quinta-feira, abril 20, 2006

Planos municipais contra o fogo não estarão prontos no Verão


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Igreja de São Pedro em Gouveia

A maioria das câmaras municipais não vai ter os seus planos de prevenção contra os incêndios florestais prontos este Verão.

Os documentos deveriam estar concluídos até ao final do ano passado, mas até hoje, apenas 81 autarquias os entregaram, pelo que o Governo prolongou o prazo e admite agora multar as câmaras que não cumprirem a lei.

Fernando Ruas, presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), diz que o Ministro da Agricultura não tinha outra alternativa senão prolongar o prazo para a apresentação dos planos que traçam as medidas para os municípios se protegerem do fogo e concorda que as câmaras que receberam apoio e não cumprirem a lei sejam multadas.

À Rádio TSF, o presidente da ANMP disse ainda que, por outro lado, há muitas câmaras que não estão a cumprir os prazos porque não lhes foram dadas condições por parte da Administração Central e que essas não devem ser autuadas.

"Candidataram-se para ter um gabinete técnico florestal e as suas candidaturas nem foram apreciadas. Não é possível punir sem dar os meios", afirmou o autarca, que lembra que nem todas as 308 câmaras estão em zonas de risco de incêndio elevado, argumento que não nos pareça uma justificação aceitável dada a facilidade com que os fogos se propagam para áreas antes consideradas de baixo risco.

A obrigação de elaborar planos municipais surgiu em Outubro e deveria ser cumprida até ao final de 2005, segundo as previsões do Governo.

No entanto, o prazo legal para esta obrigação só constará num futuro decreto lei, ainda hoje em apreciação no Parlamento, que corresponde a mais um atraso que se lamenta, pelas implicações que pode ter durante o próximo Verão.

"Depois de este ser aprovado e promulgado, dá 120 dias para as autarquias completarem os planos", explicou ao Diário de Notícias fonte do Ministério da Agricultura, o que implica não estarem prontos antes do Verão, sendo que após esta data, o Ministro admite multar os faltosos.

Brevemente voltaremos a esta questão, que tem uma extrema importância na defesa contra os incêndios em termos de prevenção e de medidas estruturais, sem as quais o combate será gravemente dificultado e poderemos assistir à repetição das lamentáveis situações de anos anteriores.

quarta-feira, abril 19, 2006

Mais 600 bombeiros sapadores nas florestas em 6 anos


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Equipa de sapadores florestais de Viseu

Nobre Gonçalves, secretário de Estado do Desenvolvimento Rural e Florestas anunciou ontem em Santo Tirso que o Governo pretende criar em seis anos 120 novas equipas de bombeiros sapadores, ao ritmo de 20 por ano.

Os bombeiros sapadores distinguem-se dos voluntários por terem um carácter profissional.

Em Portugal existem bombeiros sapadores em algumas empresas de grande dimensão e em algumas áreas delimitadas como parques naturais.

O secretário de Estado justificou que, por questões orçamentais, apenas será possível ir até às 20 unidades de sapadores, que terão cinco elementos cada uma.

A sua função será, ainda segundo Nobre Gonçalves, o trabalho de vigilância e de coordenação das primeiras intervenções em casos de incêndio.

Com tão baixo número, a que temos de descontar férias, dias de folga semanais, faltas pelos mais diversos motivos e escalas, estaremos perante uma situação semelhante ao GIPS da GNR, onde a um elevado custo não corresponderá, quase certamente, uma maior eficácia.

Assim, o esforço continuará a depender do voluntariado, o mesmo que hoje é esquecido e desprezado por um Governo que aposta em soluções para os quais não tem recursos económicos, enquadrados numa política de ordenamento do território inexistente e numa estrutura de prevenção e combate quase ao abandono.

