terça-feira, junho 06, 2006

Chamas próximas de habitações


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Incêndio florestal no Verão de 2005

Três incêndios nos concelhos de Vieira do Minho, Barcelos e Sines continuam por circunscrever, de acordo com o site de incêndios florestais do Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil (SNBPC).

Dos três fogos, o que lavra em Fragoso, no concelho de Barcelos, distrito de Braga, é o que mobiliza mais meios, num total de 101 bombeiros, auxiliados por 28 viaturas.

O fogo, que lavra há mais de 24 horas, não está controlado ainda controlado, e, para ajudar no combate às chamas, foram pedidos reforços, estando a caminho cerca de de 60 elementos, vindos de Leiria e Coimbra.

Apesar de haver várias casas próximas das frentes de fogo, os bombeiros afirmam que "as casas e as pessoas não estão em perigo".

Em declarações aos jornalistas, o comandante dos Bombeiros de Barcelos afirma que o incêndio era "pequeno" quando a corporação chegou ao local, mas que foi crescendo durante a noite, chegando até a falar em "mão criminosa".

O vento forte que se faz sentir tem reacendido algumas frentes de fogo, sobretudo em áreas de eucaliptal,atrapalhando o trabalho dos bombeiros.

Em Morgável, no concelho de Sines, em Setúbal, um incêndio que deflagrou às 13:25 está a ser combatido por 47 bombeiros, auxiliados por 13 viaturas.

Em Anissó, no concelho de Vieira do Minho, em Braga, o fogo mobiliza apenas nove bombeiros, auxiliados por quatro viaturas.

O incêndio que hoje deflagrou na zona de Espinhaço de Cão, no concelho de Aljezur, já se encontra extinto, disse à Lusa fonte do Centro Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Faro.

Este fogo teve início às 09:40 e foi considerado extinto cerca das 13:00, após ter consumido uma "vasta de área de eucaliptos e pinheiros", e, em operações de rescaldo, mantêm-se no local 42 homens de seis corporações de bombeiros, apoiados por 11 veículos e um helicóptero do SNBPC.

Temos assistido a um crescendo em termos quer do número de incêndios, quer da sua gravidade, patente pela área queimada, com uma incidência de reacendimentos particularmente alta quando comparada com outros países europeus.

Aliás, várias das situações de maior gravidade derivam de reacendimentos, ocorridos após os incêndios terem sido dados como circunscritos, sendo que nestas situações é comum falar-se em mão criminosa como justificação de uma situação que devia ser devidamente acautelada.

Já nos pronunciamos sobre as contínuas alusões a acções criminosas e a forma como estas são utilizadas como desculpa para situações que derivam de trabalhos de rescaldo muitas vezes incompletos, facto só justificável em situações onde é necessário acorrer a situações de maior gravidade.

Seria, no entanto, útil que as forças de segurança mantivessem um perímetro onde fosse exercido algum controle, de modo a evitar situações reais de fogo posto, que sendo raras, sempre existem, mas sobretudo de modo a alertar os transeuntes para os comportamentos de risco que muitos persistem em adoptar.

segunda-feira, junho 05, 2006

O exemplo do abstencionismo


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Assembleia da República

O presidente da Assembleia queria marcar uma votação e convocou os vários líderes parlamentares para discutir a data.

Prudentemente, a 2ª e 6ª feira foram imediatamente eliminadas e nem sequer foram postas à consideração.

Seguidamente, pensou-se que 3ª ou 5ª talvez pudessem satisfazer a todos, mas logo se começou a ouvir um crescente burburinho na sala.

Nessa altura, o presidente da Assembleia sugeriu o que pensou muitos que queriam ouvir e, sorridente, colocou na mesa a hipótese da 4ª feira, imaginando que seria a mais consensual.

Eis quando, do fundo da sala, se ouve exclamar com indisfarçável pesar: “Mas logo 4ª feira, que estraga dois fins de semana?

Este é o triste retrato de uma situação que todos conhecemos, onde os adiamentos sucessivos são determinados pela conveniencia pessoal de uns poucos que, indiferentes à responsabilidade das suas funções, ignoram os deveres do cargo para o qual foram eleitos.

Para além dos atrasos legislativos e da falta de qualidade de muito do trabalho realizado, a regulamentação da legislação aprovada tende a demorar largos anos, durante os quais as leis não podem ser aplicadas.

Infelizmente, com o Mundial 2006, assitimos a uma recalendarização de actividades parlamentares de modo a que os deputados possam assistir às transmissões, evitando assim que as inevitáveis faltas causassem novo escândalo, mas sancionando uma situação de falta de rigor que envia a pior mensagem ao povo português.

