna-se impossível avaliar a importância desta iniciativa, para além da sensibilização a nível dos próprios participantes, sobretudo tendo em conta a forma como acções semelhantes foram implementadas no passado.

No entanto, dividindo os participantes pelas semanas de actividade, teremos em permanência cerca de 50 jovens, desconhecendo-se detalhes organizativos e de logística, essenciais para o sucesso deste tipo de actividade.

A título de exemplo, sem que exista um sistema de transporte organizado, as áreas de actuação serão escassas e sempre na periferia das povoações, onde a prevenção é, efectivamente, protagonizada pelos próprios habitantes.

A própria "formação geral e específica" carece de ser explicada, para saber se estamos a falar de algo concreto, tecnicamente aprofundado e que será utilizado na prática, valorizando os formandos, ou das habituais sessões onde algumas ideias genéricas e do conhecimento de todos servem de base a divagações inúteis.

Sem enquadramento, meios de transporte e comunicações, não podemos falar de prevenção, quando muito de limpeza de algumas zonas selecionadas, resultando apenas numa forma de educar os participantes, sensibilizando-os para a problemática dos incêndios florestais.

sexta-feira, maio 26, 2006

10°Raid Todo-o-Terreno de Gouveia - Serra da Estrela


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Cartaz do 10°Raid Todo-o-Terreno de Gouveia

O 10º Raid de Gouveia é um passeio de todo o terreno turistico turístico desportivo destinado a veículos de quatro e duas rodas e que se realiza no próximo dia 10 de Junho de 2006.

Para além da prática de todo o terreno e do convívio que será proporcionado por esta actividade que decorre numa zona do País de grande beleza paisagística, existe uma vertente gastronómica que tem vindo a ganhar fama nesta região.

As inscrições, bem como informações complementares, podem ser realizadas no secretariado do 10º Raid de Gouveia, cuja morada é Apartado 60 6290-909 Gouveia, ou através do telefone/fax 238492891 e dos telemóveis 965402335 / 965156916 / 917001944.

Este "raid" conta com o apoio dos Bombeiros Voluntários de Gouveia, pelo que aqui deixamos o convite a quem se possa deslocar a esta cidade da Beira Alta e deseje conhecer esta zona serrana com tantos atractivos.

O fogo na comunicação social


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Um dos muitos incêndios transmitidos pela TV

A questão da transmissão de imagens de incêndios em quantidades excessivas e em directo tem sido várias vezes discutida, sobretudo na vertente em que estas podem contribuir para comportamentos criminosos.

Na verdade, não há respostas defenitivas mesmo para quem estudou o tema, como Rui Abrunhosa, docente da Universidade do Minho, que admite a insuficiência dos estudos, explicada pela "grande complexidade" do tema.

Para Rui Abrunhosa, que colaborou na investigação do perfil do incendiário iniciada em 1999, é pelas características detectadas nos indivíduos estudados que se percebe a sensibilidade do tema.

Estamos a falar de pessoas com elevados níveis de perturbações mentais, 58% da amostra, alcoolismo, também com 58%, maus tratos na família de origem, perto dos 46%, ou internamentos prévios à detenção que chega aos 23%.

"Atendendo ao perfil, são pessoas com dificuldades em entender a ilicitude dos actos e com elevada vulnerabilidade perante influências externas", explicou Rui Abrunhosa.

Depois de Cristina Soeiro, que coordena o estudo do perfil, ter alertado para a baixa incidência da piromania, entendida enquanto compulsão sem qualquer outra motivação, vários jornalistas questionaram a pertinência de se proporem mecanismos de auto-regulação, que sendo imposta poderá assumir contornos de censura à comunicação social.

Também para o inspector Carlos Farinha, da Polícia Judiciária, "temos poucos pirómanos, mas muitos incendiários", definidos como pessoas que pela sua conduta tipicamente negligente são responsáveis por grande parte dos incêndios.

Segundo este inspector, "o papel da comunicação social também é dizer que o país arde porque há condutas incorrectas", sendo portanto improvável que da transmissão de imagens resulte o aumento de fogos propositados, mesmo havendo uma óbvia tendência a considerar como de origem criminosa a maioria dos incêndios para os quais não se encontra outra causa.

Temos, no entanto, uma outra vertente que tem sido explorada da pior forma, a exposição sensacionalista das vítimas, sobretudo no respeitante a quem perdeu os seus haveres, de uma forma quase obscena que nada tem a ver com o dever de informar.

Existe uma manifesta e lamentável predisposição para passar até à exaustão imagens de quem chora, grita ou lamenta, das quais não se pode tirar nenhuma conclusão que aquelas que há muito conhecemos, e que são as trágicas consequências dos incêndios, mas que acabam por expor seres humanos, que merecem o nosso respeito e solidariedade, de forma pouco digna, instrumentalizados como meros factores de aumento de audiências.

Não consideramos que da transmissão de imagens de fogos resulte um aumento de incidências que justifique medidas restritivas, mas que toda a envolvência humana tem, forçosamente, que ser tratada com um cuidado e um respeito que até agora não se verificou, sob pena de multiplicar os traumas das vítimas, sacrificadas, quem sabe mais uma vez, a meros interesses económicos que nada têm a ver com o dever de informar e o direito de ser informado.

Igualmente grave, é a tendência para o esquecimento uma vez que se verifique que o filão dos incêndios e de todas as tragédias humanas que daí resultam deixam de garantir o nível de audiências pretendido, altura em que, encontrado um novo interesse que habitualmente coincide com o regresso das férias e o reinício da actividade política, os fogos que alimentaram os orgãos de comunicação social durante o Verão, subitamente desaparecem.

Sem recorrer a mecanismos de censura, e sabendo que a auto-regulação tem tendência a não funcionar quando as contrapartidas financeiras falam mais alto, a existência de uma entidade reguladora e de regras parece essencial para moralizar uma actividade cujo impacto social é por demais conhecido.

quinta-feira, maio 25, 2006

Já nas bancas o nº 11 da revista Land Portugal


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Capa do nº 11 da revista Land Portugal

Provavelmente quem a recebe via CTT ainda estará longe de ter uma, e se não a receber esta semana, provavelmente só depois da greve que está anunciada, mas para quem a adquire nas bancas já é possível obter uma cópia do nº 11 da revista Land Portugal.

Com artigos sobre os "nossos" Land Rover, bem como sobre encontros, mecânica, organização de passeios entre outros, esta é uma publicação que conquistou um lugar de referência entre os adeptos da marca.

Fica aqui esta sugestão de leitura a pensar no fim de semana que se aproxima e que esperamos coexista com os passeios a que o bom tempo convida.