quarta-feira, janeiro 24, 2007

Liga de Bombeiros apresenta contrapropostas de legislação


Image Hosted by ImageShack
Incêndio florestal no Verão de 2006

A proposta que a Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) vai propor ao Governo no congresso extraordinário, a realizar no próximo sábado, em Torres Novas, passa pela aceitação da fiscalização de contas sem interferir na autonomia das associações.

Esta proposta segue-se a consultas às federações distritais, ao trabalho desenvolvido pela comissão eleita para o efeito no anterior congresso e foi apoiada tecnicamente por três juristas contratados.

A LBP contapôs propostas a todos os diplomas governamentais e, tal como era de esperar após os debates anteriores, a do Regime Jurídico das Associações é a que é objecto de maior contestação.

Apesar de aceitar a fiscalização da gestão pelo Tribunal de Contas e pela futura Autoridade Nacional de Protecção Civil, existe um conjunto de normas, de que depende a autonomia das associações, que a LBP recusa, sendo disso exemplos a obrigatoriedade de autorização prévia para a contratação de empréstimos ou para a alienação de imóveis, ou a consagração de inelegibilidade para órgãos sociais quando tenham sido cumpridos três mandatos consecutivos.

Neste último aspecto, lembramos que, sobretudo em localidade de menor dimensão, é impossível a rotação pretendida pelo Governo, dada o número restrito de habitantes com a disponibilidade e a vocação para desempenhar estas funções.

A posição da Associação Nacional de Bombeiros Profissionais (ANBP) é, em contrapartida, mais favorável às ideias do Governo e prefere salientar os "passos significativos no sentido de dar mais transparência ao sector".

Relativamente ao Regulamento Jurídico dos Bombeiros Portugueses, a ANBP limita-se a apresentar um conjunto de alterações a nível das carreiras, em termos de exigências técnicas e na área de formação, enquanto a LBP vai mais longe e divide o diploma em dois, sendo que o primeiro visa essencialmente as corporações e o segundo os direitos e deveres dos bombeiros.

Em contrapartida, ambas as asociações rejeitam a eliminação das actuais bonificações para efeitos de aposentação que constam da proposta do Governo.

De igual forma, a imposição de números mínimos de associados para que as organizações sejam ouvidas pelo Governo é rejeitada, com a ANBP a propor uma redução e a LBP a omitir esta possibilidade de alteração.

Finalmente, quanto ao terceiro diploma que contempla a controversa criação de um comandante operacional municipal, ambas as associações estão de acordo com os municípios quando consideram a proposta "irrazoável", dispendiosa e sem suficiente clarificação.

Este conjunto de propostas, que temos vindo a apresentar e comentar, continuam longe de um consenso dado tentar concliar o que consideramos ser a impossibilidade de manter o actual sistema, baseado no voluntariado, com um controle governamental só possível e aceitável em estruturas profissionalizadas e directamente dependentes do ministério da tutela.

Ao pretender manter o sistema baseado no voluntariado, algo que resulta inevitável dada a impossibilidade orçamental de transitar para uma estrutura profissional, com uma ingerência que corresponde a uma forma de apropriação que ultrapassa os limites do razoável e põe em causa a autonomia das associações, o Governo escolheu a orientação errada e pode, em consequência, afectar a base do socorro em Portugal.

Mesmo considerando que a evolução correcta será no sentido de uma maior profissionalização, os passos consubstanciados pelas propostas do Governo não avançam nesse sentido, mas tão somente num maior controle sem contrapartidas, que dificilmente será aceite por voluntários cuja autonomia tem que ser respeitada e valorizada.

terça-feira, janeiro 23, 2007

TV Cabo vai ter serviço de voz


Image Hosted by ImageShack
Écran de canal da TV Cabo

A TV Cabo vai apresentar hoje um novo serviço de voz sobre cabo, passando a oferecer os serviços de televisão, internet e voz.

Este novo serviço vem colmatar uma lacuna, já que outros prestadores de serviço de cabo, como a Cabovisão, já ofereciam uma solução mais completa e aumenta a competição relativamente aos serviços baseados nas linhas clássicas de telefone.

A apresentação, que ocorre num momento delicado da vida da Portugal Telecom (PT), vai contar com a presença do presidente do grupo, Henrique Granadeiro, e de Zeinal Bava, presidente da PT Multimédia.

Ao acrescentar o serviço de voz através da rede de cabo, a PT Multimédia passa a competir directamente com a PT no mercado de voz, numa opção estratégica previamente anunciada, independente do desfecho da OPA da Sonaecom à PT, e que previa a separação entre os dois negócios.

