O VerveEarth tem uma nova abordagem em termos de navegação, apresentando ligações espaciais e geográficas inovadoras que um motor de pesquisa comum nunca poderiam revelar.
No "site" do VerveEarth, podem-se incluir ligações para blogs, actualizar localizações, efectuar pesquisas, introduzir novas mensagens e construir uma visão pessoal do conteúdo da Internet.
Também é possível adicionar uma pequena aplicação do VerveEarth aos próprios "blogs" de modo a manter a informação RSS actualizada, e colocar sobre o mapa partilhado todo um conjunto de informação que será visível por todos quantos adiram a este sistema.
Esperamos que este projecto cresça e sejam implementadas novas funcionalidades, como a localização geográfica de grupos ou melhorias nos mapas e sejam corrigidos alguns dos pequenos erros de infância que ainda se notam.
Convidamos os nossos leitores a visitar o "site" do VerveEarth, ler as respostas às questões mais comuns ou FAQ e a enviar a sua opinião, de modo a que este projecto, ainda em fase inicial, seja feito à medida de todos.
quinta-feira, maio 08, 2008
Avaliar risco de suicídio - 2ª parte
O recurso a comprimidos é tipicamente feminino
Apesar de alguns estudos nesta área, não existe um acompanhamento efectivo e profissional de muitos dos que desempenham missões na área do socorro, os quais se deparam quase diariamente com situações limite, onde o sofrimento e a morte estão normalmente presente, agravados pelo um risco inerente ao desempenho da sua própria profissão.
Da falta de acompanhamento tem resultado um alarmante número de suicídios entre elementos das forças de segurança, mas no respeitante a quem trabalha na área do socorro, não obstante o risco atribuido a estes profissionais por especialistas internacionais, os números são desconhecidos, facto que tanto pode indicar que em Portugal, ao contrário do que se passa nos Estados Unidos, a incidência é baixa ou que, pura e simplesmente, é algo que não é devidamente contabilizado.
Manter ao serviço quem possa estar numa situação de depressão, mesmo que pouco evidente, levará a um agravamento do estado de saúde físico e mental, colocando em risco sério quem pretende continuar a dar aos outros o que já não chega para sí.
Mesmo admitindo que, numa fase inicial, a permanência numa missão de serviço dos outros pode ser positiva e recompensadora, cremos que, a médio prazo, se estará a pedir a alguém para dar mais do que pode dar, agravando a sua situação ao dar origem a mais um motivo de angústia resultante do temor de não correspender ao esperado.
Não pretendemos, logicamente, substituir um aconselhamento profissional, mas alertar para os riscos de suicídio acrescidos por parte de quem desempenha um conjunto de missões ou de profissões, dando algumas pistas sobre os factores que podem incrementar o nível de risco, de modo a que responsáveis ou supervisores, caso surjam alguns sinais de alerta, tomem rapidamente as necessárias decisões, protejendo quem possa estar numa situação de potencial perigo.
quarta-feira, maio 07, 2008
iPhone chega a Portugal via Vodafone
O iPhone já com as cores da Vodafone
Não será necessário descrever o iPhone em termos de características, já que este misto de telemóvel, de iPod e mesmo de PDA, capaz de correr diversas aplicações, algumas delas feitas à revelia ou mesmo contra a vontade da Apple, é um dos "gadgets" mais conhecidos da actualidade, mas convém lembrar que será de equacionar esperar para adquirir o modelo de 3ª geração, com capacidade de efectuar video-chamadas.
O acordo com a Vodafone vem permitir o uso do iPhone em território nacional sem recorrer a um dos vários processos de legalidade mais do que duvidosa que libertam o equipamento de um conjunto de restrições, mas podem resultas em graves inconvenientes, nomeadamente em termos de garantia de reparação.
Os nossos agradecimentos pela informação vão para o Vitor Sérgio (OzziWolf).
Novo Director-Nacional na Polícia Judiciária
A esperada substituição do Director-Nacional da Polícia Judiciária (PJ), Alípio Ribeiro, pelo coordenador-superior, Almeida Rodrigues, nos últimos anos subdirector nacional adjunto da directoria de Coimbra, merece um breve comentário, não obstante este não ser um dos temas centrais deste espaço.
