terça-feira, setembro 26, 2006

GPSGate e Google Earth


Image Hosted by ImageShack
Trajecto assinalado no Google Earth

Para além das várias formas de navegação que permitem usar o GPS com a versão livre do Google Earth, surge agora uma através do GPS Gate que apresentamos previamente numa versão anterior.

Se bem que o GPS Gate seja originariamente uma forma de partilhar um único GPS por diversas aplicações, tem vindo a ser sucessivamente melhorado, de forma a que possa desempenhar outras funções de ligação ou conversão de protocolos.

Para usar esta função, é necessário descarregar e instalar o PlugIn Pack 1.1 e dispor da versão 2.0 ou superior do GPS Gate, após o que se pode passar à fase de configuração, escolhendo a opção Google Earth na seleção de equipamentos.

No entanto, as funções do GPSGate não se ficam por aqui, sendo de particular importância a possibilidade de converter protocolos proprietários de algumas marcas para o standard NMEA 0183, o que torna os equipamentos compatíveis com a maioria dos programas existentes no mercado.

No "site" do fabricante, é possível obter uma versão de demonstração, limitada a 14 dias, que permite testar as várias possibilidades de um produto pouco conhecido mas que consideramos como um dos mais interessantes existentes no mercado.

Tecnologia: imposição ou necessidade?


Image Hosted by ImageShack
Imagem de incêndios via satélite

Nos últimos meses assistimos a propostas de diversos sistemas de consolidação de informação que recorrem aos mais deversos meios, com o objectivo de fornecer dados permanentemente actualizados aos comandos operacionais quando em presença de incêndios florestais.

Sem por em causa o mérito destas iniciativas e dos seus promotores, bem como a necessidade de conceber e construir uma plataforma capaz de fornecer informação actualizada e projecções ou evoluções prováveis de um dado acontecimento, o método que preside à sua génese parece algo contestável.

A utilização das novas tecnologias depende, em grande escala, da necessidade sentida no terreno por quem vai delas depender e é da confiança e colaboração das estruturas operacionais que vai depender, em última instância, a sua aceitação e utilização.

Propor uma solução, por muito elaborada que seja, sem que esta nasça do diálogo com quem no futuro a irá utilizar, é normalmente contraproducente, pois tendencialmente não corresponderá nem às exigências de quem pode dela depender para tomar decisões difíceis, nem terá a confiança dos utilizadores.

Por outro lado, sem uma progressiva formação e habituação às novas tecnologias, começando por soluções menos sofisticadas mas mais fáceis de implementar e capazes de dar alguns resultados imediatos, não se cria nem a apetência, nem a exigência que levará a soluções mais complexas.

A necessidade de mais e melhor informação tem, forçosamente, de partir das bases, da reconhecimento de que esta facilita as decisões, contribui para uma acção mais eficaz e, pela sua fiabilidade e credibilidade, aumenta a segurança dos elementos envolvidos em operações de risco.

Estes passos, que é necessário fomentar e promover com formação permanente, são condição necessária para que os novos meios sejam devidamente integrados e considerados como uma necessidade, que evoluirá para uma exigência a nível de planeamento, sem o que, partindo do topo da hierarquia, não passará de uma imposição que tende a ser mal acolhida ou rejeitada.

A parceria entre a estrutura opercional, aquela que conhece efectivamente as necessidades e é capaz de reconhecer a utilidade de novas soluções, e a investigação, de onde provêm meios e métodos inovadores, tem sido esquecida no desenvolvimento de produtos que, mesmo na sua excelência académica e conceptual, correm o risco de não passar de mais uma das inutilidades dispendiosas a que, infelizmente, nos vamos habituando.

segunda-feira, setembro 25, 2006

MyGPS - Versão PC


Image Hosted by ImageShack
Écran do MyGPS

O MyGPS é outro dos programas livres para gestão de itinerários sobre mapas calibrados com o recurso a um GPS e que se vem juntar ao EasyGPS e ao Visual GPS que já abordamos.

Este programa permite as habituais operações com itinerários, rotas ou percursos, criando pontos de passagem com o auxílio GPS e com a capacidade de armazenar informação em equipamentos como o Etrex ou o Geko usando uma conexão série.

