quinta-feira, novembro 09, 2006

Publicidade Land Rover Séries I e II - 3


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No link: imagem com 900 pixels de largura

Uma das grandes apostas da Land Rover para promover os Série, foi a enorme versatilidade de equipamentos que neles podiam ser instalados e, consequentemente, a sua adaptação a diversas actividades profissionais.

A instalação de um compressor de ar da marca "Bullows" permite ao Série I servir como base de uma estação móvel para um equipamento de perfuração, com a capacidade de transportar quer o material necessário, quer os operadores necessários ao seu funcionamento.

Este é apenas um exemplo, já que adaptações para outras ferramentas foram igualmente publicitadas, normalmente em associação com o fabricante das mesmas, de modo a partilhar custos e proveitos e apresentar uma solução tão completa quanto possível.

Fim dos comentários anónimos


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Circuito de mensagens de spam

Dado que recentemente começaram a aparecer, com alguma insistência, comentário anónimos a publicitar "sites" ou produtos, optamos por suspender esta possibilidade que vigorava desde o início do "blog".

Assim, só poderá deixar comentários nos textos quem estiver registado no Blogger, algo que já acontece com quem tenha um "blog", mas que recomendamos a todos quantos queiram deixar a sua opinião.

Esperamos, desta forma, evitar o "spam", mas se tal não vier a suceder, optaremos por aprovar previamente os comentários antes de serem publicados e tornados visíveis.

Esta última opção, caso seja implementada, não terá como consequência qualquer tipo e censura, mas tão somente evitar que surjam situações desagradáveis com ligações a "sites" que ponham em risco os equipamentos informáticos dos nossos leitores infectando-os com virus ou "malware".

Agradecemos a vossa compreensão para esta decisão que nos vimos obrigados a tomar no sentido de uma navegação na Internet tão segura quanto possível.

quarta-feira, novembro 08, 2006

Publicidade Land Rover Séries I e II - 2


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No link: imagem com 900 pixels de largura

Nesta segunda imagem publicitária, o tema é mais comum e versa as qualidades do Série I, na altura o producto economicamente mais importante para a Land Rover.

Considerado, essencialmente, como um veículo utilitário, a menção ao equipamento capaz de lhe permitir operar em quaisquer condições climatéricas era de vital importância na rentabilização de um modelo que não era particularmente barato para a época.

Com o habitáculo inteiramente fechado, o Série I oferecia um pouco mais de conforto e de protecção contra os elementos que, mesmo assim, o deixavam longe da maioria dos automóveis da época, pelo que um pouco de publicidade era particularmente benvinda.

Comissão Europeia "examinará" pedidos de apoio aos pastores do Gerês


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Incêndio florestal

A Comissão Europeia (CE) vai examinar todas as propostas que o Governo português apresentar no sentido de resolver o problema dos pastores do Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG), que ficaram sem alimento para os animais devido aos incêndios florestais.

Recordamos que os incêndios deste Verão consumiram cerca de 3.600 hectares do único Parque Nacional português, destruindo grande parte das pastagens e colocando em perigo a sobrevivência dos animais e a viabilidade financeira da pastorícia na região.

A CE vem responder a um requerimento apresentado pela eurodeputada comunista Ilda Figueiredo, no sentido de pedir apoios comunitários que ajudem os cerca de 300 pastores do PNPG afectados pelos incêndios a ultrapassar a falta de alimento para o gado.

A eurodeputada visitou o PNPG a 24 de Agosto, considerou que o problema "mais urgente e que tem que ser resolvido no imediato" é a falta de alimento para os animais, pelo que "é urgente que se forneça a esta gente o feno para os animais, sob pena de se registar aqui um caso social muito grave".

Também o governador civil de Viana do Castelo, Pita Guerreiro, anunciou que vai "sensibilizar" o Governo no sentido de apoiar financeiramente estes pastores, embora admita que neste momento "ainda não está definido" qualquer tipo de apoio.

Parece-nos, pois, que o Governo português está à espera da resposta da CE antes de tomar uma posição sobre estes apoios, que, no essencial, provavelmente virão apenas de fundos europeus.

Assim, caso a CE apoie estes pastores, o Governo considerará que estes já obtiveram os fundos necessários e poderá optar por não complementar as verbas europeias com recursos próprios, o que será coerente com a actual política de contenção orçamental.

No entanto, em caso de demora ou recusa por parte da CE, é indispensável que o Estado português assuma as suas responsabilidades, dado que o ordenamento do território e a própria prevenção numa área protegida cabe essencialmente aos poderes central e local.