Apontamos o exemplo da PJ para exemplificar como uma liderança inadequada, onde as falhas de comunicação, os sucessivos lapsos e a quebra da cadeia de comando e da própria solidariedade dentro da instituição podem ter efeitos negativos e comprometedores para a operacionalidade e o prestígio da mesma.
A escolha de Almeida Rodrigues, que começou a sua carreira profissional como agente, foi vencedor do concurso interno para coordenador-superior e protagonista de alguns dos maiores sucessos recentes a nível de investigação criminal, como a prisão de "El Solitário" ou do cabo Costa, pode surpreender alguns, dado tratar-se de um investigador criminal de carreira e não de um magistrado, mas surge como lógica a vários níveis.
Esta opção permitirá fazer reflectir o prestígio e a competência pessoal do novo Director-Nacional sobre a instituição e a objectividade subjacente à sua nomeação permite afastar suspeitas de clientelismo, favorecimento pessoal ou de influência a nível político-partidário e demonstrando, e talvez seja este o aspecto fundamental, que ainda é possível progredir desde as bases até ao topo de uma instituição pública por mérito próprio.
Fazemos votos para que Almeida Rodrigues, que há muito merece a nossa confiança e estima pelo esforço desenvolvido, restaure a confiança na investigação criminal, factor essencial para vencer o actual clima de insegurança, e devolva à PJ o prestígio que foi abalado com processos recentes, como o caso Maddie McCann, a violência relacionada com os negócios da noite no Porto ou a atentado junto do bar "O avião", acabando com a sensação de impunidade quando os crimes assumem contornos de maior complexidade.
Apontamos o exemplo da PJ para exemplificar como uma liderança inadequada, onde as falhas de comunicação, os sucessivos lapsos e a quebra da cadeia de comando e da própria solidariedade dentro da instituição podem ter efeitos negativos e comprometedores para a operacionalidade e o prestígio da mesma.
A escolha de Almeida Rodrigues, que começou a sua carreira profissional como agente, foi vencedor do concurso interno para coordenador-superior e protagonista de alguns dos maiores sucessos recentes a nível de investigação criminal, como a prisão de "El Solitário" ou do cabo Costa, pode surpreender alguns, dado tratar-se de um investigador criminal de carreira e não de um magistrado, mas surge como lógica a vários níveis.
Esta opção permitirá fazer reflectir o prestígio e a competência pessoal do novo Director-Nacional sobre a instituição e a objectividade subjacente à sua nomeação permite afastar suspeitas de clientelismo, favorecimento pessoal ou de influência a nível político-partidário e demonstrando, e talvez seja este o aspecto fundamental, que ainda é possível progredir desde as bases até ao topo de uma instituição pública por mérito próprio.
Fazemos votos para que Almeida Rodrigues, que há muito merece a nossa confiança e estima pelo esforço desenvolvido, restaure a confiança na investigação criminal, factor essencial para vencer o actual clima de insegurança, e devolva à PJ o prestígio que foi abalado com processos recentes, como o caso Maddie McCann, a violência relacionada com os negócios da noite no Porto ou a atentado junto do bar "O avião", acabando com a sensação de impunidade quando os crimes assumem contornos de maior complexidade.
terça-feira, maio 06, 2008
Petição contra o "Acordo Ortográfico" da língua portuguesa
Com o apoio de vários políticos, escritores, entre outros, está a decorrer uma petição contra a implementação do "Acordo Ortográfico" da língua portuguesa, no qual é revista parte da ortografia utilizada em Portugal.
Este acordo vem, basicamente, institucionalizar a ortografia tal como é usada no Brasil como a forma correcta de escrita para todos os países que usam a língua portuguesa, acabando com um conjunto de particularidades que, em muitos casos, correspondem à própria pronúncia das palavras em Portugal e em diversos países africanos.
Para além dos erros que constam do documento, contrariando a prática e a pronúncia, é a própria herança cultural que está em causa, não contribuindo esta revisão para qualquer propósito válido, como a diminuição do analfabetismo.
