quinta-feira, novembro 10, 2005

Esguichos num Série - 1ª parte


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Detalhe de sistema de esguichos para Séries

Pode parecer absurdo, mas na Inspecção Periódica já me colocaram a questão de não possuir esguichos de água no Land Rover e consideraram tal como uma deficiência.

Logicamente, tal pode ser contestado quer através de uma reclamação no próprio Centro de Inspecções, quer para a DGV, no entanto a colocação de esguichos que ajudem a limpar o pó que se acumula quando se circula fora de estrada pode ser uma ideia a considerar.

O preço deste conjunto, adquirido em Inglaterra foi de uma quinzena de libras, já incluindo o transporte para Portugal, pelo que se trata de uma opção económica e que contribui para a segurança do veículo.

Para proceder à instalação, quando esta não exista de origem dado ser um opcional, é necessário adquirir um conjunto de peças que é visível na fotografia, incluindo o sistema de bomba eléctrica, que poderá ser ligado ao botão do limpa parabrisas, o reservatório para água e os terminais a colocar sobre o capot.


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Sistema de esguichos para Séries

Na imagem não colocamos os tubos em plástico transparente flexível com uma peça a servir de bifucação, que irá permitir distribuir a água pelos dois lados do parabrisas, por não passar de um vulgar tubo que pode ser adquirido em qualquer loja de materiais de bricolage.

Com excepção dos terminais, de onde sai a água e que são específicos para os Série, as restantes peças podem ser de diferentes marcas, desde que suportem a ligação ao sistema eléctrico do veículo onde vai ser instalado, não esquecendo que existem veículos de 12 e 24 volts.

quarta-feira, novembro 09, 2005

SkypeOut - 1ª parte


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Site do Skype

Mencionamos aqui o Skype como uma forma de comunicação via Internet, utilizando voz sobre IP, capaz de aliar o baixo custo a um som de qualidade normalmente superior à dos telefones convencionais.

No entanto, nem todos aqueles que pretendemos contactar utilizam o Skype, pelo que decidimos testar um complemento que este prevê capaz de ultrapassar este problema.

O conceito do SkypeOut é simples e eficaz, baseando-se numa rede de estações capazes de aceitar e encaminhar comunicações via Skype e, a partir destas, efectuar uma chamada telefónica convencional.

Assim, a comunicação segue via Internet até ao posto de comutação mais próximo do destino, utilizando os códigos de País e regionais como critério de selecção no encaminhamento, sendo a partir daí efectuada uma chamada local ou regional, de que resultam custos extremamente baixos quando comparados com uma chamada convencional.

Logicamente, e dado que existe o recurso a linhas e sistemas telefónicos convencionais através de operadores locais, o princípio de gratuicidade do Skype original não se pode aplicar neste caso, pelo que o SkypeOut funciona como um sistema pré-pago cujo funcionamento iremos detalhar no próximo texto.

Governo extingue a APIF


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Site da Agência para a Prevenção de Incêndios Florestais

Foi confirmado hoje pelo Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas que a Agência para a Prevenção do Incêndios Florestais, instituida em Abril de 2004 pelo Governo de Durão Barroso, será extinta no início de Dezembro, transitando as suas competências para a Direcção Geral dos Recursos Florestais.

Esta possibilidade já fora aqui mencionada, por denúncia da Câmara Municipal de Miranda do Corvo, e corresponde às orientações resultantes do Conselho de Ministros realizado a 29 de Outubro que também aqui noticiamos.

Embora a concentração e coordenação de recursos, sobretudo no actual quadro de crise orçamental, possa ser a justificação, a capacidade técnica e científica da APIF não tem tido, até hoje, equivalência na estrutura que a substitui.

Por outro lado, a gestão florestal, a única que depende efectivamente da Direcção Geral dos Recursos Florestais, é apenas uma das muitas vertentes que é necessário abordar para que a prevenção dos incêndios seja eficaz, sendo que de uma visão demasiadamente limitada resultarão efeitos trágicos.

Como conclusão, lamentamos esta decisão, que nos parece francamente errada, pois é necessário uma entidade abrangente, com capacidade de planeamento e direcção, capaz de coordenar e conciliar as várias políticas sectoriais de que depende uma luta eficaz contra os incêndios florestais.

Alterações no seguro automóvel


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Instituto de Seguros de Portugal

Segundo informações recebidas, uma recente alteração legislativa vai determinar que o seguro automóvel deixe de ser válido a partir da data em que houver pagamentos em falta, impondo às seguradoras a obrigatoriedade de um pré-aviso de 60 dias.

Estas novas regras entram em vigor já a 1 de Dezembro e acabam com o prazo de 60 dias sem pagamento após o vencimento para que o seguro fosse anulado.