Esperar pelos apoios da CE ou adiar indefenidamente uma decisão enquanto se espera uma decisão das instâncias europeias, pode comprometer seriamente quer o eco-sistema da região, quer a própria sobrevivência de muitas explorações, do que resultará, uma vez mais, o abandono de áreas do interior com os resultados que todos conhecemos.

terça-feira, novembro 07, 2006

Publicidade Land Rover Séries I e II - 1


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No link: imagem com 900 pixels de largura

Com algum atraso em relação ao previsto, começamos hoje a publicar alguma da publicidade que a Land Rover fez aos Série I e II nos anos em que produziu estes modelos.

Esta publicidade foi distribuida sob a forma de anúncios, panfletos ou cartazes, umas vezes isoladamente, outras inseridas em revistas e, em vários casos, inclui espaço para o carimbo do "dealer", de modo a que este pudesse personalizar os folhetos que distribuia.

Optamos por colocar no "link" imagens com 900 pixels de largura, digitalizadas a 200 dpi a partir de um formato A4, de modo a não serem de dimensões excessivas, mas permitirem uma fácil visualização dos detalhes.

Neste primeiro artigo, o primeiro de oito que já estão prontos, escolhemos um modelo de Land Rover algo invulgar que, não obstante a publicidade, nunca conquistou uma grande adesão do público.

A primeira "Station Wagon", um modelo de luxo baseado no Série I, pretendia aliar as vantagens de um veículo de todo o terreno ao conforto de um automóvel, demonstrando preocupações estéticas invulgares entre os Land Rover.

Este modelo polivalente, que seria o S.U.V. da época, destinava-se a uma clientela que não prescindia de um certo estilo mas necessitava de um veículo capaz de se deslocar fora de estrada, embora não em circunstâncias tão extremas como as suportadas pelos Land Rover Série I, em que era baseada.

No entanto, dado que a adesão do público acabou por ser baixa, a produção deste modelo acabou por ser interrompida, sendo que a "Station Wagon" acabou por regressar mais tarde com uma maior identificação com o veículo que lhe serviu de base.

Reflorestação na Serra da Estrela


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Floresta de carvalhos

Começou a recolha de bolotas para a plantação de 1.000.000 de carvalhos no Vale do Zêzere, que para além da reflorestação de áreas destruidas pelas chamas, visa combater a erosão dos solos, aumentar a biodiversidade e aumentar a capacidade de armazenamento de água.

Esta iniciativa, que partiu do projecto "Um milhão de carvalhos para a Serra da Estrela" da autoria de um vigilante da natureza, preocupado com os efeitos dos grandes incêndios e promovida pela "Associação Cultural dos Amigos da Serra da Estrela", foi anunciada pelo secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa,

Este ano, o Parque Natural da Serra da Estrela foi o terceiro mais fustigado pelos fogos, que consumiram cerca de 666 hectares de floresta e mato entre os perto de 10.000 destruidos em áreas pertencentes ao Estado.

Conforme salientamos, apesar da substancial redução de área ardida relativamente ao ano passado, quase 15% dos 72.000 hectares destruidos ocorreu em Parques Naturais, sendo agora imperativo proceder à sua recuperação.

No Parque Nacional da Peneda Gerês, particularmente afectado, estão a ser equacionados diversos apoios, inclusivé a nível comunitário, por iniciativa de eurodeputados e pela pressão de autarcas e entidades regionais, mas as restantes áreas protegidas parecem algo esquecidas pelo poder político a nível central.

Seria normal que as áreas dependentes do Instituto de Conservação da Natureza (ICN) fossem apoiadas, de forma proporcional aos prejuizos, através de programas comuns promovidos pelo próprio Estado e complementados pela iniciativa das forças vivas de cada região, de forma a que em todas elas, mesmo nas economicamente mais deprimidas, houvesse uma recuperação rápida.

A conjugação dos esforços privado e público é absolutamente necessária, para além de responsabilizar todos na defesa e recuperação de um património natural que é dever perservar, pelo que deve haver complementaridade e coordenação, com o Estado a suprir as carências das regiões onde os recursos locais sejam insuficientes para a recuperação do que foi destruido.

Consideramos que não cabe ao Estado todo o esforço de recuperação, mesmo quando se trata de áreas que este administra, mas é responsabilidade do poder político tomar as medidas em termos de ordenamento e de prevenção que evitem a repetição sucessiva desta devastação, sob pena de ter que assumir em exclusivo os custos que uma população desprovida de recursos já não poderá apoiar.