Queda de parapente provoca incêndio na Serra do Marão


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Incêndio florestal reflectido na água

A queda de um parapente com motor na Serra do Marão causou hoje a morte do piloto, um cidadão luxemburguês de 53 anos, e originou um incêndio de grandes proporções que cortou o trânsito no Itinerário Principal 4 (IP-4), entre Pousada do Marão e Amarante.

De acordo com testemunhos recolhidos no local, pouco depois da queda do parapente, cerca das 10:40, o motor do engenho voador explodiu dando origem às chamas que por volta das 17:30 estavam a ser combatidas por 78 bombeiros, 21 viaturas e dois aviões.

Entretanto, 145 bombeiros e dois aviões continuam hoje à tarde a lutar contra um grande incêndio, iniciado sábado à tarde, em Vale da Galega, Águeda.

Um outro grande incêndio lavrava à mesma hora na Serra da Franqueira, no concelho de Barcelos, combatido por 52 bombeiros e 17 viaturas.

Também em Passarela, concelho de Gouveia, lavrou um incêndio florestal, que 45 bombeiros extinguiram.

Hoje à tarde foi também circunscrito um grande incêndio que lavrava desde sábado, na Comporta, Alcácer do Sal, Distrito de Setúbal.

Só este sábado, o Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil registou 190 incêndios e no total da última semana, 9.174 bombeiros combateram um total de 1.067 incêndios florestais, resultantes sobretudo das condições meteorológicas desfavoráveis.

Nestas alturas, antes da época onde todo o dispositivo estará operacional, nota-se a falta de uma maior disponibilidade de meios, facto que só uma profissionalização parcial poderá resolver.

Mas, mais importante, é patente que não foram adoptadas medidas de prevenção, sistemas de observação e capacidade de comunicações capazes de evitar ou, na pior das hipóteses, de limitar os danos e perigos causados por incêndios de grandes proporções.

Chamamos, mais uma vez, a atenção para o esforço realizado na zona da Arrábida e para os resultados obtidos, que implicam um muito menor dispêndio de verbas do que em zonas onde a problemática dos incêndios é encarada meramente a nível do combate.

domingo, junho 04, 2006

Parafusos e grampos de fixação para sobressalente


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Parafusos e grampos de fixação do sobressalente

Para além dos suportes, a colocação do sobressalente sobre o capot implica algumas peças adicionais, nomeadamente parafusos e grampos de fixação adequados.

Se bem que estas peças possam ser facilmente improvisadas, deve-se ter em atenção algumas especificidades do modelo original, de modo a não perder nenhuma das suas características.

Relativamente aos parafusos, é de notar que têm um pequeno orifício na parte inferior, de modo a poder colocar um "clip", evitando assim que sejam completamente removidos, permitindo assim retirar os grampos.

Para além da colocação de um "clip" ou de algo equivalente, propomos a adição de uma anilha, de modo a reforçar o sistema e impedir eventuais desaparecimentos.

Os grampos podem ser feitos a partir de uma barra de ferro, dobrada nos locais correctos, após o que devem ser furados no local do orifício para o parafuso, mas o baixo preço dos originais, se adquiridos em 2ª mão, pode dispensar este tipo de improvisação.

Incêndios na Guarda e em Santarém


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Bombeiro em acção no Verão de 2005

Dois grandes incêndios lavravam na tarde deste sábado, nos distritos da Guarda e de Santarém, com 70 bombeiros a combaterem as chamas, segundo o Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil.

Em Vila Nova de Tazem, concelho de Gouveia, as chamas lavram há várias horas, sendo combatidas por 44 bombeiros, enquanto no Casal do Sacramento, concelho de Torres Novas, 26 bombeiros combatem um incêndio há duas horas e meia.

A subida das temperaturas que se fez sentir nas duas últimas semanas, fez aumentar o número de incêndios florestais e, só na sexta-feira, registaram-se 161 incêndios florestais, que foram combatidos por 1.210 bombeiros e 310 viaturas.

Recorde-se que em 2005 os incêndios florestais destruíram 325.226 hectares em Portugal e que as situações de maior gravidade se verificaram quando as condições meteorológicas, tempo quente, baixa humidade e vento forte, foram mais desafvoráveis.

Quando esta combinação de factores se verifica, o combate, independentemente dos meios disponíveis, é extremamente difícil, razão pela qual continuamos a insistir no aumento do esforço de prevenção como única solução aceitável para este problema.

Infelizmente, contra todas as lições e experiências, a prevenção continua a ser descurada e os bons e raros exemplos que aqui temos vindo a referir, raramente são seguidos, mesmo quando os resultados demonstram que esta é a opção certa.

sábado, junho 03, 2006

Área protegida na Arrábida sempre vigiada


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Land Rover Defender numa floresta

Cerca de 30 pessoas por dia, entre forças de segurança, bombeiros e voluntários, vão vigiar em permanência a Paisagem Protegida da Arriba Fóssil da Costa de Caparica, durante a época de incêndios, que começa hoje e termina a 30 de Setembro.

