Para os nossos leitores que usam o Picasa, o sistema de albuns fotográficos do Google, ou que ainda não o usam por uma questão de linguagem, informamos que existe agora suporte para o português.
A nossa língua foi introduzida incluida num vasto conjunto onde se podem encontrar desde o chinês ao polaco, passando pelo turco ou coreano, dando ao Picasa uma maior facilidade de utilização por parte de quem tem maiores dificuldades com o inglês.
Para os que ainda não conhecem esta plataforma, convidamo-los a visitar o "site" onde é possível colocar fotografias dispostas em albuns, editando-as ou organizando-as da forma que julgarmos mais conveniente, num serviço gratuito e que tem demonstrado uma grande fiabilidade e disponibilidade.
sábado, dezembro 09, 2006
sexta-feira, dezembro 08, 2006
Multímetro e busca-polos de 12V
A recente necessidade de substituir as velas de aquecimento do nosso Land Rover S3 e de efectuar um conjunto de testes justificou a aquisição de algum equipamento capaz de verificar os circuitos eléctricos de um veículo.
Já dispunhamos de um multímetro, adquirido por um valor de 5.50 euros e que, provavelmente não tendo a precisão de modelos mais dispendiosos, incorpora um conjunto de funções que serão as essenciais.
Para além das funções de voltímetro e amperímetro, este modelo permite ainda testar díodos de vários modelos e resistências, havendo um modelo semelhante com capacidade para ler temperaturas.
As instruções, suficientemente detalhadas, vêm num inglês perceptível, não obstante alguns erros gramaticais que tornam algo dúbias algumas das frases mais complexas.
Trata-se do modelo mais tradicional, com um cabo terminado num crocodilo que se destina a prender a uma massa, após o que é possível com a ponta da chave pesquisar a continuidade de um dado circuito eléctrico.
Ambos os equipamentos foram adquiridos numa loja gerida por chineses, tendo até agora tido um desempenho perfeitamente aceitável, algo comum aos equipamentos eléctricos e electrónicos e que contrasta de forma flagrante com as ferramentas ou equipamentos mecânicos, cuja qualidade é, no mínimo, altamente discutível e de aquisição muito pouco aconselhável.
Já dispunhamos de um multímetro, adquirido por um valor de 5.50 euros e que, provavelmente não tendo a precisão de modelos mais dispendiosos, incorpora um conjunto de funções que serão as essenciais.
Para além das funções de voltímetro e amperímetro, este modelo permite ainda testar díodos de vários modelos e resistências, havendo um modelo semelhante com capacidade para ler temperaturas.
As instruções, suficientemente detalhadas, vêm num inglês perceptível, não obstante alguns erros gramaticais que tornam algo dúbias algumas das frases mais complexas.
Busca-polos de 12 volts: 0.75 euros
Trata-se do modelo mais tradicional, com um cabo terminado num crocodilo que se destina a prender a uma massa, após o que é possível com a ponta da chave pesquisar a continuidade de um dado circuito eléctrico.
Ambos os equipamentos foram adquiridos numa loja gerida por chineses, tendo até agora tido um desempenho perfeitamente aceitável, algo comum aos equipamentos eléctricos e electrónicos e que contrasta de forma flagrante com as ferramentas ou equipamentos mecânicos, cuja qualidade é, no mínimo, altamente discutível e de aquisição muito pouco aconselhável.
Bombeiros fazem dois serviços por minuto
Um relatório da responsabilidade da Escola Nacional de Bombeiros (ENB), permite concluir que os voluntários, nestes primeiros 10 meses de 2006, asseguraram dois serviços por minuto.
Entre os dias 1 de Janeiro e 31 de Outubro, foram realizados 881.538 serviços, correspondendo a quase 3.000 por dia, sem incluír os transportes de doentes não urgentes, estimados em cerca de 6.000 deslocações diárias.
No topo encontra-se a emergência pré-hospitalar, que corresponde a perto de 60% do volume total, seguindo-se os acidentes rodoviários e outros, com 4.7% e os incêndios com cerca de 4.5%.