Em termos económicos, este acordo vem, essencialmente, permitir aos editores brasileiros colocar os seus livros no mercado nacional sem alterações, enquanto que caberá aos portugueses promover as necessárias alterações, suportar os encargos decorrentes e bater-se contra uma invasão que já se anuncia.
Convidamos os nossos leitores a ler o texto constante desta petição e, caso concordem com o conteúdo, a assiná-lo de modo a que este acordo seja, numa primeira fase, suspenso e, numa segunda revisto ou, pura e simplesmente, anulado.
Este acordo vem, basicamente, institucionalizar a ortografia tal como é usada no Brasil como a forma correcta de escrita para todos os países que usam a língua portuguesa, acabando com um conjunto de particularidades que, em muitos casos, correspondem à própria pronúncia das palavras em Portugal e em diversos países africanos.
Para além dos erros que constam do documento, contrariando a prática e a pronúncia, é a própria herança cultural que está em causa, não contribuindo esta revisão para qualquer propósito válido, como a diminuição do analfabetismo.
Em termos económicos, este acordo vem, essencialmente, permitir aos editores brasileiros colocar os seus livros no mercado nacional sem alterações, enquanto que caberá aos portugueses promover as necessárias alterações, suportar os encargos decorrentes e bater-se contra uma invasão que já se anuncia.
Convidamos os nossos leitores a ler o texto constante desta petição e, caso concordem com o conteúdo, a assiná-lo de modo a que este acordo seja, numa primeira fase, suspenso e, numa segunda revisto ou, pura e simplesmente, anulado.
Central de compras e padronização de meios - 2ª parte
É de salientar que a falta de padronização, para além dos encargos em termos de treino, dificultam a coordenação dos meios, enfrentando os comandos a necessidade de destrinçar o que está por debaixo de uma designação universal e que, objectivamente, pode corresponder a modelos distintos em termos de capacidade e de operacionalidade.
Por outro lado, as vantagens para as próprias corporações são evidentes, ao verem transitar para os CDOS a propriedade e os encargos resultantes das viaturas que utilizam, muitas delas de forma tipicamente sazonal, como as de combate aos incêndios, mas cujas despesas são permanentes durante todo o ano.
Também o facto de determinadas viaturas de socorro poderem ser atribuidas, por exemplo, a corporações sedeadas em áreas urbanas durante a maior parte do ano e confiadas a corporações de zonas onde a população aumenta durante as férias, permite a sua maior rentabilização, sobretudo se a padronização dos meios adquiridos dispensar qualquer treino adicional das tripulações.
Obviamente, consideramos que os equipamentos adquiridos pelas corporações através de recursos próprios ou das associações humanitárias, serão sempre propriedade das mesmas, as quais terão autonomia para escolher os modelos que consideram mais adequados, sempre sem deixar de ter em conta que existem vantagens na selecção de um dos modelos aprovados a nível nacional, e que uma central de compras, para além de fornecer o Estado, deverá estar aberta a colaborar nas aquisições das associações.
A complementaridade entre meios e efectivos propriedade ou atribuidos às corporações e os que dependerem directamente dos CDOS, é uma das apostas que consideramos mais eficazes em termos organizativos, podendo ser mais eficaz do que a instituição de equipas permanentes a nível das corporações, que terão sempre dificuldades em gerir o escasso número de efectivos, sobretudo se desdobrados por diversas escalas de serviço.
Por outro lado, as vantagens para as próprias corporações são evidentes, ao verem transitar para os CDOS a propriedade e os encargos resultantes das viaturas que utilizam, muitas delas de forma tipicamente sazonal, como as de combate aos incêndios, mas cujas despesas são permanentes durante todo o ano.
Também o facto de determinadas viaturas de socorro poderem ser atribuidas, por exemplo, a corporações sedeadas em áreas urbanas durante a maior parte do ano e confiadas a corporações de zonas onde a população aumenta durante as férias, permite a sua maior rentabilização, sobretudo se a padronização dos meios adquiridos dispensar qualquer treino adicional das tripulações.