Os meios foram apresentados, ontem, em conferência de imprensa, no âmbito do Plano de Prevenção e Vigilância de Incêndios Florestais - Operação Floresta Segura-Floresta Verde 2006.

"Os resultados obtidos nos últimos anos animam-nos. A redução da área ardida é visível. Desde que começámos, em 2000, passámos de 50.5 hectares para 1.5 em 2004, a maior parte mato sem grande significado", disse Henrique Carreiras, vereador do pelouro da Protecção Civil na Câmara de Almada, concelho onde no ano passado se registaram 117 fogos, mas cuja área ardida foi a menor do distrito de Setúbal.

"As ocorrências em média duraram 22 minutos", revelou António Godinho, comandante dos Bombeiros Voluntários de Cacilhas que adianta que cerca de seis equipas de combate a incêndios estarão prontas a intervir e, no terreno, haverá seis elementos com funções de patrulhamento e detecção de primeira intervenção.

O plano de prevenção incide sobre todo o concelho e, em especial, sobre os 560 hectares de área protegida, entre os Capuchos e a Fonte de Telha.

Além dos bombeiros, PSP e GNR e cerca de 10 voluntários vão ajudar, diariamente, a patrulhar a zona. Serão também distribuídos panfletos para sensibilizar os banhistas.

Henrique Carreiras enalteceu "o grande espírito de equipa que se conseguiu criar com esta iniciativa", lembrando a participação de escuteiros, clubes de todo-o-terreno, orientação e montanhismo e de privados, como o Hotel da Costa de Caparica, que vai oferecer refeições aos intervenientes nesta acção.

Esta colaboração entre bombeiros, forças de segurança, sociedade civil e tecido empresarial é de louvar e de apontar como exemplo do caminho a seguir.

A participação de uma unidade hoteleira, fornecendo refeições, deve ser especialmente focada, dado que corresponde a uma das propostas que temos vindo a fazer e esperamos ver alargada, com a inclusão de dormidas a preços especialmente reduzidos, de forma a mobilizar voluntários de outros pontos do País, algo que é essencial no caso de zonas do Interior mais desertificadas.

O papel da hotelaria, a par do restante tecido empresarial, é de importância vital tendo como contrapartidas a perservação da própria paisagem, essencial à sua actividade, e podendo ser compensada através publicidade que este tipo de colaboração sempre permite e por via fiscal, recorrendo à Lei do Mecenato, na sua vertente ambiental.

Bombeiros profissionais deverão existir em todos os municípios


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Auto-tanque dos Bombeiros de Vila de Rei em acção

Avaliar o índice de risco de cada concelho e, em função dessa classificação, impor a criação de meios profissionais de socorro será o princípio orientador da nova legislação sobre serviços municipais de protecção civil, que deverá estar preparada até final de Junho.

António Costa, ministro de Estado e da Administração Interna, entende que o Estado "deve impor um nível de serviços a assegurar", mas deixar aos municípios a possibilidade de escolherem o modelo adequado.

Recordando que actualmente já existem respostas muito diversas, que vão desde bombeiros municipais a corpos mistos, passando por associações de voluntários com pessoal profissionalizado, o governante explicou que a palavra decisiva será das autarquias.

Falando na sessão de encerramento do colóquio "Fogos florestais desafios e respostas", António Costa referiu a legislação que está a ser preparada como uma etapa essencial no esforço de profissionalização da estrutura iniciado este ano, com reforço da formação dos comandos e com a criação de uma unidade de socorro do Estado, no seio da GNR, o Grupo de Intervenção de Protecção e Socorro (GIPS).

Pegando nas conclusões de sucessivos estudos sobre o que falha no combate a fogos, António Costa enumerou o que foi feito em áreas como a coordenação de meios ou a sua qualificação para primeira intervenção.

O ministro reconheceu, contudo, que o sistema de informação e comunicação continua a ser um "ponto crítico" e admitiu a necessidade de melhorar a detecção e incorporar saber científico com vista a criar instrumentos de apoio à decisão.

Numa síntese dos trabalhos do colóquio, o deputado Miguel Veiga sublinhou o "consenso alargado sobre o que é preciso fazer", quer ao nível académico quer político, considerando ser "preciso aproveitá-lo para se abrir uma nova etapa".

Apesar da "ideia generalizada" de que este ano o país está melhor preparado para o combate, ficou o alerta de que "a floresta não mudou de um ano para outro e as condições estruturais mantêm-se".