Tal como os anteriores, o MyGPS permite receber informação de vários modelos de equipamento, com destaque para os que usam o protocolo NMEA e que constituem a esmagadora maioria dos modelos ligados a computadores portáteis.

Este "software" necessita de um sistema operativo Windows95, 98, ME, 2000 ou XP e tem como características principais as seguintes:

Calibragem de mapas a partir de um ficheiro gráfico (.bmp, .jpeg, .gif, etc.)
Criação, importação de um ficheiro ou de um GPS de pontos de passagem, rotas, itinerários, etc.
Apresentação de altitude no perfil de itinerários ou rotas
Análise de informação de percursos
Interface bidirecional com equipamentos Garmin "eTrex" e "Geko"
Aquisição de informação em tempo real a partir de qualquer GPS com protocolo NMEA
Importação e exportação de dados via formato GPX
Menus em Inglês e Italiano

Este programa existe também em versão para PDA, com um conjunto reduzido de funções, do qual falaremos oportunamente e que é uma excepção, num universo dominado pelo "software" orientado para computadores pessoais.

Universidade do Minho elabora projecto de combate aos fogos


Image Hosted by ImageShack
Detector de incêndios

Alberto Proença e Jorge Rocha, investigadores do Departamento de Informática da Universidade do Minho (UM), pretendem construir uma ferramenta para ajudar no combate dos fogos florestais, que nos primeiros que este ano consumiram quase 70.000 hectares.

O projecto da UM, que acaba de conquistar o "Shared University Research Award 2005" atribuído pela IBM, consiste na concepção e implementação a nível nacional de uma plataforma capaz de gerir os incêndios em tempo real, mas que ainda não dispõe dos apoios necessários ao seu desencolvimento.

Em termos de dados, a plataforma pretende gerir um conjunto de informações geográficas "de carácter mais estático", referentes à topografia e incluidas em cartas militares, como as características topológicas do terreno, rede viária, incluindo os vários tipos de vias, mas também a ocupação dos solos e as características do coberto vegetal, a localização e caracterização dos núcleos populacionais mais próximos, e a localização e tipologia dos recursos hídricos disponíveis.

Para além da informação estática, prevê-se o uso de sensores para recolha de dados como valores de humidade, temperatura, velocidade e direcção do vento e localização da área afectada, a que serão adicionados dados operacionais como os meios, terrestres e aéreos disponíveis.

Os dados serão depois consolidados e transmitidos aos comandos operacionais, de modo a que estes tenham uma informação completa e uma perspectiva global da situação, podendo assim tomar decisões operacionais com maior rigor baseando-se em dados permanentemente actualizados.

Se tudo correr como previsto, o protótipo poderá ser testado no próximo Verão, mas faltam ainda reunir "a vontade política" para concretizar o projecto junto dos comandos operacionais, e as "condições financeiras para a contratação de recursos humanos".

Para além da IBM, que forneceu uma rede de 8 computadores de topo de gama, necessários para este tipo de aplicação particularmente exigente, o projecto é apoiado pelo Open Geospatial Consortium, uma organização internacional que desenvolve protocolos para a troca de dados geoespaciais através de formatos normalizados.

Se não estamos em erro, este é o terceiro projecto nesta área com meios e objectivos semelhantes que conhecemos, servindo-se de imagens de satélite ou obtidas através de câmaras de modo a consolidar a informação obtida com dados estáticos, sendo que até hoje nenhum deles avançou o suficiente para crermos que chegará a uma fase de testes.

A nossa perspectiva é a de que um projecto nesta área só terá sucesso partindo das bases, autarcas e bombeiros, criando junto destas a necessidade de uma melhor gestão de informação e levando-os a um envolvimento directo na concepção e no planeamento.

Como ponto de partida, a elaboração a nível municipal de cartas de risco, onde a sobreposição de dados geográficos específicos, bem como de pontos de água, zonas sombra de transmissões, ou outras relevantes deveriam ser preparadas, usando um programa comum e os actuais mapas militares.

Desta forma, a informação estática seria recolhida, utilizando critérios uniformes, de modo a que pudesse ser facilmente partilhada e usada em termos operacionais, criando novos procedimentos e hábitos de trabalho e planeamento, após o que, com base na informação recolhida, seria mais fácil passar ao nível seguinte de integração com sistemas de recolha de dados meteorológicos.

