sábado, maio 06, 2006

Estatísticas de acidentes em Portugal


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Um dos muitos acidentes que ocorreram

Bastou um fim de semana prolongado, um pouco de calor e muito Sol e as estradas portuguesas ficaram cobertas de sangue, com largas centenas de acidentes de viação e um número de mortes que nos envergonha a todos.

Mas igualmente grave é o facto de serem encobertos as mortes que ocorrem após a entrada nos hospitais dos feridos resultantes de acidentes de viação, número que, sendo desconhecido, viria aumentar em muito as estatísticas que hoje sabemos não corresponderem minimamente à verdade.

Foi recentemente apresentado um estudo acerca do acréscimo possível, caso fossem contabilizados os feridos que morrem durante o primeiro mês após um acidente de viação, tendo os números aumentado substancialmente mas, estamos convictos, menos do que os que realmente se verificam.

A extrapolação de números a partir de outros países, com sistemas de emergência e de socorro diferentes, onde os cuidados hospitalares são, normalmente, de melhor qualidade, peca por falta de rigor científico, sobretudo se nos lembrarmos que a primeira hora a seguir a um acidente é decisiva em termos de sobrevivência.

Da diferença real entre os resultados obtidos noutros países europeus e em Portugal, pode-se aferir a real eficácia quer do socorro, quer da emergência hospitalar, podendo-se tirar conclusões com rigor sobre as causas pelas quais tantos sinistrados acabam por falecer em consequência de acidentes e as razões estruturais que ditam números inaceitáveis para um país europeu.

Assim, utilizar projecções que se baseiam em factores que nada têm a ver com a realidade nacional, mesmo que possa corrigir um pouco os erros que hoje se verificam, continuará a dar resultados muito abaixo da realidade, compondo umas estatísticas que nenhum Governo tem coragem para enfrentar.

Diesel vegetal


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Produção de combustível alternativo

Um veículo movido exclusivamente a óleo vegetal, o conhecido óleo de fritar usado, chegou ontem a Lisboa depois de ter atravessado o Reino Unido, França e Espanha.

A viagem do veículo até Portugal, partindo da Escócia, insere-se num projecto que pretende demonstrar a possibilidade de utilizar óleos vegetais para substituir o gasóleo em motores a diesel, "sendo apenas necessário proceder a algumas alterações nos veículos".

O condutor do veículo, Antony Barretty, vai recolhendo o óleo em restaurantes ao longo da viagem e procede à sua filtragem para o utilizar como combustível, de modo a fazer o percurso quase a custo zero.

"Este processo já é conhecido desde o tempo em que Rudolf Diesel inventou o motor do mesmo nome", e foi a escolha inicial mas, "devido ao baixo custo do petróleo, a utilização de óleos vegetais como combustível para automóveis nunca foi muito desenvolvida".

O aumento do preço do petróleo e as alterações climáticas poderão contribuir para que este tipo de combustíveis "ganhe novo fôlego", considera a Quercus, que, em comunicado, defende a utilização directa de óleos vegetais em motores a diesel, "dado o seu melhor desempenho ambiental em termos de emissões de gases com efeito de estufa e devido ao seu menor preço".

No "site" do "diesel vegetal", que aconselhamos sinceramente a visitar, é ainda possível encontrar detalhes técnicos relativos a produção e cuidados com o motor desta solução que, sendo económica, necessita de ser encarada com as devidas precauções dadas as imposições do nosso sistema fiscal no respeitante aos combustíveis.

Para além de detalhes das conversões, encontram-se páginas dedicadas a modelos específicos, como Defender 90 ou o Range Rover 2.5, bem como ligações para outros "sites" dedicados a estes combustíveis.

Já não é a primeira vez que abordamos a questão dos combustíveis alternativos, incluindo o biodiesel, dado que o actual preço praticado para combustíveis fósseis, e os aumentos previstos, atinge entre nós valores que dificultam gravemente qualquer actividade, como as que propomos, que implicam o seu consumo em quantidades significativas.

Esperamos que, rapidamente, as alterações fiscais incluidas no Orçamento Geral de Estado e a iniciativa dos empresários, permita o fornecimento de combustíveis alternativos, a custos mais baixos e com menos emissões poluentes, combatendo a dependência portuguesa relativamente a importações de combustíveis fósseis e o efeito de estufa que estes provocam.

sexta-feira, maio 05, 2006

Uma lição de história: Area bombing


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Lancaster da RAF a ser carregado com bombas

Traduzido para português como "bombardeamento de tapete", o conceito de "area bombing" foi desenvolvido pela Força Aérea Inglesa (Royal Air Force-RAF) durante a 2ª Guerra Mundial, como forma de compensar a falta de precisão na largada de bombas.