Água micro-pulverizada no combate a incêndios


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Sistema portátil em acção

Várias corporações de bombeiros da região Centro assistiram na passada segunda-feira, na Lousã, à apresentação de uma nova tecnologia de extinção de incêndios, que funciona através do lançamento de água micro-pulverizada e espuma de ar comprimido, conforme anunciamos recentemente.

Os equipamentos foram apresentados no auditório do "Centro de Operações de Técnicas Florestais" e testados no aeródromo municipal, onde funciona um pólo do Centro de Formação da Escola Nacional de Bombeiros, num simulacro de incêndio.

"Trata-se de um equipamento de tecnologia aeroespacial com um sistema de espuma e água pulverizada, que permite uma primeira intervenção mais decisiva, eficaz e com menos recursos", conforme explicou Paulo Moreira, da Tecniquitel, distribuidora da tecnologia concebida pela empresa alemã AFT (Advanced Firefighting Technology GmbH).

Segundo este responsável, "o lançamento de água dividida em partículas adequadas forma um manto de vapor que sufoca as chamas e impede a entrada de oxigénio, extinguindo-as".

A tecnologia AFT está disponível através de unidades móveis de trazer às costas ou montadas sobre rodas, constituídas por um cilindro de ar comprimido, com um reservatório de água e espuma e uma pistola que permite ao utilizador direccionar o jacto a uma distância de 18 metros.

"Esta tecnologia produz água nebulizada ultrafina de distribuição concentrada, espuma ou espuma de ar comprimido, utilizando ponteiras especiais que criam uma área de superfície cerca de 50 vezes superior à água projectada por uma autobomba convencional, o que resulta num rápido arrefecimento devido à intensa absorção do calor", sublinhou Paulo Moreira.

Os sistemas da AFT são fabricados na Alemanha, incorporando, segundo o fabricante, "componentes de alta qualidade e precisão", e estão "aprovados e certificados por organismos europeus".

Como potenciais clientes do sistema, a AFT aponta "as equipas de primeira intervenção dos bombeiros, as Forças Armadas, petrolíferas, aeroportos e forças de segurança".

A mesma tecnologia tem capacidade para grandes incêndios, através de viaturas próprias, e pode também ser aplicada em helicópteros com um canhão de jacto superior a 70 metros, com débito de dez litros por segundo, conforme mencionamos quando apresentamos esta solução.

De acordo com Philippe Greffe, representante da AFT para a Europa do Sul, este sistema de extinção de incêndios já foi adoptado pelo Aeroporto de Basileia, na Suíça, Metro de Calcutá, Índia, autoridades portuárias de Singapura e pela principal estação de comboios de Frankfurt, na Alemanha.

Um simples sistema portátil, de trazer às costas, como da fotografia, com capacidade para nove litros, pode custar até 3.750 euros, dependendo das quantidades adquiridos, o que os coloca fora do alcance da maioria das corporações.

Esta tecnologia, pelo seu custo, parece estar mais vocacionada para sistemas de intervenção rápida, eventualmente montada em helicópteros, de modo a que a possam ser devidamente amortizados através de uma utilização intensiva em situações decisivas para as quais é necessário o máximo de mobilidade.

Falta, no entanto, saber os custos e métodos de recarregamento, incluindo equipamentos acessórios para o efeito, de modo a que a rapidez e eficácia de intervenção não seja penalizada por dificuldades em ter os sistemas novamente operacionais após a sua utilização.

Tal como acontece com outras tecnologias, cremos que brevemente o custo irá diminuir, tornando-se mais acessível, após o que podemos esperar alguma divulgação junto das corporações de bombeiros.

No entanto, a questão dos incêndios florestais é estrutural e a primazia devia ser dada ao ordenamento do território e à prevenção, pois quando se chega à fase do combate, independentemente do seu sucesso, já se sofreu uma derrota.

terça-feira, abril 18, 2006

Informações sobre o Shorland


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Land Rover Shorland em patrulha no deserto

Se bem que não seja um modelo comum entre os proprietários de Land Rover, o "Shorland" não deixa de pertencer à "família" e merece o devido destaque.