A TV Cabo, empresa integrada na PT Multimédia, é a líder do mercado de televisão por cabo em Portugal, com cerca de 1.400.000 de clientes e uma quota de mercado superior a 80%.

Cada vez mais, os serviços sobre cabo tendem a satisfazer uma multiplicidade de suportes que anteriormente estavam distribuidos por diversos meios e eram, habitualmente, da responsabilidade de empresas distintas.

Esta estratégia era natural, já que o telefone fixo tem vindo a perder clientes, com opções no sentido dos telemóveis ou mesmo da voz via Internet, pelo que a quebra de clientes da rede de cobre da PT impunha uma solução dentro do grupo.

Com a implementação destas funcionalidades, espera-se, por um lado, que haja uma consolidação de recursos e uma diminuição dos custos para o cliente, mas também que sejam implementadas medidas no sentido de aumentar a fiabilidade do sistema que pode ser o único meio de comunicação de muitas habitações.

Lembramos que já existe, embora ainda em modo experimental, televisão de alta defenição via Internet, sendo que o fornecimento de cada vez mais serviços sobre um único cabo é uma tendência que será difícil de evitar no futuro, tornando obsoletos muitos dos meios tecnológicos que usamos até há bem pouco tempo.

Com a integração de serviços de TV voz e dados e a disponibilização dos primeiros canais de alta defenição, estes próximos meses vão marcar mais uma etapa importante quer a nível tecmológico, quer numa nova relação dos "media" com o público, que será mais interactiva e participativa, com uma voz cada vez mais activa na seleção de conteúdos.

Alerta apenas de frio?


Image Hosted by ImageShack
A neve já caiu em Montalegre

Já começou a nevar no território nacional e a previsão do Instituto de Meteorologia (IM) é de que a temperatura, condicionada por uma massa de ar frio polar, vai continuar a descer.

Ontem, no município de Montalegre, distrito de Vila Real, já caiu neve nos pontos mais altos e prevê-se que o frio se vá fazer sentir até ao próximo fim de semana, com possibilidades de ocorrência de neve em zonas acima dos 1.000 metros nas regiões do Centro e acima dos 800 metros nas regiões do Norte do País.

Esta baixa temperatura e a forte ondulação do mar já levou a que o Norte de Portugal esteja em alerta amarelo e Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil (SNBPC) já emitiu um conjunto de recomendações para quem tiver que enfrentar estas condições meteorológicas.

Entre os cuidados a ter recomendados pelo SNBPC, encontram-se uma especial atenção a lareiras e sistemas de aquecimento, nomedamente os que possam sobrecarregar a rede eléctrica, provocando curto-circuitos, ou emitir monóxido de carbono, dos quais resultam anualmente diversos acidentes.

O SNBPC também alerta para o uso de vestuário apropriado, com várias camadas de roupa, luvas e protecção na cabeça, sobretudo tratando-se de crianças, idosos e doentes.

É também recomendado que não haja consumos excessivos de energia, dado que podem resultar numa sobrecarga da rede que pode ter como consequências falhas no fornecimento de electricidade.

Apesar desta descida de temperatura, tem-se verificado que, mesmo em zonas remotas, estamos longe dos valores registados há apenas poucas décadas, facto constantes das estatísticas do IM e do próprio sentir das populações, patente no testemunho dos que são mais idosos e se recordam bem do Inverno em Trás os Montes ou na Beira Interior na sua juventude.

No entanto, e apesar de esta temperatura não ser anormal, o arrefecimento provoca situações de algum perigo, que devem ser acauteladas, nas quais incluimos eventuais dificuldades na circulação rodoviária, fruto da acumulação de neve e gelo que pode levar ao encerramento de algumas vias.

Este último, apesar de não ter sido mencionado, acaba por ser o principal problema, que atinge uma especial gravidade em zonas mais isoladas, privadas de acessos e onde os meios de socorro locais são cada vez mais escassos na sequência dos sucessivos encerramentos de urgências hospitalares e unidades de saúde.

Esperamos que, do isolamento resultante de uma temperatura normal para esta época do ano, não resultem as consequências graves a que, infelizmente, nos temos habituado a relatar e que um "alerta de frio" não se revele algo muito mais grave do que a expresão aparentemente quer anunciar.

segunda-feira, janeiro 22, 2007

Projecto da Landmania no Jornal de Notícias


Image Hosted by ImageShack
Trabalhos na ambulância Land Rover 109

O projecto de doação de uma ambulância à aldeia marroquina de Mejrame, promovido pela Landmania, foi hoje noticiado na edição Sul do Jornal de Notícias (JN).