Neste número incluem-se 102.613 serviços, correspondentes a 11.6% do total, que são efectuados fora do âmbito da emergência e do socorro, incluindo-se serviços de prevenção em espectáculos, eventos desportivos, abastecimento de água, limpeza de vias ou queimadas.
Ainda de acordo com o estudo da ENB, 63% das intervenções são da responsabilidade de bombeiros voluntários, sendo as restantes efectuadas por elementos remunerados.
Para o presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) este número está para além do limite da capacidade de esforço das corporações de muitas zonas do País e considera que "esta quantidade de serviços corresponde a um patamar limite na maior parte dos casos e noutros ultrapassa o admissível".
Perante estes números, o problema dos falsos alertas, ontem mencionado, assume-se como um problema de extrema importância, dado consumir uma substancial parte dos cada vez mais escassos recursos disponíveis.
Por esta razão, temos vindo a insistir na necessidade absoluta de implementar um sistema de localização de chamadas, bem como outras medidas complementares de dissuasão, e de reforçar os meios das corporações que hoje enfrentam maiores dificuldades de resposta, para o que é necessário equacionar novas soluções a nível de financiamento e de profissionalização.
Estando em discussão um pacote legislativo proposto pelo Governo, que aborda estes temas, torna-se necessário proceder a um debate urgente que implemente as necessárias alterações num conjunto de diplomas francamente incapazes de resolver os problemas das associações e que os podem agravar seriamente através da desmotivação que estão a provocar.
Entre os dias 1 de Janeiro e 31 de Outubro, foram realizados 881.538 serviços, correspondendo a quase 3.000 por dia, sem incluír os transportes de doentes não urgentes, estimados em cerca de 6.000 deslocações diárias.
No topo encontra-se a emergência pré-hospitalar, que corresponde a perto de 60% do volume total, seguindo-se os acidentes rodoviários e outros, com 4.7% e os incêndios com cerca de 4.5%.
Neste número incluem-se 102.613 serviços, correspondentes a 11.6% do total, que são efectuados fora do âmbito da emergência e do socorro, incluindo-se serviços de prevenção em espectáculos, eventos desportivos, abastecimento de água, limpeza de vias ou queimadas.
Ainda de acordo com o estudo da ENB, 63% das intervenções são da responsabilidade de bombeiros voluntários, sendo as restantes efectuadas por elementos remunerados.
Para o presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) este número está para além do limite da capacidade de esforço das corporações de muitas zonas do País e considera que "esta quantidade de serviços corresponde a um patamar limite na maior parte dos casos e noutros ultrapassa o admissível".
Perante estes números, o problema dos falsos alertas, ontem mencionado, assume-se como um problema de extrema importância, dado consumir uma substancial parte dos cada vez mais escassos recursos disponíveis.
Por esta razão, temos vindo a insistir na necessidade absoluta de implementar um sistema de localização de chamadas, bem como outras medidas complementares de dissuasão, e de reforçar os meios das corporações que hoje enfrentam maiores dificuldades de resposta, para o que é necessário equacionar novas soluções a nível de financiamento e de profissionalização.
Estando em discussão um pacote legislativo proposto pelo Governo, que aborda estes temas, torna-se necessário proceder a um debate urgente que implemente as necessárias alterações num conjunto de diplomas francamente incapazes de resolver os problemas das associações e que os podem agravar seriamente através da desmotivação que estão a provocar.
quinta-feira, dezembro 07, 2006
Esquema de circuito de pré aquecimento
No link: imagem com 900 pixels de largura
Relativamente a outros detalhes deste equipamento da Fourthgen, fabricado na Índia, lembramos um texto que publicamos há alguns meses, onde o funcionamento é explicado.
Na imagem que hoje disponibilizamos, mais detalhada do que a inicialmente publicada, é possível ver quais os componentes, as ligações a efectuar, bem como algumas características físicas do sistema.