Obrigados a operar de noite e a alta altitude devido às defesas aéreas alemãs, sem dispor dos actuais instrumentos de orientação e com aparelhos de mira pouco precisos, a RAF cedo verificou que os ataques eram extremamente imprecisos e raramente atingiam o alvo.

Assim, para compensar a falta de precisão, aumentou-se desmedidamente a área onde as bombas eram largadas, de modo a que o erro de alguns quilómetros não impedisse que algumas atingissem o objectivo.

Esta táctica, que para além de terríveis efeitos colaterais, obrigava a um número altíssimo de aviões, eles próprios sujeitos a perdas devastadoras, bem como a custos em termos de material e logística pesadíssimos, hoje parece-nos absurda e, no limite, criminosas.

No entanto, se atentarmos às limitações técnicas e operacionais da época, podem-se encontrar algumas justificações que hoje seriam inaceitáveis a todos os níveis.

Infelizmente, quando se fala em aumentar em 43% a capacidade de transporte de água, sem que sejam melhoradas tácticas, coordenação com equipas de terra, sistemas de orientação e controle e tantos outros factores decisivos, parece-nos que pouco se aprendeu com as terríveis lições dos anos da última Guerra Mundial.

20.000 visitas!


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20.000 visitas!

Ao chegar às 20.000 visitas, queremos agradecer aos nossos leitores, e muito especialmente aos que fizeram ligações para este espaço, pelo apoio e incentivo que nos têm dado.

Esperamos continuar a receber as vossas visitas neste espaço de reflexão e contamos com as vossas sugestões e críticas no sentido de nos ajudar a melhorar os conteúdos e ir mais de encontro aos vossos interesses.

A todos, o nosso muito obrigado!

"Dog Tags"


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Modelos americano, russo e alemão de "dog-tags"

As conhecidas chapas de identificação começaram por ser distribuidas a militares ou outras profissões de risco, mas cedo se popularizaram e podem, quando devidamente utilizadas, fornecer informações importantes acerca do seu portador.

mencionamos o método "Em Caso de Emergência", que corresponde à gravação no telemóvel de um número, designado por "ECE", com o contacto de alguém que possa fornecer informações acerca do portador, mas o antigo método das "dog-tags" continua válido, sendo muitas vezes mais fiável e acessível.

Entre os vários modelos disponíveis, apresentamos o típico modelo americano, que é prensado num equipamento apropriado, ficando com as letras em relevo, e é composto por um par de placas de identificação, neste caso com silenciadores de borracha, e presos por duas correntes.

A informação habitual neste modelo é o primeiro e último nome, inicial do meio, número de identificação e grupo sanguíneo.

O modelo russo, menos frequente, é em aço inoxidável e necessita de ser gravado por um sistema "laser", sendo composto por uma única chapa de grande resistência e suspenso por uma corrente simples.

O modelo apresentado é o do Ministério para as Situações de Emergência, de que já aqui falamos, e que na Rússia será o equivalente, embora profissionalizado e potenciado com unidades de carácter militar, do nosso Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil.

No verso pode ser gravado o nome, patronímico e apelido, tal como é normal na Rússia, havendo modelos, como este, que têm espaço na parte da frente para o grupo sanguíneo.

Finalmente, o modelo alemão destina-se a ser gravado nas duas metades e, em caso de necessidade, pode ser partido, deixando a metade superior presa no fio do portador, e podendo a outra ser enviada como forma de identificação.

Este modelo, tipicamente, não costumava ter o nome, mas apenas números e identificativos de unidade, mas, caso se pretenda, poderá ser gravado com informações mais úteis para situações de emergência.

Todas elas podem incluir as informações necessárias, sendo a gravação do primeiro modelo a mais económica, mas, no final, acaba por ser uma questão de gosto pessoal e de fornecer, em caso de emergência, um conjunto de dados úteis.

Para clubes ou organizadores de actividades, esta pode ser uma recordação útil a incluir na inscrição em acções, ou mesmo como substitução do tradicional cartão de sócio, havendo a possibilidade de encomendar, a partir de certas quantidades, modelos específicos para gravar ou já gravados.

quinta-feira, maio 04, 2006

Holandês cria sistema de gestão de meios


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Site da IP-Redes.Net

A licenciatura em Engenharia Técnica de Dragagens dificilmente ajudaria a adivinhar que o holandês Jan Mulder viesse a conceber um sistema de apoio à gestão de meios de combate a incêndios. O facto de viver em Portugal há 13 anos e de se ter sentido chocado com o problema dos fogos florestais, aliado a um "interesse de tempos livres" pela Informática, explicam o nascimento de um projecto que está a dar os primeiros passos e para o qual espera vir a ter apoios oficiais.