As imagens e informações não serão tão abundantes como as de modelos mais comuns, mas existe um "site" dedicado a reunir e manter informações acerca deste Land Rover blindado, que tantas vezes sentimos que seria o modelo mais adequado a circular nas nossas estradas.

Para além de imagens, história deste modelo e curiosidades, o "site" inclui os manuais de peças do "Shorland", pelo que algum enventual interessado neste modelo, poderá encontrar as informações necessárias à sua reconstrução e operação.

Fica aqui a ligação para o "site" deste fascinante Land Rover que teve a sua carreira entre nós junto da Guarda Nacional Republicana, onde equipou unidades de reconhecimento adstritas ao Regimento de Cavalaria e que mencionamos num texto publicado à alguns meses.

Crime e negligência nos fogos


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Incêndio florestal em 2005

Mais de metade dos incêndios florestais ocorridos em Portugal desde 2001 teve origem humana, criminosa ou negligente, segundo um relatório da Direcção-Geral dos Recursos Florestais (DGRF).

No ano passado, o segundo mais grave desde 1980, arderam 325.226 hectares de floresta, sendo o pior ano a seguir a 2003, com 425.706 hectares destruídos.

De acordo com a DGRF, bastaram 18 dias de maior calor no Verão passado para que ardessem 168.000 hectares de floresta, enquanto em 2003, 13 dias de temperaturas altas consumiram 299.000 hectares de floresta.

Os estudos da DGRF mostram que os incêndios que são atacados nos primeiros vinte minutos costumam não durar mais do que três horas, com consequências comparativamente menos graves do que aqueles onde o combate demora mais a começar.

O mesmo estudo diz que os grandes incêndios tendem a começar entre as 12:00 e as 16:00, hora de maior calor, embora alguns deflagrem a horas tão tardias como as 20:00, sendo que, em vários dias de Verão, se continuam a verificar temperaturas elevadas a esta hora, com o agravante de um vento mais forte que surge com as alterações térmicas resultantes do ocaso.

Na verdade, tal parece-nos pouco credível este número de incidências por razões criminosas, mesmo que por negligência, pelas razões que já apontamos, com uma tendência para apontar para alguma forma de intervenção humana sempre que não se encontra outro motivo evidente.

Tal justificação tem, obviamente, razões políticas e apenas tentam disfarçar os problemas estruturais que colocam Portugal no último lugar entre os países mediterrânicos em termos de capacidade de prevenir e extinguir incêndios florestais.

Apontando para causas humanas, passa-se um atestado de irresponsabilidade criminosa ao povo português, ilibando quem, tendo essa responsabilidade, nada fez de concreto para evitar uma situação que se repete anualmente.

segunda-feira, abril 17, 2006

Incêndio no Parque Nacional da Peneda-Gerês


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Imagem do Parque Nacional da Peneda-Gerês

Um fogo controlado no Parque Nacional da Peneda-Gerês, que serviria para limpar a mata e prevenir a próxima época de fogos, acabou num incêndio florestal, há cerca de um mês, avançou o jornal "Diário de Notícias".

Segundo o Diário, o assunto foi abafado por ser incómodo, mas já está a decorrer um inquérito interno.

Ao que tudo indica, o fogo terá tomado outras proporções devido a queimadas ilegais que os habitantes do parque terão tentado fazer, aproveitando o fogo controlado.

As chamas ficaram fora de controlo e terão atingido uma zona florestal entre a aldeia de Pitões das Júnias e Cariz, no norte do Concelho de Montalegre.

A prática do fogo controlado foi apresentada, este Inverno, pelo Ministro da Agricultura como uma medida para prevenir os incêndios de Verão, não obstante a posição de alguns ambientalistas, que discordam desta técnica, legislada desde 2004, porque consideram que também destrói o que está em regeneração.