Este esquema destina-se a uma melhor compreensão deste sistema e a despertar o interesse dos mais curiosos ou de quem tenha maior apetência por sistemas eléctricos ou electrónicos instalados em veículos motorizados.
Uma em cada seis chamadas para os bombeiros é falsa
Ambulância do INEM numa emergência
Segundo um estudo divulgado esta semana, o número de ocorrências fictícias que implicam a mobilização de meios foi de 145.104, correspondendo a 16.5 %, ou perto de uma em cada seis, do total de serviços prestados pelos bombeiros.
Para o presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP), Duarte Caldeira, "é um número altíssimo, tremendo, e tem vindo a crescer", salientando que estas chamadas fictícias mobilizam meios que deixam de estar disponíveis para socorrer quem realmente precisa, pelo que "um falso alarme é um acto imoral e criminoso. Quem age desta forma é responsável pela dificuldade no socorro e até pela perda de vidas".
A título de exemplo, um acidente de viação pode implicar a activação de uma ambulância, de um veículo de desencarceramento e de oito bombeiros, meios que poderão ser necessários, em simultâneo, noutro local.
Existe ainda a vertente económica, já que estamos a falar do desperdício de milhões de euros, sobretudo em combustível, mas também em desgaste de material e no cansaço dos efectivos, quase sempre sobrecarregados com trabalho.
Para além do mais, cada saída em emergência representa um agravar da carga psicológica e um risco acrescido, dado que são trajectos efectuados a velocidades elevadas e, portanto, com uma maior probabilidade de sofrer um acidente.
Se para o presidente da Liga seria necessário apostar na educação cívica e esclarecimento das dificuldades das corporações junto da opinião pública, pensamos que será necessário ir mais longe no sentido de resolver um problema que já abordamos no passado e continua extremamente actual.
Não é novidade para ninguém que o número de falsas chamadas de emergência tem vindo a aumentar, sobretudo para os bombeiros, já que existe um maior receio de o fazer relativamente às forças de segurança.
Este número atinge hoje proporções absurdas, estimando-se que uma em cada seis saídas acaba por ser inútil, fruto do que uns pensam ser apenas uma brincadeira de mau gosto, mas que, efectivamente, assume contornos de verdadeiro crime, que poderá ser agravado em função dos resultados.
Infelizmente, a activação indevida de meios, para além de difícil de detectar, é apenas punida com uma multa que nem sequer compensa os custos da saída de emergência, quanto mais as potenciais consequências que podem resultar da falta de meios.
Este é um dos casos em que se impõe a mudança de legislação, punindo severamente que faça chamadas falsas e implementando um sistema de localização de chamadas de emergência, tal como é imposto pela Comissão Europeia e nunca foi levado a cabo pelo Estado português que, assim, se assume como o principal cúmplice desta lamentável situação.
Mesmo sabendo que a localização de chamadas é difícil, sobretudo quando efectuada a partir de telemóveis recarregáveis, portanto sem contrato, ou de telefones públicos, o simples facto de ser implementado um sistema de localização ou uma confirmação através de um "call-back", poderia dissuadir muitos dos criminosos que prejudicam as verdadeiras vítimas, enquanto esquecem que um dia poderão ser eles a necessitar de meios de socorro que não se encontram disponíveis devido a uma falsa chamada.
Esta é a típica situação em que um conjunto de infelizes circunstâncias, a que o Estado não é alheio, contribuem decisivamente para dificultar uma tarefa que, já de sí, é das mais complexas e necessárias para proteger os nossos concidadãos.
quarta-feira, dezembro 06, 2006
Portal dos Bombeiros de Portugal . Net
Portal dos Bombeiros - Portugal . Net
Neste Portal, para além de informações actualizadas sobre os bombeiros e o socorro, destaca-se o fórum para troca de ideias e debate e uma galeria fotográfica que é, provavelmente, a maior existente em Portugal sobre este tema.