A alteração, de que resulta, em termos práticos, a inexistência do seguro quando existam montantes em dívida, vem facilitar a determinação da validade ou não do seguro, dado que o processo resulta de forma automática do não pagamento

Por outro lado, virá aliviar os tribunais dos inúmeros processos devido ao não pagamento das apólices por parte de quem ainda delas usufruia por 60 dias até estas serem anuladas.

Juntamente com uma maior clareza no procedimento, esta medida também vem facilitar o trabalho das autoridades, que mais facilmente conseguem apurar da validade ou não do seguro de cada veículo.

Como pontos negativos, apenas lamentamos que não haja um período de transição, dadas as actuais dificuldades económicas que se vivem em Portugal, e uma maior divulgação de uma medida que, sendo justa, pode criar situações de ruptura.

Para quem estava habituado a pagar depois da data de vencimento constante do aviso, alertamos que este procedimento corresponde a circular sem seguro e terá consequências legais que devem, a todo o custo, ser evitadas.

Para mais esclarecimentos, aconselhamos os leitores a contactar a respectiva seguradora ou o Instituto de Seguros de Portugal, entidade que supervisiona o sector.

terça-feira, novembro 08, 2005

Site do Verão Verde novamente disponível


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Site do verão Verde

Após alguns dias com problemas, de que resultou a necessidade de o redirecionar para um espaço temporário num servidor da Netcabo, o site do Verão Verde voltou a estar operacional e no domínio correcto.

Esta situação obrigou a algumas alterações, sobretudo a nível de ligações, algumas das quais ficaram temporariamente indisponíveis embora fosse possível encontrar todo o conteúdo no site de "backup", que é uma cópia actualizada do site principal.

Pelos incómodos, a que somos completamente alheios, apresentamos as nossas desculpas.

Farol de trabalho - 1ª parte


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Farol de trabalho

Os modelos de faróis de trabalho disponíveis no mercado são inúmeros, com preços que variam desde a vintena de euros a valores quase absurdos a que normalmente não corresponde um aumento proporcional da qualidade.

No entanto, e porque em várias circunstâncias podem ser de grande utilidade, decidimos procurar um que fosse simultaneamente de qualidade e preço razoáveis.

Optamos por um dos modelos mais baratos, com a caixa e protecção em plástico ABS, suportes em metal, com interruptor na parte traseira e que nos custou pouco mais de 25 euros num leilão, incluindo os portes correspondentes ao envio a partir da Alemanha.


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Parte de trás do farol vendo-se o interuptor

O acesso ao interior, para efeitos de manutenção, é feito através de 3 parafusos, sendo todo o processo de desmontagem intuitivo mesmo para os menos experientes.

É de ter em atenção que a instalação destes faróis tem levantado cada vez mais problemas que com as autoridades, quer na apresentação dos veículos à Inspecção Periódica Obrigatória, sendo aconselhável escolher um modelo ou forma de fixação que permita uma remoção fácil.

Neste caso concreto, a remoção obriga a desaparafusar o único parafuso que prende o suporte rotativo à base que fica aparafusada no Land Rover, e optamos por colocar uma pequena ficha eléctrica com sistema de encaixe que permita uma desconexão rápida do circuito da viatura sem a necessidade de qualquer ferramenta.

No próximo texto falaremos da questão da instalação, mas entretanto aceitamos sugestões relativamente ao posicionamento do farol no nosso Série 3 SWB, presentemente com "hard-top", mas que deverá estar em versão "soft-top" durante o Verão.

segunda-feira, novembro 07, 2005

Jogos de pista - 2ª parte


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Sinais de pista

Conforme prometido, aqui está o significado dos sinais de pista constantes da imagem anteriormente publicada.

Assim, na fila superior, da esquerda para a direita, temos "Mensagem escondida a 6 passos na direcção da seta", "Caminho a seguir com obstáculo", "Amigos" e "Virar à direita".

Na fila inferior, os sinais significam "Início de pista", "Separação, com 2 elementos por um lado e 3 pelo outro" e "Separação por patrulhas", correspondendo o desenho ao símbolo de cada patrulha, sendo possível distinguir o contorno de um morcego.

Estes e muitos outros sinais podem ser vistos e estudados no site do Corpo Nacional de Escutas ou livros relacionados com o Escutismo e são fáceis de aprender e utilizar em qualquer actividade como complemento a outras formas de orientação.

Alerta - Documento Único Automóvel


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Site da Direcção Geral de Viação

Apresentado triunfalmente pelo actual Primeiro Ministro como a realização de algo quase impossível, o Documento Único Automóvel deverá oferecer uma maior segurança do que o antigo Livrete e Título de Registo de Propriedade que vem substituir e contribuir para diminuir a burocracia e os custos de emissão.