Obviamente, consideramos que os equipamentos adquiridos pelas corporações através de recursos próprios ou das associações humanitárias, serão sempre propriedade das mesmas, as quais terão autonomia para escolher os modelos que consideram mais adequados, sempre sem deixar de ter em conta que existem vantagens na selecção de um dos modelos aprovados a nível nacional, e que uma central de compras, para além de fornecer o Estado, deverá estar aberta a colaborar nas aquisições das associações.
A complementaridade entre meios e efectivos propriedade ou atribuidos às corporações e os que dependerem directamente dos CDOS, é uma das apostas que consideramos mais eficazes em termos organizativos, podendo ser mais eficaz do que a instituição de equipas permanentes a nível das corporações, que terão sempre dificuldades em gerir o escasso número de efectivos, sobretudo se desdobrados por diversas escalas de serviço.
segunda-feira, maio 05, 2008
Vedante para circuito de refrigeração - 1ª parte
A existência de pequenas fissuras no circuito de refrigeração de um veículo é muitas vezes sinónimo de uma reparação dispendiosa, sobretudo se afecta orgãos internos do motor.
Para situações mais graves, infelizmente, não há outras alternativas que não seja a de substituir as peças danificadas, mas, para casos em que as fissuras sejam pequenas, existem no mercado produtos que permitem tapá-las de forma defenitiva, mesmo que seja a nível da cabeça de motor.
Os productos que se destinam a este fim podem ter várias composições, mas normalmente baseiam-se em compostos com ligas cerâmicas e metálicas de várias dimensões que se vão introduzir nas fissuras e aderem às paredes de forma permanente através de um processo quimico.
Entre os vários productos existentes, a nossa atenção recaiu no Kalimex K-Seal dado ser de aplicação única e proporcionar resultados permanentes em fissuras de até 0.75 mm, podendo ser aplicado de forma preventiva, ou seja, colocado no circuito antes de se verificar algum problema prevenindo eventuais fugas que poderão acontecer no futuro.
O processo de utilização é simples e basta agitar o produto durante um mínimo de 30 segundos e colocá-lo no circuito de refrigeração, sendo necessário mais do que uma garrafa se este tiver uma capacidade superior aos 23 litros, começando a fazer efeito a partir do momento em que o motor atingir a temperatura de funcionamento normal.
Para situações mais graves, infelizmente, não há outras alternativas que não seja a de substituir as peças danificadas, mas, para casos em que as fissuras sejam pequenas, existem no mercado produtos que permitem tapá-las de forma defenitiva, mesmo que seja a nível da cabeça de motor.
Os productos que se destinam a este fim podem ter várias composições, mas normalmente baseiam-se em compostos com ligas cerâmicas e metálicas de várias dimensões que se vão introduzir nas fissuras e aderem às paredes de forma permanente através de um processo quimico.
Entre os vários productos existentes, a nossa atenção recaiu no Kalimex K-Seal dado ser de aplicação única e proporcionar resultados permanentes em fissuras de até 0.75 mm, podendo ser aplicado de forma preventiva, ou seja, colocado no circuito antes de se verificar algum problema prevenindo eventuais fugas que poderão acontecer no futuro.
O processo de utilização é simples e basta agitar o produto durante um mínimo de 30 segundos e colocá-lo no circuito de refrigeração, sendo necessário mais do que uma garrafa se este tiver uma capacidade superior aos 23 litros, começando a fazer efeito a partir do momento em que o motor atingir a temperatura de funcionamento normal.
Avaliar risco de suicídio - 1ª parte
Aviso de aconselhamento para suicidas
Não podemos, por questões relacionadas com direitos de autor, publicar integralmente a folha de testes, mas sentimos que devemos mencionar algumas das circunstâncias e profissões que os especialistas do FBI consideram serem factores de maior risco de suicídio, de modo a que, verificando-se, estes sejam tomados em conta por quem responda a um pedido de socorro.
Entre as profissões mais propensas ao suicídio, para além do caso dos desempregados, encontram-se as profissões ligadas à área da saúde, incluindo nestas o socorro, bem como os agentes das forças de segurança.
De entre este grupo, quem terminou um relacionamento recentemente, quem tenha perdido familiares próximos ou quem viva só, sobretudo em cidades, estará em maior perigo, sendo factor agravante épocas festivas, nestas incluindo as que só tenham significado para o próprio, a Primavera e com uma maior incidência no início da semana de trabalho ou no fim de semana.
