A demora na chegada de uma Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) proveniente de Vila Real a Castedo, no concelho de Alijó, poderá ter estado na origem da morte de um homem de 43 anos.
A vítima faleceu devido a uma hemorragia, na sequência de uma queda na sua casa em Castedo, tendo a VMER demorado cerca de duas horas a percorrer um trajecto normalmente efectuado em 50 minutos.
Como razão da demora, os tripulantes da VMER referiram as dificuldades resultantes do espesso nevoeiro que se fazia sentir durante a noite e que impossibilitava deslocarem-se mais rapidamente.
Esta vítima faleceu numa localidade a cerca de 50 quilómetros de Vila Real e a pouco mais de dez de Alijó, cujo Serviço de Atendimento Permanente (SAP) do centro de saúde foi encerrado no final do mês de Dezembro passado.
O acidente ocorreu pelas 03:30, tendo uma ambulância dos bombeiros de Alijó chegado perto de meia hora depois, mas como não dispunha de meios de socorro e de uma tripulação com a formação necessária, foi necessário chamar a VMER de Vila Real.
Já há muito que levantamos o problema de eventuais atrasos resultantes de dificuldades no trajecto ou indisponibilidade do meio de socorro primário, pelo que não nos espanta que tal tenha sucedido, sobretudo numa zona do Interior de difíceis acessos e onde as condições climáticas podem atrasar o socorro.
Uma situação como a ocorrida no concelho de Alijó, era expectável, mesmo sendo impossível de prever onde e quando, mas as condições estavam criadas a partir do momento em que a urgência local fechou e os meios de socorro não podiam assegurar que chegariam dentro do tempo previsto.
Não basta ter um mapa de Portugal para desenhar um mapa de urgências, posicionar meios de socorro ou determinar a localização de transportes, sendo absolutamente necessário efectuar simulações, prever situações de excepção, como a alteração de condições climáticas, avarias, indisponibilidades ou outras, e estabelecer planos alternativos que garantam a segurança das populações.
Há mortes que não podem ser evitadas, mas as que dependerem de um planeamento negligente, de incompetência ou de falta de trabalho deve ser investigado e os responsáveis deverão ser identificados e punidos por algo que, sendo praticado fora da área política, seria considerado como um crime grave.
quinta-feira, janeiro 24, 2008
quarta-feira, janeiro 23, 2008
Videochamada no socorro
Com a vulgarização dos telemóveis de 3ª geração e de programas que permitem a sua ligação a sistemas informáticos, torna-se algo incompreensível que as centrais e equipamentos de entidades responsáveis pelo socorro não implementem um conjunto de funcionalidades que em muito contribuiriam para um atendimento mais eficaz.
A possibilidade de transmitir vídeo em situações de emergência, aliando a imagem em tempo real à descrição, bem como a de um interlocutor qualificado exemplificar, por exemplo, uma manobra de reanimação a ser aplicada remotamente, estão hoje ao alcance dos actuais meios tecnológicos, os quais podem ser obtidos com verbas cada vez mais reduzidas.
Também para quem presta assistência, a possibilidade de estar em contacto vídeo com um especialista, confere uma maior segurança, diminui a possibilidade de erro e permite receber instruções precisas, que podem, inclusivé, ajudar a salvar vidas humanas.
Quando se pretende estabelecer novas redes de comunicações integradas, que sirvam de base a forças de segurança e entidades responsáveis pelo socorro, o suporte de vídeo, aliado ao aúdio, é um requesito que consideramos essencial para prestar uma assistência tão rápida e precisa quanto possível.
No passado mencionamos um "software" da Vodafone que pode contribuir para esta solução, sendo que aconselhamos a quem desempenhe missões na área do socorro a obter um telemóvel de 3ª geração, que hoje custam menos de uma centena de euros, e a solicitar a instalação do programa apropriado num computador acessível por quem possa dar um apoio de 2ª linha.
Numa altura em que o isolamento das populações é cada vez maior e o socorro é efectuado, muitas vezes, por equipas isoladas, o recurso a novas tecnologias, actualmente pouco dispendiosas, é algo que deve ser equacionado nos locais onde as redes de comunicações permitam a realização de video-chamadas.