Temos mantido que, sem por em causa a importância do voluntariado, deve haver um núcleo profissional e especializado, provido de equipamentos sofisticados e com o treino e experiência adequada às suas funções, capazes de constituir a base operacional da protecção civil a nível municipal.

Este núcleo profissional, para além de fornecer uma estrutura capaz de enquadrar e treinar os voluntários, permite um mínimo de disponibilidade permanente e a capacidade de responder a situações de emergência no menor tempo possível.

Esta perspectiva em nada diminui o papel do voluntariado, que estamos crentes continuará a fornecer a maioria dos participantes em operações de socorro e são um elo fundamental entre a sociedade civil e os elementos adstritos à sua protecção em situações de emergência, sendo o garante do empenho e do envolvimento de todos numa actividade que não pode ser deixada em exclusivo para o Estado e para os municípios.

sexta-feira, junho 02, 2006

Feira Nacional da Aventura começa hoje


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Cartaz da Feira Nacional da Aventura

Decorre a partir das 18:00 de hoje e até Domingo, mais uma edição da Feira Nacional da Aventura, com eventos ligados ao desporto, à ecologia e à natureza.

Esperam-se cerca de 20.000 visitantes para os 70 expositores e para as várias actividades que se podem praticar no Recinto de Feiras de Alcácer do Sal, local onde se realiza este evento após passagem pelo Montijo e por Alcochete.

A grande atracção desta adição será, o primeiro Mega Raid Aeroterrestre realizado em Portugal, que consiste numa concentração em Vendas Novas de veículos todo o terreno e quads, para daí seguir até Alcácer do Sal e que terá lugar já amanhã.

O trajecto do raid terrestre incluirá estradas secundárias, de modo a que os participantes fiquem a conhecer melhor esta região, com a primeira viatura a sair à passagem do primeiro avião, no que será o início da ligação aeroterrestre.

No Largo da Feira estão previstas diversas actividades, como descidas em slide, rappel, escalada, tiro com arco, balões de ar quente, air bungy e viagem de helicóptero.

Para quem tiver alguma disponibilidade este fim de semana e se interessar por todo o terreno ou desportos radicais, este é um evento a não perder.

O que irrita mais nos outros condutores?


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Mulheres a maquilharem-se ou homens a fazer a barba

As actividades que propomos implicam algumas deslocações de que decorre, inevitavelmente, algum tipo de interacção com outros condutores.

A Hagerty Insurance, uma companhia de seguros sedeada no Michigan, nos Estados Unidos, com uma carteira de 225.000 clientes e especializada em carros antigos e desportivos, fez um questionário aos seus clientes para saber quais são as atitudes mais irritantes dos condutores quando conduzem.

Os resultados obtidos, de acordo com a “ordem de irritação” provocada pelas várias atitudes propostas é:

1. Falar distraidamente ao telemóvel
2. Conduzir lentamente na faixa de esquerda
3. Condutores colados à traseira do carro da frente
4. Mudar constantemente de faixa para ganhar um ou dois lugares
5. Acelerar de propósito para impedi-lo de entrar na faixa deles
6. Mudar de faixas sem sinalizar
7. Condutores agressivos
8. Motociclistas que passam a alta velocidade entre os carros
9. Mulheres a maquilharem-se ou homens a fazer a barba
10.Condutores que se esquecem dos piscas ligados

Muitas outras atitudes consideradas irritantes nos ocorrem, algumas tipicamente lusitanas como o atirar algo pela janela, buzinar no meio de um engarrafamento ou circular com farois de nevoeiro ligados sem necessidade e desligados quando é preciso, mas esta será uma amostra do que não se deve fazer.

Se algum dos nossos leitores é adepto de uma destas práticas, aqui fica o aviso para o facto de poder não ser o condutor mais popular do Mundo.

Resposta a mensagens via "chat" no Gmail


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Respostas a mensagens agora via chat no Gmail

Para além do espaço que disponibiliza, o Google Mail tem introduzido várias inovações, sendo a mais conhecida a forma como agrupa as mensagens de uma mesma conversa.

Hoje surge mais uma inovação, a de responder a uma mensagem via "chat", surgindo para tal um botão novo, ao pé do "Reply" ou do "Forward", que permite usar o sistema de "instant messaging" ou de mensagem instantanea para a resposta.

Esta possibilidade é válida para os interloctores que estejam disponíveis na lista de "quick contacts" para "instant messaging", sendo que a nossa resposta surge integrada como um prolongamento da mensagem recebida.

Esta inovação, que vem esbater a fronteira entre mensagens e "chat", integrando-as numa única sequência, justifica pelo menos uma experiência, pelo que recordamos, mais uma vez, que dispomos de endereços de Gmail que cedemos a quem deles necessitar.