O registo é gratuito, mas necessário par aceder a todos os vastos recursos e informações disponíveis, pelo que será aconselhado a todos quantos queiram acompanhar mais directamente as actividades dos bombeiros portugueses.
Página de "road books"
Da responsabilidade do "mestre" Parola Gonçalves, está disponível um novo "site" com uma extensa colecção de cadernos de itinerário ou "road books", que abrangem grande parte do País.
Para além dos "road books", estão também disponíveis "waypoints" e "tracks" para GPS, em formato PLT, compatíveis com os programas mais habituais, como o Oziexplorer ou o CompeGPS e que usam como base as conhecidas cartas militares do Instituto Geográfico do Exército da série 888 à escala 1/25.000.
A utilização de "road books", para além de aumentar a segurança dado incluirem um trajecto onde eventuais perigos são assinalados, incluem pontos de interesse, com valor cultural ou ambiental e, em alguns casos, uma descrição histórica da zona a percorrer.
Lembramos que já aqui mencionamos outros "road books", nomeadamente os do Clube Escape Livre, e que o Oziexplorer foi detalhado num conjunto de artigos explicativos.
Em actividades de voluntariado, como na prevenção de fogos, a utilização destes itinerários permite adicionar uma componente lúdica importante, capaz de tornar cada trajecto mais atractivo e valorizando culturalmente os participantes.
Sobretudo para os adeptos do todo o terreno, mas também por quem se interesse por orientação, este é, indiscutivelmente, um "site" a visitar.
Para além dos "road books", estão também disponíveis "waypoints" e "tracks" para GPS, em formato PLT, compatíveis com os programas mais habituais, como o Oziexplorer ou o CompeGPS e que usam como base as conhecidas cartas militares do Instituto Geográfico do Exército da série 888 à escala 1/25.000.
A utilização de "road books", para além de aumentar a segurança dado incluirem um trajecto onde eventuais perigos são assinalados, incluem pontos de interesse, com valor cultural ou ambiental e, em alguns casos, uma descrição histórica da zona a percorrer.
Lembramos que já aqui mencionamos outros "road books", nomeadamente os do Clube Escape Livre, e que o Oziexplorer foi detalhado num conjunto de artigos explicativos.
Em actividades de voluntariado, como na prevenção de fogos, a utilização destes itinerários permite adicionar uma componente lúdica importante, capaz de tornar cada trajecto mais atractivo e valorizando culturalmente os participantes.
Sobretudo para os adeptos do todo o terreno, mas também por quem se interesse por orientação, este é, indiscutivelmente, um "site" a visitar.
terça-feira, dezembro 05, 2006
Nas bancas o nº 14 da Revista Land Portugal
Capa do nº 14 da Revista Land Portugal
Especialmente agradável, é a reportagem sobre Cabo Verde, onde os Série estão em particular destaque numa paisagem digna de ser apreciada.
Também é de ler com interesse o artigo sobre o Camel do nosso amigo Fidalgo e Sousa que ocupa diversas páginas com uma viatura particularmente interessante.
Dado que desde ontem se encontrava disponível em diversos pontos de venda em Lisboa, será de esperar que hoje esteja à venda em todo o País.
Licenciatura em Protecção Civil
Fogo no interior de um armazém
Esta nova licenciatura resulta de uma parceria entre a ENB e o Instituto Superior da Educação e Ciências, tendo o curso sido recentemente homologado pelo Ministério da Educação.
O curso tem saidas profissionais a nível dos gabinetes de Protecção Civil municipais, distritais e nacional, institutos a operar no sector, gabinetes de protecção e segurança de empresas e organismos de investigação.
Esta licenciatura vem cobrir uma área de formação onde se verificavam várias carências, mas a sua real valia vai sobretudo verificar-se no termo dos primeiros cursos, quando os novos licenciados tiverem a oportunidade de demonstrar o quanto aprenderam durante os três anos de formação.