Como noticiamos, a ambulância é um Land Rover Série 3 109", proveniente do antigo Serviço Nacional de Ambulâncias, e está ser recuperada, de modo a poder ser entregue em Marrocos.

A maioria dos nossos leitores já estará, provavelmente, ao corrente deste projecto cujos detalhes podem ser encontrados no "site" e no forum da Landmania e no artigo publicado na edição de hoje do JN.

Incêndio e falta de neve no Parque Natural da Serra da Estrela


Image Hosted by ImageShack
Neve na Serra da Estrela

Um incêndio deflagrou ontem pelas 11:30 na localidade do Sameiro, concelho de Manteigas, em zona do Parque Natural da Serra da Estrela, tendo consumido mato e pinhal, informou o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) da Guarda.

O incêndio ficou controlado pelas 14:30, hora a que os 37 bombeiros, de quatro corporações, apoiados por oito viaturas iniciaram as operações de rescaldo do fogo.

As causas, bem como a extensão da área ardida ainda estão por determinar.

Também na Serra da Estrela, surgiram suspeitas de deslocação da neve que protege espécies protegidas para colmatar a falta que se faz sentir nas pistas de esqui e tem prejudicado o turismo.

Para a administração da empresa responsável pelas pistas, os movimentos foram legais e efectuaram-se dentro do perímetro autorizado, mas a denúncia feita por ambientalistas e habitantes da região já levou a que as autoridades anunciassem um reforço da vigilância na área.

Estas duas ocorrências, que presumivelmente nada terão a ver entre sí, podem, no entanto, ter uma raiz comum nas temperaturas mais elevadas que resultam das alterações climáticas que se têm vindo a sentir nos últimos anos.

Mesmo com as anunciadas vagas de frio, as estatísticas apontam claramente para temperaturas médias mais elevadas, com Invernos menos rigorosos, do que resulta, mesmo que marginalmente, um aumento do risco de incêndio e, de forma sensível, uma diminuição da quantidade de neve.

Estas alterações, para além do impacto ambiental, são relevantes para a economia local, cada vez mais dependente do turismo, quer no Inverno, quer durante o Verão, altura em que os danos provocados pelos incêndios destes últimos anos são mais visíveis e tendem a desencorajar potenciais visitantes.

O desequilibrio provocado pelas alterações climáticas e pela intervenção humana, potenciado por uma manifesta falta de investimento no Interior, têm vindo a promover a desertificação desta área serrana, cuja sustentabilidade está cada vez mais em causa como resultado de um círculo vicioso que parece impossível de quebrar.

domingo, janeiro 21, 2007

Google Earth 4 final já disponível


Image Hosted by ImageShack
Écran do Google Earth 4

Já está disponível a versão final do Google Earth, disponibilizada a 08 de Janeiro, que inclui novas imagens "texturadas", capazes de reproduzir de forma muito mais real as paisagens e edifícios.

Também o "interface" está melhorado, com uma forma de controle mais fácil e intuitiva, onde os movimentos de rotação, deslocação ou elevação são controlados por um simples toque no rato.

Os ficheiros KML de formato próprio do Google Earth também ganham novas possibilidades e torna-se possível, por exemplo, fazer um "sketch" sobre uma imagem ou incluir fotos ou dados provenientes dos GPS suportados.

A versão final inclui as características das versões "beta", que começaram a ser disponibilizadas em Setembro de 2006, como anunciamos, mas apresenta uma maior estabilidade e rapidez.

Este é um "upgrade" que aconselhamos de modo a usufruir em pleno de um dos programas que mais apreciamos e que temos vindo a acompanhar e utilizar desde que a Google o disponibilizou.

Mais uma morte à espera de socorro


Image Hosted by ImageShack
VMER com o equipamento transportado

Pela segunda vez em menos de 15 dias, um paciente morreu em Odemira após uma longa espera por uma intervenção do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).

O homem, de 57 anos, teve ataque cardíaco na praia e foi transportado para o centro de saúde de Odemira onde esperou mais de quatro horas pela chegada do INEM, acabando por falecer

Segundo os bombeiros de Odemira, a emergência foi accionada pelas 09:15, tendo os meios de socorro chegado 30 minutos depois à praia da Atalainha, na Zambujeira do Mar, onde a vítima se tinha deslocado para pescar.