Apesar da experiência de alguns corpos de bombeiros e da vinda a Portugal de especialistas americanos, parece que ainda existe alguma imprudência na utilização deste tipo de prática, a qual carece de uma vigilância extremamente apertada não apenas na área a queimar, mas numa faixa em redor, de modo a prevenir situações como as que se verificaram no único Parque Nacional existente no nosso País.

Ciclocomputador no Lidl


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Ciclocomputador no Lidl

O Lidl vai vender a partir de hoje, 2ª feira, um ciclocomputador, tão do agrado dos ciclistas, mas que alguns entusiastas do todo o terreno adaptam a outras funções, nomeadamente como substituto do muito mais caro "Tripmaster".

O principal problema de alguns destes ciclocomputadores, em abstracto, é a baixa velocidade máxima que tendem a suportar, o que sendo tolerável fora de estrada, pode ser limitativo quando se pretende continuar a usá-los a mais de 60 Km/h.

Embora com limitações relativamente aos seus "irmãos" mais dispendiosos e sofisticados, não quisemos deixar de mencionar este equipamento, cujas características principais são:

Indicador de temperatura
Velocidade (instântanea, média, tendência, comparação e máxima)
Cronómetro e relógio
Conta km (por viagem e total)
Arranque/paragem automática
Selecção Km/h ou MPh
Scan
LCD automático

O equipamento, de montagem fácil, funciona como uma pilha, que vem incluida, e tem 3 anos de garantia.

Para quem pratique ciclismo ou, simplesmente, queira este equipamento para outros fins, sugerimos que aproveite esta oportunidade, porque a um preço de 4.99 euros, deve ser difícil encontrar algo equivalente.

Quando tivermos ocasião de instalar o nosso, voltaremos a este assunto e, caso haja um novo modelo disponível, tentaremos avisar os nossos leitores com maior antecedência.

domingo, abril 16, 2006

Bombeiro morreu após rebentamento de bilha de oxigénio


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Fotografia tirada após a explosão no Cacém

Um bombeiro da corporação do Cacém, concelho de Sintra, morreu e outro ficou ferido quando rebentou uma bilha de oxigénio que estavam a encher, noticia a agência Lusa, citando fonte do Hospital Amadora-Sintra.

A explosão ocorreu cerca das 11:00 quando os dois homens dos Bombeiros Voluntários do Cacém estavam a encher uma bilha de oxigénio para a corporação de bombeiros de Belas.

"Parecia uma granada, daquelas que lançávamos na Guerra do Ultramar." Foi assim que Joaquim Nota, um morador de 65 anos, descreveu ao Correio da Manhã o estrondo que ontem de manhã deixou os Bombeiros Voluntários de Agualva-Cacém, Sintra, em estado de choque quando uma garrafa de ar comprimido rebentou quando estava a ser carregada, na parada do quartel, e provocou a morte ao bombeiro Henrique Lopes, de 48 anos, e ferimentos graves a outro, Manuel Antunes, de 57.

Segundo o comandante João Arrenega, nem todas as corporações de bombeiros dispõem de um compressor para carregar as garrafas, pelo que os bombeiros de Belas, em exercício, solicitaram um favor aos colegas de Agualva-Cacém.

Esta tarefa era atribuída, na maior parte das vezes, a Henrique Lopes, mas ontem, pelas 11h10, a garrafa rebentou, provocando a morte do operador e atingido nas pernas com estilhaços outro bombeiro.

Henrique Lopes e Manuel Antunes foram transportados para o Hospital Amadora-Sintra, mas o primeiro morreu minutos depois enquanto o segundo foi submetido a uma cirurgia.

"Um homem de 48 anos foi atingido na zona do abdómen mas, apesar das tenta tivas de reabilitação, acabou por morrer, e outro de 60 anos ficou ferido nas pernas", disse a mesma fonte.