Infelizmente, sobretudo nas áreas dependentes do ICN, verifica-se uma flagrante falta de capacidade de intervenção, em parte devido aos problemas orçamentais vividos por este organismo público actualmente à espera de reestruturação, mas também derivados de uma falta de políticas sérias na área ambiental, patentes na desorçamentação verificada nos últimos anos e que já mencionamos previamente.

Efectivamente, sem um reforço orçamental ou uma parceria com entidades privadas, que tem que ser avaliada de forma particularmente cuidade de forma a não mercantilizar o património natural, tornando-o apenas acessível a alguns, ou comprometendo-o com estratégias de desenvolvimento baseada numa urbanização desregrada, mesmo as mais valiosas iniciativas, como a aqui mencionada, serão de pouca valia perante a degradação generalizada

segunda-feira, novembro 06, 2006

"Não estamos errados, é a realidade que se engana"


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O profissional: Mohammed Saeed al-Sahaf

Quem não se lembra de algumas frases fantásticas ditas por políticos ou governantes que parecem viver num mundo alternativo ou aparentam ter hibernado por alguns anos?

E quem já esqueceu as justificações surrealistas para fracassos, desaires, faltas de rigor ou de verdade, com que nos deparamos quase diariamente, muitas vezes ditas por acessores ou consultores de imagem pouco experientes, que em nada contribuem para a credibilidade das palavras que dificilmente conseguem pronunciar sem rir?

Só um verdadeiro profissional, com anos de experiência na área da política e das relações públicas consegue, sem hesitações, suprir as falhas de comunicação que impedem o bom entendimento da mensagem, dando-lhe a necessária credibilidade e tranquilizando a audiência pela convicção e serenidade que transmite.

Sem dúvida que após uma breve aprendizagem da língua lusa, o impagável Mohammed Saeed al-Sahaf será a melhor, diriamos mesmo, a única opção para quem necessita de manter a seriedade enquanto contraria as evidências, explicando o inexplicável e dizendo o indizível.

Quando ouvirmos declarações que, pelo seu conteúdo, desmentem toda e qualquer evidência, lembraremos o antigo Ministro da Propaganda e a velha máxima que diz "não estamos errados, é a realidade que se engana", certos de, desta forma, exprimir de forma sucinta a nossa opinião sobre a matéria em causa.

POI66 - Envio de posições de GPS via SMS


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Posicionamento via SMS sobre o Google Earth

Afixar sobre um mapa virtual uma posição geográfica enviada via SMS foi algo que já abordamos, quando escrevemos um texto sobre o GPS2SMS e o SMS2OZI, programa que formata uma mensagem de texto a partir de informação proveniente de um GPS.

Existem, no entanto, outras alternativas que recorrem a sistemas de informação geográfica mais recentes, como o Google Earth, permitndo um conjunto de funcionalidades interessantes.

O POI66 é um servidor destinado a alojar informação provinda de um GPS e enviada via SMS, permitindo aos utilizadores registar e, posteriormente, visualizar um percurso efectuado.

O SMS pode ser enviado a partir de um quipamento com um programa próprio, como um PDA com o GPS.pi instalado, mas também de um simples telemóvel, desde que obedencendo a um conjunto de parâmetros que sejam devidamente entendidos pelo "software" instalado no servidor.

Torna-se, assim possível enviar informação posicional, que ficará armazenada num servidor, a partir do qual poderá ser visualizada pelo próprio, por um grupo autorizado, ou pelo público, sobre um mapa.

A partir deste momento, é possível descarregar o percurso em formato KML, próprio do Google Earth, ou num ficheiro standard GPX.

Também é possível armazenar outro tipo de informação geográfica no servidor, como rotas, percursos efectuados e descarregar os que foram colocados por outros utilizadores.

O servidor está localizado na Holanda e o SMS tem que ser enviado via telemóvel, não sendo posível fazê-lo via Internet excepto recorrendo a um serviço como o SkypeOut, que mencionamos previamente, com custos mais baixos do que fazendo o envio de um SMS para o estrangeiro.

Convidamos os nossos leitores a ler as páginas em inglês do POI66, visitando o "site", para o que necessitam de ter o "browser" configurado de modo a aceitar "cookies", sem o que não é possível visualizar a parte superior do menu onde se encontra a selecção de linguagem.

domingo, novembro 05, 2006

Carregador solar no Dmail


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Carregador solar no Dmail

O recurso a energia solar continua a ser particularmente negligenciado neste País, conhecido pelo elevado número de dias de Sol, pelo que os equipamentos que vão sendo apresentados no estrageiro raramente são conhecidos entre nós.