Começando por um sistema global, tão ambicioso como dispendioso, corre-se o risco de o projecto ficar parado por falta de verbas, de vontade política e, sobretudo, de aceitação por parte de quem no terreno dirige as operações e que poderá encarar como uma imposição algo para o qual não foi sequer consultado.

domingo, setembro 24, 2006

VisualGPS - Monitorização de satélites e comandos NMEA


Image Hosted by ImageShack
Écran do VisualGPS com monitorização de satélites

O VisualGPS, outro dos programas gratuitos disponíveis, incorpora muitas das características avançadas que se pode encontrar em programas profissionais e suporta comandos directos NMEA 0183, um dos "standards" de mercado, que são apresentados em modo gráfico num écran de computador.

Este programa é particularmente interessante no respeitante ao detalhe com que segue os satélites e averigua em permanência a qualidade de sinal daqueles que estão a ser utilizados na determinação da posição.

O VisualGPS descodifica o seguintes comandos NMEA 0183: GPGGA, GPGSA e GPGSV.

As características principais são:

Gráfico de azimute e elevação que permite ver quais os satélites em linha de vista e conhecer o respectivo PRN ou Pseudo Random Number, com possibilidade de impressão dos dados.

A janela de "survey" ou vigilância apresenta as posições e parâmetros xDOP (HDOP and VDOP) e permite ao utilizador determinar limites em termos de posição.

Também monitoriza o "desvio standard" e efeitos de "disponibilidade selectiva", podendo imprimir os dados em modo gráfico

A janela de qualidade de sinal/SNR monitoriza o valor de sinal versus o ruido ou interferência rádio de forma gráfica para os vários satélites em linha de vista.

Existe também uma janela de navegação, que monitoriza latitude, longitude e altitude, e uma para monitorar comandos NMEA, que apresenta os vários comandos deste protocolo à medida que vão sendo recebidos.

Requesitos:

Receptor de GPS Receiver numa porta RS-232, real ou virtual, que receba comandos NMEA 0183
Ficheiro de sentenças NMEA, caso não exista GPS ligado
Sistema operativo Windows 95/98, WinNT4.0, Windows 2000 ou Windows XP
Processador 486 100MHz
Écran com resolução mínima de 800X600
16 megabytes of RAM
6 megabytes de espaço em disco
Uma porta RS-232 ou USB para ligar o GPS, sem o que um ficheiro NMEA pode ser usado

Este é um programa que aconselhamos, inclusivé como complemento na monitorização dos satélites, dado o detalhes das informações que fornece, podendo receber sinal partilhado de um mesmo equipamento através do GPSGate, que apresentamos aqui num texto anterior.

Cavaco Silva visitou o Gerês


Image Hosted by ImageShack
Aldeia abandonada no Interior - Drave

O Presidente da República visitou hoje o Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG), tendo sobrevoado de helicóptero esta região que foi devastada pelos incêndios de Agosto e Setembro.

Na deslocação, anunciada esta semana pela Presidência, a convite de autarcas e entidades locais, Cavaco Silva contactou com as populações e ouviu diversas críticas sobretudo dos pastores, que ainda esperam a ajuda em termos de feno e alimentos para o gado prometida pelo Governo através do Ministério da Agricultura.

Os incêndios deste Verão queimaram 3.600 hectares do único parque nacional do país, levantando um coro de críticas por parte de autarcas e bombeiros, muitas delas dirigidas contra o ministro da Agricultura Jaime Silva e os secretários de Estado da Administração Interna e do Ambiente, que acompanharam o Presidente da República nesta deslocação.

Confessando-se "impressionado" com a devastação, o Presidente da República considerou que a a defesa da floresta é uma "responsabilidade colectiva" e que passa "sobretudo pelo ordenamento do território".

Apesar de este ano ter ardido menos área do que em anos anteriores, o incêndio no Gerês vem colocar a tónica na defesa de áreas de importância estratégica como o PNPG, reforçando a necessidade de uma política de prevenção e combate mais eficaz de modo a "acabar com esta designação de época de incêndios".

Para além do apoio e do incentivo de que necessitam aqueles que foram directamente afectados, o facto de ter sido atribuido ao ordenamento do território a principal responsabilidade pelo sucedido, é da maior importância e aponta o caminho a seguir para resolver o problema dos incêndios.