A possibilidade de transmitir vídeo em situações de emergência, aliando a imagem em tempo real à descrição, bem como a de um interlocutor qualificado exemplificar, por exemplo, uma manobra de reanimação a ser aplicada remotamente, estão hoje ao alcance dos actuais meios tecnológicos, os quais podem ser obtidos com verbas cada vez mais reduzidas.
Também para quem presta assistência, a possibilidade de estar em contacto vídeo com um especialista, confere uma maior segurança, diminui a possibilidade de erro e permite receber instruções precisas, que podem, inclusivé, ajudar a salvar vidas humanas.
Quando se pretende estabelecer novas redes de comunicações integradas, que sirvam de base a forças de segurança e entidades responsáveis pelo socorro, o suporte de vídeo, aliado ao aúdio, é um requesito que consideramos essencial para prestar uma assistência tão rápida e precisa quanto possível.
No passado mencionamos um "software" da Vodafone que pode contribuir para esta solução, sendo que aconselhamos a quem desempenhe missões na área do socorro a obter um telemóvel de 3ª geração, que hoje custam menos de uma centena de euros, e a solicitar a instalação do programa apropriado num computador acessível por quem possa dar um apoio de 2ª linha.
Numa altura em que o isolamento das populações é cada vez maior e o socorro é efectuado, muitas vezes, por equipas isoladas, o recurso a novas tecnologias, actualmente pouco dispendiosas, é algo que deve ser equacionado nos locais onde as redes de comunicações permitam a realização de video-chamadas.
Vodafone apresenta software de envio de SMS e MMS para PC
Após ter disponibilizado um programa que permite efectuar e receber videochamadas através de um computador para um telemóvel ou entre computadores, a Vodafone apresentou uma "toolbar", que permite enviar SMS e MMS a partir de um computador ligado à Internet.
Esta nova "toolbar", em conjunto com o programa, permitem efectuar chamadas de voz e vídeo, caso o computador disponha dos recursos necessários e vem dar mais um passo no sentido da integração entre computadores pessoais e as diversas formas de comunicação suportadas pelos modernos telemóveis.
É igualmente possível reconhecer em sites números telefónicos, tal como o faz um "add-on" do Skype, e efetuar chamadas para esses números através de uma simples indicação dada através do rato.
Tal como o "Vodafone Webphone", é necessário associar um número de telefone deste operador à aplicação, mas agora esta surge integrada no Internet Explorer, sob o formato de uma barra de ferramentas, e não como um programa adicional.
Outra vantagem é a possibilidade de partilhar contactos entre o computador e o telemóvel, guardar conteúdos e salvaguardar informação, facilitando a gestão integrada de ambas as plataformas.
O "software" está dispnível no "site" do operador, podendo ser descarregado e instalado sem custos nos computadores dos clientes da Vodafone, que continua na vanguarda deste tipo de aplicações que poderão ter um impacto substancial em diversas áreas, entre as quais a do socorro.
Esta nova "toolbar", em conjunto com o programa, permitem efectuar chamadas de voz e vídeo, caso o computador disponha dos recursos necessários e vem dar mais um passo no sentido da integração entre computadores pessoais e as diversas formas de comunicação suportadas pelos modernos telemóveis.
É igualmente possível reconhecer em sites números telefónicos, tal como o faz um "add-on" do Skype, e efetuar chamadas para esses números através de uma simples indicação dada através do rato.
Tal como o "Vodafone Webphone", é necessário associar um número de telefone deste operador à aplicação, mas agora esta surge integrada no Internet Explorer, sob o formato de uma barra de ferramentas, e não como um programa adicional.
Outra vantagem é a possibilidade de partilhar contactos entre o computador e o telemóvel, guardar conteúdos e salvaguardar informação, facilitando a gestão integrada de ambas as plataformas.