Espera-se que, ao contrário do que sucede com muitas licenciaturas em Portugal, este curso tenha uma substancial componente prática, que permita uma fácil integração dos formandos numa área de actuação onde os erros tendencialmente se pagam caro, evitando assim acidentes com consequências desastrosas.
A ENB já demonstrou a sua experiência nesta área de formação, com um curso de pós-graduação em Gestão de Emergência com o objectivo de "proporcionar conhecimentos e perícias necessárias para o desempenho das funções de gestor de emergência" e que teve como destinatários técnicos e responsáveis com funções neste sector de actividade.
Para além destes cursos, a ENB formou, nos últimos anos, mais de 1.800 chefes de equipa de combate a incêndios florestais e só no ano passado deu formação a mais de 10.000 elementos.
A ENB existe há 11 anos e resulta de uma parceria entre o Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil (SNBPC) e a Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP), tendo centros de formação em Sintra, onde está sedeada, na Lousã, em Bragança, que sofre de vários problemas, e em São João da Madeira.
O orçamento da ENB é garantido por verbas do Estado, via SNBPC, no valor de 3.000.000 de euros, fundos comunitários e receitas próprias, que representam 14% do total.
segunda-feira, dezembro 04, 2006
Já está disponível a versão Beta do Skype 3.0
Está disponível para "download" a versão Beta do Skipe 3.0, que integra um conjunto de novas funções e um "interface" inteiramente renovado.
Para além de uma aposta nos "chat rooms" ou na integração com o motor de pesquisa Google, o Skipe 3.0 aposta numa maior velocidade e clareza no som, de modo a que as chamadas via Internet rivalizem cada vez mais com os processos convencionais.
Tal como as versões Beta de outros programas, o Skipe 3.0 está ainda em fase de testes e poderá não apresentar a estabilidade de versões mais antigas, pelo que só se aconselha a quem tiver experiência prévia neste produto e queira, com a sua utilização, contribuir para o que será a versão final.
As opções pagas, como o SkypeIn ou SkypeOut, entre outras, estão disponíveis e integradas na nova versão, sendo que explicações acerca destas extensões podem ser lidas num dos textos que publicamos há alguns meses.
Para quem use o SkypeOut, a extensão que permite usar o Skype directamente a partir do Explorer, onde verá aparecer um icon em substituição dos números de telefone identificados, é particulamente bem vindo e acrescenta uma funcionalidade interessante, capaz de facilitar em muito as comunicações.
Sendo um dos "standards" da comunicação de voz e vídeo na Internet, com possibilidade de envio de SMS ou de comunicação de voz com equipamentos convencionais, continua a faltar ao Skype o uso de uma "gateway" de voz e imagem que permita aos utilizadores efectuar videochamadas para os telefones móveis de última geração.
Para além de uma aposta nos "chat rooms" ou na integração com o motor de pesquisa Google, o Skipe 3.0 aposta numa maior velocidade e clareza no som, de modo a que as chamadas via Internet rivalizem cada vez mais com os processos convencionais.
Tal como as versões Beta de outros programas, o Skipe 3.0 está ainda em fase de testes e poderá não apresentar a estabilidade de versões mais antigas, pelo que só se aconselha a quem tiver experiência prévia neste produto e queira, com a sua utilização, contribuir para o que será a versão final.
As opções pagas, como o SkypeIn ou SkypeOut, entre outras, estão disponíveis e integradas na nova versão, sendo que explicações acerca destas extensões podem ser lidas num dos textos que publicamos há alguns meses.
Para quem use o SkypeOut, a extensão que permite usar o Skype directamente a partir do Explorer, onde verá aparecer um icon em substituição dos números de telefone identificados, é particulamente bem vindo e acrescenta uma funcionalidade interessante, capaz de facilitar em muito as comunicações.
Sendo um dos "standards" da comunicação de voz e vídeo na Internet, com possibilidade de envio de SMS ou de comunicação de voz com equipamentos convencionais, continua a faltar ao Skype o uso de uma "gateway" de voz e imagem que permita aos utilizadores efectuar videochamadas para os telefones móveis de última geração.
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