Tal como mencionamos em diversos textos, não é através da aquisição sucessiva de meios de combate que este problema vai ser resolvido e a política de "controle de danos" que tem sido seguida pelos sucessivos governos apenas adia a completa destruição das áreas verdes e a desertificação do Interior do País.

Enquanto não houver uma política séria de desenvolvimento do Interior, com incentivos para a fixação de empresas capazes de atrair uma população jovem, os incêndios florestais vão continuar a consumir o pouco que resta da floresta portuguesa, enquanto empurram os poucos habitantes que restam para uma completa dependência de apoios e subsídios que apenas adiam uma completa ruina.

Espera-se que esta perspectiva e o facto de a luta contra os fogos ser considerado como "um desígnio nacional", contribua para uma maior prioridade na resolução dos problemas estruturais e na prevenção, deixando de considerar o combate como a primeira e muitas vezes única abordagem.

sábado, setembro 23, 2006

EasyGPS - Um programa de orientação gratuito


Image Hosted by ImageShack
Écran do EasyGPS

A maioria dos programas destinados a orientção via GPS, como o Oziexplorer ou o CompeGPS, são "shareware", o que significa que devem ser registados e pagos para utilizá-los durante mais do que o período experimental.

Existem, no entanto, alguns programas que, mesmo sendo mais limitados, podem satisfazer alguns utilizadores, com a vantagem de uma maior simplicidade e sendo completamente gratuitos.

Mesmo sem algumas das caraterísticas de alguns dos programas mais conhecidos, o facto é que a esmagadora maioria dos utilizadores usa um número limitado de funções que, basicamente, corresponde a determinar o posicionamento correcto interpretando o sinal do GPS e seguir uma rota ou traçar um itinerário com base num determinado número de pontos de passagem.

Entre estes, encontra-se o EasyGPS, que oferece as habituais funções de armazenamento de itinerários, e é compatível com modelos de GPS tão distintos como os Garmin, Magellan, Lowrance ou o simples receptor capaz de enviar dados em formato NMEA.

Este programa permite, inclusivé ler ou carregar "waypoints" de diversos modelos de GPS, proceder à impressão de mapas ou itinerários ou ser usado simplesmente para efeitos de "backup" do conteúdo dos receptores.

O EasyGPS apresenta ainda a vantagem de funcionar em equipamentos com menor "performance", podendo rentabilizar assim computadores portáteis que tenham dificuldades em utilizar programas mais pesados e que necessitem de maiores recursos.

Sugerimos uma visita ao "site" deste programa, certos de que poderá corresponder aos requisitos de muitos utilizadores e voltaremos a apresentar programs equivalentes nos próximos dias, de modo a que possam ser avaliados e comparados, certos de que podem responder à maioria das necessidades dos nossos leitores.

Nº 13 da Revista Land Portugal já nas bancas


Image Hosted by ImageShack
Capa do nº 13 da Revista Land Portugal

O nº 13 da Revista Land Portugal já está disponível nas bancas e, segundo a "newsletter" recebida os destaques são:

Veículos de trabalho

Como marca de eleição de militares e paramilitares, a Land Rover é única na fiabilidade e robustez comprovadas. Assistimos à entrega de vários Defenders entre a Força Aérea e GNR, sob os comentários dos seus novos utentes.

Curiosidades

É uma empresa luso-brasileira, com certeza; as reproduções da Junior Réplicas são o ponto de partida ideal para se meter a Land Rover "no sangue" desde tenra idade. Para entusiastas dos 8 aos 80.

Dossier – Como comprar um Land Rover usado

Com o Freelander 2 prestes a entrar no mercado, o preço dos "baby" Rovers mais antigos vai descer. Saiba quais os critérios que devem pesar na sua decisão para fazer um bom negócio.

Concessionários

Uma referência no ramo automóvel, a Auto Sueco Coimbra é representante da Land Rover em Portugal.

Contacto – Novo Defender 2007

A nova geração que irá substituir o TD5. O design exterior não vai chocar os puristas, mas o interior é outra história.

Ensaio de produtos

Cabrio ou Hard Top? Os dois, se faz favor! O seu Defender já pode mudar de visual conforme a Estação, graças a estas capotas tão versáteis.

Viagens e aventura

O encanto da América do Sul não é só na hora da despedida. Acompanhe a parte final desta viagem aos confins da América do Sul.