O "software" está dispnível no "site" do operador, podendo ser descarregado e instalado sem custos nos computadores dos clientes da Vodafone, que continua na vanguarda deste tipo de aplicações que poderão ter um impacto substancial em diversas áreas, entre as quais a do socorro.
terça-feira, janeiro 22, 2008
Negociação em cenários de crise
The Elements of Police Hostage and Crisis Negotiations
Qualquer negociação em cenários de crise deve ser deixada a profissionais, mas, numa fase inicial, pode caber ao pessoal de socorro estabelecer um primeiro contacto com potenciais agressores ou vítimas, cabendo-lhes uma importante função na estabilização da situação, evitando a sua escalada.
Este livro aborda vários dos aspectos de um processo negocial, detalhando um conjunto de procedimentos e de alternativas e facilitando uma avaliação do risco, incluindo diversas possíveis variações em função do cenários, dos participantes e de todo um conjunto de factores condicionantes.
Mesmo sabendo que a maioria dos nossos leitores nunca estarão envolvidos em nenhuma situação semelhante às descritas e que poderão ter um interesse limitado neste assunto, não quisemos deixar de mencionar um livro que, com capa mole, custa perto da vintena de euros na Amazon inglesa ou no EBay e inclui um conjunto de informações que poderão ajudar a evitar uma tragédia, pelo que sugerimos a sua leitura ou a de uma obra equivalente a quem desempenhe missões de socorro.
Alarme com localização via GSM F900A - 2ª parte
Triangulação via GSM através de 3 antenas
Uma implementação do "microchip" da KEELOQ, que permite códigos de 66 digitos encriptados, garante um sem número de combinações, de modo a que a intercepção e descodificação dos comandos seja virtualmente impossível, sendo necessários anos de tentativas para que surja uma repetição.
A localização via GSM tem as limitações que já mencionamos, diferentes das inerentes ao sistema GPS, mas oferecem uma vantagem importante, concretamente a de se manter activa dentro de portas, desde que haja rede de telemóvel, enquanto os GPS quando os veículos estão, por exemplo, numa garagem coberta, deixam de fornecer dados posicionais actualizados.
A complementaridade entre a localização via GPS e GSM seria, obviamente o sistema mais seguro, sem que daí decorresse um substancial aumento no preço do equipamento, mas até agora não encontramos nenhum fabricante que explorasse esta possibilidade e garantisse a redundância e a detecção mútua de erros.
Este equipamento que apresentamos, pelo preço, justifica uma análise e uma avaliação, sobretudo por quem use o veículo essencialmente em zonas urbanas, onde a densidade de antenas GSM é maior e os GPS, devido à profusão de edifícios de grandes dimensões, túneis, viadutos e outros obstáculos, apresenta maiores dificuldades de funcionamento.
segunda-feira, janeiro 21, 2008
Adaptador USB BlueTooth
Um novo modelo de adaptador BlueTooth com "interface" USB tem vindo a aparecer em lojas de baixo preço, sendo vendido por perto de uma dezena de euros.
Relativamente ao modelo que apresentamos previamente, existem duas diferenças substanciais, sendo a primeira a inclusão de controladores para o Windows Vista, tornando-o apto para este sistema operativo da Microsoft, enquanto a segunda é o formato tipo "pen", sem uma antena destacável e com o conector USB protegido quando não está em uso.
O alcance máximo anunciado é de 100 metros, sendo este limitado devido a obstáculos ou intreferências, e pode ser utilizado para, por exemplo, ligar um telemóvel ao computador e efectuar a salvaguarda de dados contidos neste ou usá-lo como meio de acesso à Internet.
Outra utilização comum será a ligação do computador ao cada vez maior número de receptores de GPS com bluetooth, permitindo um posicionamento ideal dos vários equipamentos sem os constrangimentos que resultam do uso de cabos.
Este é um tipo de equipamento de comunicação cada vez mais comum, que pode servir para pequenas redes não estruturadas e que, obviamente apresentarão vulnerabilidades a nível de segurança, sendo que será uma opção a ter em conta para quantos tiverem computadores que não incluam de origem um "interface" bluetooth.
Relativamente ao modelo que apresentamos previamente, existem duas diferenças substanciais, sendo a primeira a inclusão de controladores para o Windows Vista, tornando-o apto para este sistema operativo da Microsoft, enquanto a segunda é o formato tipo "pen", sem uma antena destacável e com o conector USB protegido quando não está em uso.