Obviamente questões de ordem clínica, como uma doença grave ou um historial depressivo, má forma física e uma idade elevada, são igualmente considerados como factores de risco para um acto de desespero, mas qualquer situação de ruptura deve ser igualmente averiguada e avaliada.
Este conjunto de informações deve ser reunido com a maior rapidez possível, mesmo sabendo que tal pode dificultar a precisão e a confirmação dos dados, dado que é essencial para avaliar quer do estado de espírito, quer das reais intenções de quem ameaça atentar contra a própria vida.
domingo, maio 04, 2008
AVG Tecnologies disponibiliza AntiVirus Free 8.0
A AVG Tecnologies apresentou o seu novo AntiVirus Free 8.0, uma solução que incluiu um sistema combinado anti-vírus e anti-spyware.
Esta empresa, especialista em antivírus e na segurança na navegação na Internet, alia a uma protecção básica contra virus e spyware, uma componente de pesquisa segura, baseada na sua tecnologia LinkScanner que surge incorporada na nova AVG Security Toolbar.
As primeiras versões, disponíveis a partir de Maio, serão em Inglês, seguindo-se em Francês, Alemão, Italiano e Japonês, permitindo aos utilizadores uma navegação segura, mas que poderá ser reforçada através das mais sofisticadas versões pagas, que incluem outro tipo de protecção.
Apesar de as versões anteriores do AVG continuarem a ter actualizações em termos de assinaturas de vírus, seja pela introdução de um novo motor, seja pela implementação de um sistema anti-spyware, este é um "upgrade" que se recomenda seja efectuada coma brevidade possível por parte de quem esteja a usar este producto.
Esta empresa, especialista em antivírus e na segurança na navegação na Internet, alia a uma protecção básica contra virus e spyware, uma componente de pesquisa segura, baseada na sua tecnologia LinkScanner que surge incorporada na nova AVG Security Toolbar.
As primeiras versões, disponíveis a partir de Maio, serão em Inglês, seguindo-se em Francês, Alemão, Italiano e Japonês, permitindo aos utilizadores uma navegação segura, mas que poderá ser reforçada através das mais sofisticadas versões pagas, que incluem outro tipo de protecção.
Apesar de as versões anteriores do AVG continuarem a ter actualizações em termos de assinaturas de vírus, seja pela introdução de um novo motor, seja pela implementação de um sistema anti-spyware, este é um "upgrade" que se recomenda seja efectuada coma brevidade possível por parte de quem esteja a usar este producto.
Central de compras e padronização de meios - 1ª parte
Veículo dos bombeiros de Santarém
No entanto, para além de questões relacionadas com a operacionalidade e a própria propriedade dos equipamentos em causa, o próprio processo de selecção e aquisição seria alterado, visando uma economia de escala através de um sistema de compras centralizado e uma padronização de modelos, facilitando o treino, a gestão, a coordenação e a própria logística.
Vários fabricantes de veículos, alguns dos quais fornecedores do próprio Estado, têm nos seus catálogos modelos adequados às diversas missões de protecção civil, sendo possível negociar directamente, com base num número mínimo de aquisições anuais e descontos suplementares quando determinados patamares quantitativos forem alcançados.
Esta prática, adoptada na maior parte dos sectores do Estado através de Centrais de Compras, que qualificam os fornecedores, verificam o seu cumprimento enquanto empresa, estabelecem e padronizam cadernos de enargos e condições de aquisição, tem poupado ao erário público quantias substanciais, pelo que dever ser adoptada universalmente.
Por outro lado, os custos escondidos que resultam da multiplicidade de modelos em uso, muitos deles inadequados ou com sérias deficiências a nível de segurança, os quais se traduzem em despesas acrescidas em termos de manutenção, impossibilidade de manter "stocks" de peças, dificuldades em padronizar equipamentos opcionais, entre outras, a que se acrescem os encargos com treinos específicos e a maior dificuldade em substituir tripulações, acabam por recair sobre o orçamento da Protecção Civil, que assim é inutilmente sobrecarregado.
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