Lamentavelmente, por deficiências legais no diploma que o instituiu, a guia de substituição recebida pelos proprietários antes do documento defenitivo apenas substitui o Título de Registo de Propriedade, mas não o Livrete, pelo que só permite circular em Portugal devido à tolerância das autoridades, não sendo válida no estrangeiro.

Caso seja intenção sair para o estrangeiro com uma viatura apenas com a guia de substituição, aconselhamos contactar a Direcção Geral de Viação dado que, pelas informações recebidas, esta não é válida nas fronteiras dos restantes países, pelo que será de esperar que a entrada não seja autorizada.

Segundo o Correio da Manhã, a DGV prometeu para hoje, 2ª feira, uma solução para este problema que se arrasta desde a entrada em vigor do Documento Único Automóvel e tem causado graves prejuizos a diversas empresas de transporte internacional, impossibilitadas de utilizar veículos recentemente adquiridos.

domingo, novembro 06, 2005

Metade da área da Beira Interior ardeu nos últimos 25 anos


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Floresta queimada

Segundo notícia do Portugal Diário, a área ardida na Beira Interior nos últimos 25 anos ultrapassa metade da área territorial desta região e, concretamente no distrito da Guarda, é de cerca de 508 mil hectares para uma área geográfica de 553 mil hectares de floresta ainda existente.

Esta é uma das conclusões das Jornadas Técnicas da URZE - Associação Florestal da Encosta da Serra da Estrela, que hoje decorreram em Seia sob o tema "Floresta, Ordenamento e Fogo: três factores comunicantes".

Segundo o documento aprovado ao princípio da noite, aquela situação tem conduzido a "numerosos impactos negativos, sendo os directos referentes à perda de produção (lenho, frutos, cogumelos) e indirectos, como o aumento da erosão do solo, alteração dos recursos hídricos, perturbações da fauna, aumento da poluição atmosférica e alteração da paisagem".

A diminuição e envelhecimento demográfico, com o consequente abandono de uma agricultura economicamente inviável, a que corresponde um aumento de área inculta, aliada à diminuição da quantidade de água disponível, são as causas principais para a ocorrência dos incêndios.

Conforme podemos apurar, o diagnóstico das causas estruturais é universal, pelo que as medidas a adoptar não podem ser apenas na área da prevenção e combate aos fogos florestais, sendo necessário ir mais longe e criar condições atractivas para que novos habitantes, sobretudo jovens activos, se fixem na região.

No entanto, e enquanto as medidas de fundo não são implementadas e começam a produzir efeito, existem soluções temporárias que é necessário colocar rapidamente no terreno, evitando que alterações mais profundas cheguem demasiado tarde.

Turismo rural e prevenção dos fogos florestais


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Série 3 numa pista de lama

Para muitos, um percurso de vigilância feito sem outro propósito para além do de efectuar um trajecto pré-determinado, com atenção a um eventual aparecimento de um foco de incêndio, pode ser pouco estimulante e levar a um rápido desinteresse.

Como forma de o evitar, cada percurso pode ser complementado com vários desafios que, para além de estimularem a atenção, mantenham o interesse dos participantes e o desejo de efecturam novas actividades semelhantes.

Assim, o percurso a seguir pode ser transformado num jogo, onde sinais de pista, mensagens com coordenadas de pontos a descobrir, provas de perícia, transposição de obstáculos e muitos outros desafios, para além de manter e reforçar o propósito inicial de detectar focos de incêndios, transformem uma actividade que podia ser rotineira numa aventura diferente em cada dia.


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Trio de Série 3 numa floresta na Indonésia


As várias etapas poderão ser efectuadas por objectivos, com um obstáculo intemédio a ultrapassar, utilizando métodos de orientação diferentes ou terminando numa prova de avaliação.

Nesta proposta não há limites para a imaginação nem para o conjunto de meios que podem ser utilizados, sendo possível a realização de "workshops" de preparação ou sessões de formação prévias em conjunto com diversas entidades, que podem incluir desde a Cruz Vermelha aos Bombeiros, passando por escolas de todo o terreno ou de orientação, sempre com o objectivo de transmitir novos conhecimentos que possam ser aplicados e avaliados na etapa seguinte.

Obviamente, tal carece de organização, infraestruturas, planeamento prévio e alguma manutenção, mas constitui uma opção mais nas várias propostas de turismo rural e de aventura que actualmente se oferecem, com óbvias vantagens para os municípios que invistam na sua promoção.

Esperamos, no entanto, que os tecidos empresariais locais, especialmente aqueles que estão ligado à indústria hoteleira, possam aproveitar algumas destas sugestões e colaborar com entidades como a Protecção Civíl de cada município na organização de projectos deste tipo.

Pensamos que, com imaginação e uma promoção adequada, sem custos que não sejam reembolsáveis de forma directa ou indirecta, é possível aos municípios interessados aumentar as receitas turísticas enquanto protegem o seu próprio património natural.