Como explicou ao JN, o projecto IPRedes visa a instalação de sondas meteorológicas associadas a um sensor ultravioleta que detecta fogos nascentes. "Para ter cobertura nacional, serão necessários 2500 destes equipamentos", explica. Toda a rede estaria, depois, ligada a um receptor e um servidor de dados "actualizados por satélite, quando se justificar".

O custo da implantação do projecto, a que se juntou a Associação Portuguesa de Bombeiros Voluntários, está estimado em seis a dez milhões de euros. "Estamos a conceber os protótipos e queremos fazer um ensaio na segunda quinzena de Agosto", explica Jan Mulder. "Só depois teremos o plano detalhado de implantação".

Publicado em 02 de Maio no Jornal de Notícias.

Reiteramos, uma vez mais o apoio a este Projecto inovador e, como o fizemos recentemente, lembramos que a IPRedes aceita colaboração em várias áreas de actividade.

Ministro desvaloriza críticas à integração dos guardas florestais na GNR


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Guarda Florestal numa escola

O ministro da Administração Interna, António Costa, desvalorizou ontem as críticas ao processo de integração dos guardas florestais na Guarda Nacional Republicana (GNR), afirmando que quaisquer problemas "vão ser resolvidos paulatinamente".

António Costa assistia em Lisboa à integração na Brigada Territorial 2 da GNR de guardas florestais que vão integrar o Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente daquela força, numa cerimónia que se repetiu em várias unidades em todo o País.

Confrontado com críticas à forma como os guardas florestais foram recebidos nas respectivas unidades, que a Federação Nacional de Sindicatos da Função Pública descreveu como "humilhante", com "condições de trabalho subvertidas e estatuto funcional desvalorizado", o ministro afirmou que é "natural que haja dúvidas" sobre as funções futuras.

"Não há motivo para angústias", garantiu o Ministro, salientando que a GNR receberá os guardas florestais "de braços abertos".

O comandante-geral da Guarda, tenente-general Mourato Nunes, reconheceu que pode haver "situações pontuais" de dificuldade de integração atribuíveis a "desfasamentos imputáveis quer à GNR quer à Direcção-Geral de Florestas", que os tutelava.

"Temos feito tudo para que os guardas florestais se sintam bem e integrados, mas é natural alguma ansiedade, com novos hábitos e formas de trabalhar", afirmou ainda Mourato Nunes.

Num comunicado divulgado hoje, a federação sindical apontou situações alegadamente registadas em distritos como Viana do Castelo e Bragança, onde "ninguém tinha quaisquer instruções" sobre o que fazer com os guardas florestais ou relativamente ao trabalho que vão desempenhar, enquanto continua a reclamar uma "definição das condições de trabalho dos guardas na transição para o quadro de pessoal civil da GNR".

O corpo da guarda florestal passou, a partir de ontem, a integrar a GNR, desempenhando funções no Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente, que dispõe de um efectivo de 400 elementos.

Sem por em causa a recepção por parte da GNR, que cremos só terá tido falhas por insuficiencias da instituição, mas nunca por intencionalidade, a situação dos guardas florestais é delicada, tal como acontece sempre que se tenta integrar elementos civis no seio de forças militares.

No entanto, a questão principal é se esta é a opção correcta e se os serviços que cada vez mais se pretendem integrar na GNR, muitos dos quais pouco ou nada têm a ver com uma instituição de carácter militar, será a mais adequada, facto que já questionamos quando da criação do Grupo de Intervenção, Protecção e Socorro (GIPS).

Na verdade, pouco se sabe acerca das razões pelas quais se verifica uma cada vez maior concentração de funções e meios típicos da protecção civil na GNR, mas uma nova leitura de um texto que publicamos, poderá trazer alguma luz sobre esta sequência de decisões.

quarta-feira, maio 03, 2006

GPS no Carrefour


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GPS Zaapa 5010, à venda no Carrefour

Embora sejamos francos adeptos dos portáteis ou PDA's com cartografia militar e um GPS, existem situações em que um equipamento integrado possa apresentar vantagens.

Será este o caso de quem o pretenda utilizar essencialmente em estrada ou dentro de áreas urbanas, prescindindo de uma orientação precisa fora destas, e tenha interesse num equipamento compacto e robusto, sem os inegáveis problemas de computadores que possuam discos rígidos.

Para estes, encontra-se à venda no Carrefour um GPS da marca Zaapa, modelo 5010, pelo preço de € 269.00 que, em determindadas condições, pode ser adquirido através de 6 prestações de € 44.83.