De acordo com a fonte, o bombeiro ferido foi submetido a uma intervenção cirúrgica, encontrando-se livre de perigo, "mas que poderá ser sujeito a uma intervenção de recuperação de tecidos".

Apesar de comandar os bombeiros de Agualva-Cacém há apenas um ano, João Arrenega é bombeiro há 20 e não recorda casos semelhantes, não sendo de excluir uma deficiência na garrafa, tendo a Polícia Judiciária estado no local a recolher vestígios, após o que será aberto um inquérito para apurar as causas do acidente.

Gonçalo Silva, um bombeiro de 25 anos, chegou ao quartel e deparou-se com os colegas feridos no chão. "Não consigo recordar nada. São momentos em que tudo se torna branco e inexplicável", disse.

Ainda incrédulo com a morte do colega que, segundo disse, era "acima de tudo um bom bombeiro", criticou a falta de atenção do Governo para com os bombeiros. "Estamos num país onde se precisa mais de estádios do que equipamentos para as corporações, meios que podiam evitar falhas humanas".

A política de investimentos, nomeadamente em projectos de duvidoso interesse nacional, que determinam a falta de capacidade financeira para implementar um conjunto de medidas urgentes em várias áreas de actuação, resulta, em grande parte, da falta de consciência e de intervenção cívica que se vive em Portugal.

Infelizmente, verifica-se que não existe uma tradição de participação dos cidadãos nas decisões que mais os afectam, deixando aos vários Governos a possibilidade de, sem contestação, tomar decisões gravosas que podem afectar gerações futuras.

Se tomarmos como exemplo, embora mantendo as devidas distâncias, os acontecimentos que em França levaram a um recuo do Governo e ao abandono da controversa "Lei do Primeiro Emprego", facilmente se verifica até que ponto o povo português se alheia das grandes decisões, optando por um constante lamento enquanto vê o fruto das suas contribuições ser desbaratado.

Para além de lamentar este trágico acidente, deixamos aqui este apelo de participação cívica, de modo a que sejam evitadas decisões que a maioria contesta mas aceita.

Caixa de arrumação no Lidl


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Caixa de arrumação 5ª feira no Lidl

Por um valor de 39 euros, vai estar disponível a partir da próxima 5ª feira, no Lidl, uma caixa em polipropileno com capacidade de 265 litros.

A caixa é vendida desmontada e inclui rodas, pegas e um sistema que permite fechá-la através de um cadeado, não incluido, conforme se pode observar na foto ao lado.

Esta caixa plástica tem dimensões exteriores de 117 x 45 x 58 cm, sendo o comprimento correspondente a 46", e pode ser transportada na área de carga de um Série ou Defender.

Não queremos deixar de alertar para o facto de esta caixa ser mais larga do que a plataforma inferior devido ao contorno das cavas das rodas, pelo que só pode ser colocada sobre a zona das cavas ou no sentido do comprimento, excepto para quem tenha uma das poucas "High Capacity Pick Up" que existem entre nós.

No entanto, estamos certos de que o tradicional espírito inventivo de quem possui um Land Rover não deixará ficar mal quem opte por este sistema de transporte, que pode ser aparafusado na estrutura do veículo de modo a evitar deslocar-se com o movimento do veículo.

Para quem não tenha uma alternativa mais resistente e necessite de um local onde colocar algum equipamento, preferencialmente de pouco valor, seja no carro ou em casa, esta pode ser uma opção a ter em conta devido à excelente capacidade de armazenamento e ao preço razoável.

Páscoa Feliz


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Páscoa Feliz

Desejamos aos nossos leitores e amigos, e a todos quantos lhes são queridos, uma Páscoa Feliz.

Queremos, ainda, agradecer as visitas que têm feito a este espaço de reflexão e esperamos continuar a contar com todos neste empreendimento que visa lutar contra um dos maiores flagelos que atormenta o nosso País.

A todos, uma Páscoa Feliz!