O alcance máximo anunciado é de 100 metros, sendo este limitado devido a obstáculos ou intreferências, e pode ser utilizado para, por exemplo, ligar um telemóvel ao computador e efectuar a salvaguarda de dados contidos neste ou usá-lo como meio de acesso à Internet.
Outra utilização comum será a ligação do computador ao cada vez maior número de receptores de GPS com bluetooth, permitindo um posicionamento ideal dos vários equipamentos sem os constrangimentos que resultam do uso de cabos.
Este é um tipo de equipamento de comunicação cada vez mais comum, que pode servir para pequenas redes não estruturadas e que, obviamente apresentarão vulnerabilidades a nível de segurança, sendo que será uma opção a ter em conta para quantos tiverem computadores que não incluam de origem um "interface" bluetooth.
Ambulâncias onde havia hospitais
Ambulância do INEM ao lado de uma VMER
Com um pedido de esclarecimentos, seja em sede de comissão parlamentar, seja noutro local, não se está a acusar ninguém, mas a pretender uma explicação para um conjunto de decisões que poderão estar ligadas com um dado acontecimento que para alguns levanta dúvidas enquanto para outros há muito que existem certezas.
Nunca será possível provar que a manutenção em funcionamento das urgências do Hospital de Anadia poderia ter evitado a morte de um bebé, que perdeu a vida não obstante os esforços do INEM, tal como não será possível, em boa fé, demonstrar o contrário, pelo que ambas as partes irão continuar a esgrimir argumentos que nunca convencerão os oponentes.
O que será sempre intuitivo é que havendo mais meios, a possibilidade de ter salvo esta vida seria maior e que o fecho de urgências e serviços de saúde, tal como tem vindo a suceder, se não resultou na perda desta vida, certamente será responsável pela morte de outros seres humanos, mesmo que tal seja difícil de provar de forma isolada.
Este é uma evidência que, infelizmente, será facilmente demonstrável quando ocorrer uma situação grave que obrigue a uma intervenção de emergência num local do Interior onde, seja por corte das estradas, seja por dificuldades de orientação, seja por qualquer outro factor conexo, não for possível prestar a devida assistência médica de forma atempada e daí resulte igualmente a perda de uma vida.
Não temos tido, pelo menos até agora, um Inverno rigoroso, com estradas intransitáveis, mas quando tal acontecer, as consequências do fecho de tantas unidades de saúde será sentida, e aí não haverá nem desculpa nem perdão para quem optou por esta política que confunde socorro com assistência hospitalar enquanto transforma hospitais em ambulâncias estacionadas em localidades cada vez mais desertas.
domingo, janeiro 20, 2008
Bebé morre no estacionamento do Hospital de Anadia - 2ª parte
Uma Viatura Médica de Emergência e Reanimação
Já nos insurgimos contra a promiscuidade entre o socorro e o tratamento hospitalar e a ideia de que é possível substituir uns pelos outros sem por em perigo as populações e causar um evidente alarme social, patente nas inúmeras manifestações populares onde o descontentamento e o medo são evidentes.
Também não conseguimos descobrir nos estudos feitos uma análise séria do próprio socorro, com temporizações baseadas em simulações ocorridas em diversos tipo de condições reais, mobilização dos vários tipos de meios de acordo com a caracterização do incidente, sistemas de redundância em caso de falha do meio primário, e tantas outras variáveis sem as quais não se pode considerar que exista um planeamento efectivo.
Devemos colocar várias situações, como a possibilidade de a ambulância do INEM estar mais distante, de a VMER de Coimbra estar a prestar socorro e não poder acorrer a esta urgência, e interrogarmo-nos sobre qual seria a resposta de um sistema que se baseia na disponibilidade de meios móveis para os quais há poucas ou nenhumas alternativas.
Nem mesmo o inquérito poderá determinar com certeza se outros meios de socorro teriam podido salvar esta vida, mas enquanto não houver estudos sérios outras se irão perder sem que, mais uma vez, se saiba se tudo foi planeado, organizado e realizado para as salvar.