Este equipamento, basicamente um PDA com GPS a correr Windows CE, inclui mapas de Portugal e uma memória de 64 Mb, sendo as principais características as seguintes:

- Écran táctil de 3.5"
- Resolução de 320 x 240
- Interface intuitivo
- Cálculo de rota imediato
- Voz e aviso na navegação
- E-map actualizável via placa SD
- Dispositivo USB 1.1
- Windows CE Net 4.2 core

Pelo preço convidativo, e eventualmente pelas facilidades de pagamento, esta pode ser uma opção interessante para quem pretenda um equipamento com as características descritas.

Bombeiros de Leiria recrutam na escola


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Curso de emergência médica

Desde 2001, ano de criação do "Grupo de Socorro Primário" (GSP), já foram admitidos 50 alunos da Escola Secundária Afonso Lopes Vieira nos Bombeiros Voluntários de Leiria, número que a torna o principal campo de recrutamento desta corporação.

O comandante dos Bombeiros Voluntários de Leiria, Almeida Lopes, refere-se à Secundária Afonso Lopes Vieira como "o viveiro" da corporação, que tem 312 elementos no activo e necessita de recrutar novos voluntários com frequência.

"Este é um projecto exemplar a nível nacional", afirma o comandante, que salienta que "aumenta a capacidade operacional, eleva o nível cultural da corporação e leva os jovens a ocuparem o tempo de forma positiva."

No âmbito do GSP são ministrados três cursos: química do fogo, tripulante de ambulância de transporte e primeiros socorros, com o objectivo de educar os alunos para a saúde, segurança e solidariedade.

Situada em Gândara dos Olivais, perto do quartel dos Voluntários, a Escola Secundária Afonso Lopes Vieira fez o primeiro exercício de evacuação em 1990 e actualmente realiza três simulacros por ano, a última das quais ocorreu na semana passada, em parceria com os bombeiros de Leiria, onde foram postos em prática os ensinamentos que podem salvar vidas numa situação real.

De acordo com Jorge Baptista, professor de Biologia e coordenador do GSP, há mais de 200 ocorrências de socorro por ano na escola.

O "Grupo de Socorro Primário" foi formado em 2001 por sugestão de dois alunos da Escola Secundária Afonso Lopes Vieira ligados aos Bombeiros Voluntários de Leiria, e dos 50 alunos que entretanto aderiram à corporação, a maioria mantém-se no activo.

Depois de recrutados na Secundária Afonso Lopes Vieira, os estudantes entram nos quadros dos Voluntários quando fazem 17 anos, recebendo formação e, de forma progressiva, são integrados nos serviços de socorro onde muitos deles têm hoje posições-chave.

Esta é já "a quinta geração de alunos", que inclui 36 formandos, explicou o coordenador do Grupo de Socorro Primário, Jorge Baptista, adiantando que 75% dos alunos envolvidos no projecto têm aderido ao corpo activo dos Bombeiros Voluntários de Leiria.

Trata-se de um exemplo a seguir, dado que, para além do recrutamento, protocolos entre as corporações de bombeiros e as escolas permitirão não apenas o recrutamento, mas uma educação cívica e um treino indispensáveis na sociedade de hoje.

Numa altura em que se pretende ocupar os alunos durante todo o dia, muitas vezes recorrendo a actividades fastidiosas e de duvidoso valor educativo, a cooperação entre bombeiros e escolas pode ser uma das soluções para a promoção de acções de formação proveitosas no âmbito do socorro e da emergência.

O estabelecimento de protocolos entre bombeiros e as escolas locais, com base num programa a ser estabelecido a nível nacional, parece-nos de vital importância para a educação dos nossos jovens e para a construção de uma sociedade mais solidária.

terça-feira, maio 02, 2006

Fogo em Porto Espada


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Fogo de volta a Portugal

Um incêndio deflagrou ontem cerca da s 14:15 em Porto de Espada, no concelho de Marvão, sendo o maior desde o fim da última época de fogos florestais no distrito de Portalegre, informou fonte dos bombeiros à Lusa.

O sinistro deflagrou duas horas depois do ministro da Administração Interna, António Costa, ter apresentado em Portalegre o dispositivo de combate a incêndios florestais para este ano na região.

Segundo o comandante operacional dos bombeiros no distrito de Portalegre, Belo Costa, o incêndio que deflagrou cerca das 14:15, entrou em fase de rescaldo duas horas depois, tendo consumido uma área de cerca de dez hectares de pinhal.

"Tratou-se do incêndio de maiores dimensões registado no distrito de Portalegre desde o fim da última época de fogos florestais apesar de não ser uma área de grandes dimensões", disse.

O combate às chamas mobilizou 71 elementos de sete corporações, auxiliados por 17 viaturas e duas equipas de sapadores da Extremadura Espanhola.