Uma Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER), a única do distrito, estacionada em Beja, foi chamado às 11:01, tendo chegado pelas 11:50, mas o médico não conseguiu estabilizar o paciente.

Foi seguidamente chamado o helicóptero do INEM que chegou pelas 13:00 a Odemira, mas não chegou a ser utilizado dado que não foi possível estabilizar a vítima de modo a poder ser transportada.

Segundo a Administração Regional de Saúde (ARS) do Alentejo, o óbito foi declarado no centro de saúde de Odemira às 13:40, quase quatro horas e meia após o alerta.

Recordamos que a 08 de Janeiro, uma vítima de um atropelamento ocorrido também na zona de Odemira, demorou mais de seus horas a dar entrada no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, onde viria a falecer dias depois.

Neste primeiro acidente, o Ministro da Saúde declarou "estar orgulhoso" por não ter cedido a pressões e ordenado um inquérito, algo que, obviamente, lamentamos e condenamos, dado que os inquéritos, para além do apuramento dos factos, se destinam também a propor correcções para os erros ocorridos.

Consideramos, no entanto, que existem diferenças substanciais nos dois casos, as quais não foram destacadas por muitos orgãos de informação, muito embora o resultado final tenha sido o mesmo.

Neste caso concreto, não se pode por em causa a rapidez de intervenção dos meios do INEM, dado que mesmo os 50 minutos que a VMER demorou a chegar deriva da distância a percorrer e não de uma falta de prontidão dos meios.

De igual modo, o helicóptero descolou e chegou a Odemira com rapidez, pelo que as falhas não serão dos profissionais do INEM mas da disposição geográfica, resultante de um número insuficiente de unidades, e do escalonamento de meios, que pode determinar uma activação tardia dos mesmos.

Pode-se, obviamente, questionar se os meios enviados numa primeira intervenção foram os mais adequados ou se a VMER não deveria ter sido activada antes, tal como se podem colocar em causa inúmeros factores em termos de organização, mas a forma como este caso foi tratado por parte da comunicação social, de forma pouco objectiva e menos ainda esclarecedora, apenas aumenta a confusão e impede uma discussão séria do problema.

É certo que, infelizmente, se continua a morrer por falta de socorro num País europeu, membro da União Europeia, onde as prioridades políticas não são, manifestamente, aquelas que mais interessam ao cidadão comum, que se vê abandonado à sua sorte ou à falta dela, mas também não é menos verdadeiro que só uma análise correcta de cada situação pode contribuir para uma melhoria do socorro em Portugal.

sábado, janeiro 20, 2007

ANACOM vai investigar falha no 112


Image Hosted by ImageShack
Ambulância durante uma emergência

A Autoridade Nacional para as Comunicações (ANACOM) vai investigar as razões que levaram à interrupção na passada quarta-feira do 112 em Lisboa, Porto e Viseu e analisar por que razão não foram activadas medidas de contingência adequadas.

A falha deu-se às 16:33 e até às 17:15 quem ligasse para o 112 apenas ouvia o sinal de impedido, até que as chamadas passaram a ser encaminhadas para os Comandos Metropolitanos da Polícia de Segurança Pública.

Pelas 17:33, a situação voltou ao normal e o 112 voltou a receber as chamadas de emergência efectuadas nestes distritos.

Segundo o presidente do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), Cunha Ribeiro, a interrupção do serviço no 112 "ocorreu por causa de uma falha na unidade central de um comutador de voz".

A Oni ganhou recentemente o concurso público que lhe permitiu começar a explorar, desde Janeiro deste ano, o serviço fixo de telefone do INEM nos distritos afectados, continuando os restantes sob a responsabilidade da Portugal Telecom (PT).

A PT é, no entanto, a detentora das linhas, sendo que à Oni cabe a exploração de uma infraestrutura que não lhe pertence e sobre a qual não tem a capacidade de intervir directamente.

Por outro lado, é necessário esclarecer se a portabilidade, ou seja a transferência de um mesmo número de um para outro operador, tal como ocorreu nestes distritos, não poderá ter afectado a operação e o encaminhamento de chamadas para o 112.

A Oni já assumiu a responsabilidade pelo sucedido, mas este incidente levanta dúvidas quanto à solução de haver concursos distritais de que resulte a adjudicação a mais do que um operador, dada a possibilidade de problemas de interligação e encaminhamento das chamadas de emergência.