A falta de planeamento que se verifica nesta área vem em linha com a inexistência de uma visão de conjunto de de um plano de desenvolvimento para o País, algo que denunciamos repetidamente e que se torna tanto mais evidente quanto o número de vítimas de uma política desastrosa vai aumentando.
Num País onde não há responsabilidade política e as más decisões passam impunes, podia, ao menos, haver um sentimento de vergonha que evitasse que opções que se baseiam em erros flagrantes possam manter-se apenas por teimosia ou incapacidade de aceitar que houve uma efectiva precipitação nas decisões e que estas devem ser reequacionadas antes que se percam mais vidas humanas.
sábado, janeiro 19, 2008
Bebé morre no estacionamento do Hospital de Anadia - 1ª parte
Ambulância do INEM ou urgência móvel?
Ontem, foi uma criança de dois meses do sexo feminino a morrer a bordo de uma da ambulância do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) durante o trajecto entre o local onde foi efectuada uma tentativa de reanimação e uma urgência hospitalar.
Lembramos que a urgência do Hospital de Anadia foi uma das que foram encerradas, tendo-se a população manifestado por diversas vezes contra esta decisão do ministério da Saúde.
As versões relativamente ao sucedido são contraditórias, sendo que para o representante do movimento "Utentes para a Saúde", o atraso na assistência decorre de um desencontro entre a ambulância do INEM, que não teria pessoal especializado a bordo e a viatura de médica de emergência e reanimação (VMER), que inclui um médico e o equipamento neessário.
Para o INEM, não houve nem desencontros nem atrasos, tendo eventuais atrasos tido origem na opção dos pais da criança em dirigirem-se para o Hospital de Anadia, que já não tem urgência, pelo que não era possível prestar a devida assistência médica nesse local, razão pela qual foi marcado aí um encontro com uma ambulância.
Ainda segundo o INEM, a ambulância que interveio estava de regresso de Coimbra e encontrou-se com os pais da criança três minutos depois de accionada em pleno parque de estacionamento do Hospital da Anadia, sendo que passado cerca de um quarto de hora chegou uma VMER.
Nesta altura, após 40 minutos de esforços, foi possível reanimar o bebé que s encontrava em paragem cardio-respiratória, tendo sido transportado na ambulância do INEM para as urgências do Hospital Pediátrico de Coimbra, onde chegou já sem vida.
Para o porta-voz do INEM, o presidente da Administração Regional de Saúde do Centro e o ministro da Saúde, apesar do desfecho, tudo decorreu com normalidade e os meios corresponderam de forma correcta, acrescentando que não é possível relacionar esta morte com recente fecho do serviço de urgências do Hospital da Anadia.
sexta-feira, janeiro 18, 2008
Alarme com localização via GSM F900A - 1ª parte
Alarme com localização via GSM CVEYH-F900A
Já abordamos a questão da determinação do posicionamento via GSM por diversas vezes e em várias circunstâncias, mas nunca como base de um sistema de alarme que dispensa o uso e o custo do mais tradicional GPS.
De entre os vários modelos disponíveis, com valores entre os perto de 75 e os 110 euros, a que acrescem portes e taxas alfandegárias, optamos por descrever o F900A, que opera nas bandas dos 900 e 1.800 MHz, sendo, portanto, compatíveis com a rede de GSM existente em Portugal.
Este modelo de alarme, para além das funções mais habituais de detecção de intrusão, vibração, abertura de portas, entre outras, mas implementa também um sistema de localização baseada na triangulação de antenas GSM, processo que já descrevemos e que se baseia na cronometragem do tempo que dura o sinal proveniente de cada antena na área.
Através de uma ligação telefónica é possível saber o estado da viatura e agir sobre ela, trancando ou destrancando as portas, activando as luzes ou cortando o fluxo de combustível e provocando a paragem do motor.
É possível operar o sistema através de comandos de voz, facilmente memorizáveis, substituindo assim os mais complexos comandos através de instruções de texto enviadas via SMS, que controlarão as funções do alarme e monitorizarão o sistema.
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