Actualmente, os paineis de energia solar para baixas voltagens já atingiram preços suficientemente atractivos para serem utilizados em várias soluções, como o carregamento de uma bateria de automóvel ou mesmo de um "power pack" ou arrancador.

A forma de operação do modelo que hoje apresentamos, com apenas 37 x 16.5 x 2.5 cm, é extremamente fácil e basta ligar a ficha na tomada de isqueiro, acendendo-se uma luz quando está a carregar a bateria, que se apaga uma vez que esta atinja a carga normal.

O painel possui uma película especial de silicone que optimiza a conversão da luz solar em electricidade, mesmo nos dias mais enevoados.

Este painel solar destina-se apenas a repor o nível de carga normal e não pode ser usado para recarregar uma bateria que esteja completamente descarregada.

Por um preço de 29.90 euros no Dmail, esta é uma solução interessante para quem deixe o veículo parado por algum tempo e pretenda evitar surpresas desagradáveis.

Falsos alertas de incêndio aumentam


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Telefone de emergência

Já havia a noção de que o número de chamadas falsas tinha atingido percentagens particularmente altas, afectando de sobremaneira as equipas do Grupo de Intervenção de Protecção e Socorro (GIPS) da Guarda Nacional Republicana (GNR), mas com o fim da "Fase Charlie", os dados começam a ser divulgados e a merecer alguma reflexão.

Usando como exemplo Bragança, registaram-se mais de 500 incêndios, de que resultou a perda de 2.402 hectares de floresta e mato e as autoridades detiveram três incendiários, mas é patente que a causa da maioria dos fogos é negligência e não qualquer acção intencional.

Só no distrito de Bragança, em cerca de 600 chamadas, 105 revelaram-se como falsas, tendo sido identificados os autores de 27 que incorrem numa pena até um ano de prisão ou até 120 dias de multa por crime de abuso e simulação de sinais de perigo.

É discutível a intenção de quem efectua estas chamadas, sendo para alguns uma forma de mobilizar meios para locais distantes das verdadeiras ocorrências, dificultando uma primeira intervenção e permitindo ao fogo alastrar-se.

Esta teoria pode ser, de alguma forma, consubstanciada na elevada percentagem de chamadas de que resultaram intervenções do GIPS, evitando que efectuassem uma intervenção rápida noutro local, mas também se podem encontrar outras justificações.

Há quem efectue falsas chamadas apenas para ver os bombeiros, sendo que no caso das unidades helitransportadas do GIPS, pode haver ainda mais motivos de interesse por parte de quem tem esta lamentável prática, que, conforme diz o governador civil de Bragança, Jorge Gomes, podem não passar de "brincadeiras de mau gosto".

Apesar de tudo, o próprio governador civil admite que podem ser práticas "elaboradas para desviar os meios e as atenções para poder fazer o fogo posto", criando a "sensação que houve falsos alertas para que o fogo se desenvolvesse noutros locais".

Segundo uma directiva comunitária, que Portugal lamentavelmente ainda não implementou, as chamadas para o número de emergência 112 devem ser georeferenciadas, como forma de agilizar o socorro, mas também para responsbilizar quem as efectua sem motivo válido.

A localização de chamadas para o 112 é assunto que já abordamos, bem como o do elevado número de falsas chamadas que motivaram saidas do GIPS, mas convém analisar o problema da responsabilização de quem activa indevidamente meios de socorro.

O regime de punições actual surge como desproporcionado relativamente aos potenciais prejuizos que uma falsa chamada pode provocar e o mero pagamento de uma multa não serve de dissuação para quem pratica tais actos.

Actos de que resultem a activação indevida de meios de socorro deviam ser punidos com uma pena nunca inferior como são sancionadas falsas declarações feitas a uma autoridade policial ou administrativa, com eventuais agravantes em função das consequências que daí decorram.

Não é difícil imaginar várias possíveis consequências que podem resultar da indisponibilidade de meios de socorro, quando uma situação de emergência real não pode ser resolvida com a necessária urgência devido ao envio dos sempre escassos meios disponíveis para acorrer a algo de inexistente.

No entanto, mesmo que da falsa activação decorra, no limite, a perda de vidas humanas, o responsável, quando é apanhado, acaba normalmente por ser condenado a pagar uma multa, independentemente das consequências do seu acto.

Assim, sugere-se a que a denúncia falsa de situações que mobilizem meios de socorro, seja agravada sempre em função dos resultados, podendo levar a uma acusação de homicídio, de modo a evitar que, anualmente, se verifique um manifesto desperdício de recursos que põe em perigo a vida e os bens das populações.