Esta interrupção do serviço, que se vem juntar a outras falhas que ocorram em zonas do Interior, vem reforçar a necessidade de dispor rapidamente do futuro sistema integrado de comunicações de urgência, designado por SIRESP, que há muito é discutido, mas cuja implementação é sucessivamente adiada.

No entanto, mesmo antes que o SIRESP esteja operacional, impõe-se uma solução de recurso fiável e redundante, capaz de activar um circuito alternativo sempre que se verifique uma falha do sistema principal.

A inexistência desta redundância e activação automática, que existe em inúmeras instituições ou entidades, é o facto para o qual não encontramos desculpa dada a extrema importância de manter em permanência o 112 disponível em todo o território nacional.

Globalsat GH-601 - GPS Multi usos


Image Hosted by ImageShack
O Globalsat GH-601 existe em verde e laranja

Os sistemas de GPS estão cada vez mais polivalentes, portáteis e o seu baixo preço começa a impô-los como um equipamento quase obrigatório, mesmo a nível individual.

A Globalsat, um dos fabricantes de referência que tem concebido alguns dos produtos mais inovadores do mercado, lançou o GH-601, que visa um segmento de mercado que vai desde o desportista, que o pode usar no pulso, até aplicações mais sofisticadas, com ligação a um PDA ou computador pessoal via porta USB.

Este modelo é baseado no "chip" SIRF III, da geração mais recente, e inclui um LCD monocromático e uma caixa rígida selada, à prova de água, que permite a sua utilização ao ar livre.

O GH-601 suporta WAAS/EGNOS e permite armazenar pontos de passagem ou "waypoints" e itinierários ou "tracks", com funções como o regresso ao ponto de partida ou o registo de um dia de percurso.


Image Hosted by ImageShack
Publicidade do Globalsat GH-601

As dimensões, algo condicionadas pelo "display" de 80 x 120 pixels, são de 82.5 x 46 x 18.5 milimetros e o peso é de apenas 72.87 gramas, incluindo a bracelete para usar à volta do pulso.

A alimentação é feita através de bateria de lítio, recarregável, que permite utilização de até 16 horas com o GPS, bússola e altímetro ligados, e a actualização do "firmware" pode ser feita através de um computador com Windows 98/2000/XP.

Em Portugal, o GH-601 pode ser adquirido na Chip7 por 129 euros, um valor que o torna particularmente competitivo quando comparado com outros modelos que são incapazes de operar de forma independente.

Dadas as suas características inovadoras, que pode responder aos requisitos de praticantes de múltiplas modalidades, sugerimos a visita ao "site" do fabricante onde todas as sua características se encontram descritas e é possível descarregar os manuais em versão electrónica.

A divulgação de um GPS que se pode classificar como individual, independente de outro equipamento e facilmente utilizável em movimento, poderá ser de interesse para quem necessite de actuar em cenários de risco ou situações de emergência onde a segurança dependa, mesmo que parcialmente, da localização precisa do portador.

Sendo o custo consideravelmente baixo, a distribuição deste ou de outro modelo por equipas de intervenção ou de socorro será uma mais valia que permite uma maior precisão nos trajectos e na localização, quer dos próprios, quer de eventuais vítimas.

sexta-feira, janeiro 19, 2007

Sony apresenta novos sistemas de navegação pessoal


Image Hosted by ImageShack
Um dos novos Sony NV-U51 com 512 Mb

A Sony apresentou dois novos sistemas de navegação pessoal, o NV-U51 e NV-U71T, que implementam um conjunto de novos comandos que facilitam o percuros em direcção a destinos frequentes.

Estes dois modelos, que já se encontram disponíveis em Portugal foram concebidos, segundo o fabricante, de modo a "facilitar a vida dos que passam muito tempo ao volante", pelo que são implementados sistemas que tornem imediatos o acesso aos comandos usados com maior frequência.

Comandos como "ir para casa" ou "encontrar posto de abastecimento mais próximo" podem agora ser accionados através de um simples desenho no ecrã táctil, evitando a necessidade de seguir menus sucessivos ou de selecionar opções, algo que pode ser complexo para quem está a conduzir.

A utilização recorre a botões amplos e fáceis de utilizar e a ícones para introdução de informação e selecção de outras funções.

Estes equipamentos de navegação possuem um ecrã de 3.5 polegadas e um revestimento anti-reflexo, de modo a evitar cintilações, sendo de fácil instalação num veículo automóvel.

Tal como aconteceu com outros equipamentos similares, aconselhamos a leitura dos textos que publicamos sobre a selecção de GPS, de modo a verificar se estes modelos se adequam às necessidades de cada um.