Para aqueles que, como nós, habitam em Lisboa, este número está disponível desde há dois dias na grande maioria das papelarias e livrarias que costumam ter revistas e jornais.

sexta-feira, setembro 22, 2006

Apesar das condições meteorológicas, os fogos continuam


Image Hosted by ImageShack
Imagem de fogo florestal numa câmara de vigilância

Apesar das actuais condições climatéricas, a ligeira subida de temperatura que se verificou na segunda-feira contribuiu para a ocorrência naquele dia de 77 incêndios florestais e em mato, que envolveram 648 bombeiros e 169 veículos, conforme dados do Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil (SNBPC).

Os incêndios que contribuem para este número são de menor dimensão, podendo ser apontado como exemplo o que ocorreu em Alvoco das Várzeas, no concelho de Oliveira do Hospital, distrito de Coimbra, que foi extinto em duas horas por 48 bombeiros, apoiados por 11 veículos, um helicóptero e dois aviões.

O número de meios envolvidos bem como a curta duração demonstram que, agora que já passou a pressão dos meses mais quentes, mas ainda com ocorrências frequentes, será esta uma boa altura para testar novas soluções no combate e prevenção de incêndios.

A utilização de sistemas de vídeo, tal como na imagem que apresentamos, já se encontra em uso em diversos países, sobretudo nos Estados Unidos e Canadá, e a sua resolução permite uma monitorização eficaz, havendo soluções que procedem ao envio de imagens apenas quando são detectadas alterações suspeitas.

Embora existam câmaras especializadas, com capacidade de avaliar alterações térmicas, o seu custo poderá levar a um adiamento sucessivo da implementação de um sistema de videovigilância, pelo que podemos equacionar a instalação em zonas críticas de equipamentos menos complexos, desde que ofereçam uma qualidade de imagem capaz de ser devidamente interpretada.

Muitos destes equipamentos usam redes de comunicações comuns aos telemóveis e podem, inclusivé, ser instalados em várias das torres que os retransmissores usam, poupando assim em termos de infraestruturas, nomeadamente no respeitante a instalações eléctricas, suportes ou comunicações.

Para além do recurso a satélites, que já mencionamos, a redução de preços e aumento de qualidade de sistemas de transmissão de imagem sem fios é uma alternativa que poderá substituir vários dos actuais postos de vigilância com uma substancial redução de custos e uma maior centralização da informação.

Este sistema de alerta tem, logicamente, de ser complementado por acções no terreno, de modo a que a presença humana reforce a dissuasão resultante da vigilância electrónica, de modo a que se verifique uma ocupação efectiva no terreno, a única que demonstrou ser realmente eficaz e para a qual, para além das entidades oficiais, contamos com o voluntariado de todos os que se interessam pela resolução deste problema.

Google Spreadsheets


Image Hosted by ImageShack
Google Spreadsheets com melhoramentos

O uso de "spreadsheets" ou folhas de cálculo electrónicas é normalmente associado a programas como o Microsoft Excel e tendem a requerer a instalação de um programa no computador.

No entanto, também é possível usar folhas de cálculo "on-line", sem qualquer "software" local através de um simples "browser" acendendo ao site da Google, onde esta funcionalidade existe sem custos para o utilizador.

Apesar de não dispor de tantas funções como o Excel, a maioria daquelas que realmente são utilizadas pelo utilizador comum, como as operações matemáticas essenciais, ordenamento, formatação, exportação, entre outras, estão presentes no Google Spreadsheets.

Neste momento, foram introduzidas alterações, como a possibilidade de colocar várias linhas na mesma célula, partilhar informação ou usar formatos novos como o conhecido PDF, tornando muito mais polivalente este produto, que pode ser usado nas mais diversas plataformas deste que possuam ligação à Internet.

Igualmente importante, é a possibilidade de utilizar estas folhas em conjunto com outros produtos do Google, como o correio electrónico, integrando assim várias funções do que resulta uma maior produtividade para o utilizador.

Quem possuir uma conta de Gmail poderá utilizar facilmente estas folhas de cálculo, bastando para tal aceder ao endereço após introduzir a mesma "password" com que acede ao correio electrónico, pelo que sugerimos uma breve experiência que provavelmente dará origem a muitos utilizadores frequentes.