sábado, setembro 30, 2006

Mais algumas medidas da barra para cintos de segurança


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Medidas adicionais da barra

Para esclarecer algumas dúvidas e complementar o texto anterior, informamos que os suportes superiores, onde prende o cinto, têm as dimensões de 90 e 145 mm, visto de cima, e 145 e 185 visto de frente, conforme o esquema anexo.

Os 145 mm correspondem ao angulo onde dobra a 90º, mas o esquema inicial tem uma imprecisão, porque visto de frente, do lado exterior, tem um "corte" que faz com que a extremidade fique na vertical durante 20 mm.

O suporte inferior tem 2 mm de espessura e são usados parafusos de aproximadamente 8 mm, que também pode ser uma medida inglesa semelhante.


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Placas de suporte superior

Os orifícios onde os cintos prendem, no suporte superior, são roscados e idênticos aos de outros suportes para os cintos, como, por exemplo, os que os Defender têm e já apresentamos colocados no Série na sua versão com capota rígida.

As placas de suporte superior, que constam do último esquema, são idênticas, sendo dobradas no sentido contrário antes de serem soldadas na barra.

Estas placas podem ser omitidas, bastando para tal fazer um furo de 10 mm na parte superior da barra e soldando uma porca com a medida correcta para os parafusos de cerca de 8 mm que usamos, simplificando assim o desenho deste suporte.

Maior repressão dos crimes relacionados com fogos


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Mitsubishi da GNR

Durante este ano, a Guarda Nacional Republicana (GNR) já levantou quase 2.300 autos devido a infracções como a falta de limpeza de matos, realização indevida de queimadas e outros comportamentos proibidos por lei.

A entrada em vigor do decreto-lei 124 a 28 de Junho, que aqui mencionamos por condicionar a circulação em determinadas áreas, veio dar um novo enfase às acções de fiscalização, pelo que a maioria dos autos decorre a partir da data de entrada em vigor.

A maioria dos processos verificou-se em zonas predominantemente rurais do Norte e Centro do País, destacando-se a já mencionada falta de limpeza de matos, uso indevido de fogo e comportamentos negligentes de vária ordem sobretudo em áreas protegidas.

Grande parte destas acções foram da responsabilidade do Serviço de Protecção da Natureza e Ambiente (SEPNA), cujos efectivos duplicaram para perto de 1.000, após a incorporação de elementos provenientes da extinção da Guarda Florestal a 02 de Maio.

A adicionar a estes efectivos, existe ainda um total de 900 contratados a prazo, que guarnecem torres e postos de vigia e que, pelo último ano, foram contratados pela Direcção-Geral de Recursos Florestais (DGRF), ao abrigo de um protocolo com a GNR.

Dado que em 2007 esta responsabilidade transita para a GNR, é de prever que os efectivos empenhados na prevenção e combate aos incêndios florestais venha a aumentar, embora ainda não esteja defenido de que forma serão guarnecidos os postos de vigilância.

Para além destes efectivos, no combate directo às chamas estiveram os elementos do Grupo de Intervenção de Protecção e Socorro (GIPS) e vários foram os efectivos que colaboraram na detenção de indivíduos envolvidos em crime de fogo posto, quer em flagrante, quer após investigação da Polícia Judiciária (PJ) e acompanhando elementos desta.

Relativamente a este ano, foram abertos cerca de 1.300 inquérios, perto de 60% dos que tiveram início no ano anterior, que, segundo a PJ deriva de um menor número de ocorrências e da "repressão exercida em 2005".

No entanto, mesmo com uma diminuição dos inquéritos, a PJ já deteve 46 suspeitos e, segundo o coordenador do Gabinete Permanente de Acompanhamento e Apoio em matéria de incêndios, Pedro Carmo, mais alguns serão detidos nos próximos dias, como culminar de investigações em curso.

Ainda há pouco tempo, um magistrado apontava para não ser o agravamento das penas, mas a probabilidade de as cumprir que intimidava potenciais criminosos, levando-os a desistir das suas intenções.

O reforço das investigações, no sentido de aumentar a percentagem de suspeitos identificados e condenados, será, portanto, um dos factores essenciais na prevenção e combate aos fogos, constituindo um factor dissuasor deste comportamento criminoso.

Lembramos que em vários países, os autores deste tipo de crime são sujeitos a medidas de coação mais severas, o que não implica uma pena mais pesada mas tão somente que não poderão continuar em acção enquanto aguardam julgamento, tendo algumas das fotografias de autores de crimes de fogo posto em Itália, mesmo que algo desfocadas, sido publicadas no "site" da Protecção Civil.

Talvez algumas pequenas alterações legislativas, sobretudo no respeitante a medidas cautelares e a penas complementares pudessem ajudar a combater este flagêlo e a dissuadir quem continua, ano após ano, a praticar este tipo de crime.

sexta-feira, setembro 29, 2006

Medidas da barra para cintos de segurança


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Medidas da barra dos cintos de segurança

A barra para colocar cintos de segurança num Série descapotável já foi por nós apresentada, através de algumas fotografias, mas sem incluir as medidas que permitam a sua reprodução.

Num texto posterior, foi complementada com os suportes que permitem fixar o cinto na caixa de carga.

Graças ao trabalho do nosso amigo Rui Coelho (Current), que fez os desenhos, torna-se agora mais fácil o trabalho de quem necessitar deste acessório que tem sido difícil de encontrar mesmo no Ebay inglês, de onde esta é proveniente.

Existe, logicamente a possibilidade de adquir uma barra de Defender junto da Land Rover, mas o preço é pouco convidativo, sobretudo se tivermos em conta o desenho simples deste modelo.


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Outro conjunto de medidas da barra para os cintos

Este modelo é diferente da mais habitual barra dos Defender em versão "soft-top" e, na nossa perspectiva, não deverá ser um acessório original da Land Rover sendo uma peça desenhada e construida por um fornecedor contratado para os modelos militares que foram usados pelo Exército Inglês durante várias décadas e nas mais diversas missões.

Também queremos chamar a atenção para o facto de a colocação desta, atrás do arco da frente, inviabiliza a colocação de "truck cabs" em lona, salvo modelos "extended", e é incompatível com qualquer capota rígida na sua configuração de origem.

Apesar disto, estamos a estudar algumas alterações que viabilizem a compatibilidade entre a capota rígida e esta peça, que passariam por dois recortes na base da capota, um de cada lado, e um ligeiro desbaste no exterior das bases de apoio da barra, mas este é um projecto que ficará para mais tarde.

Sendo de concepção e fabrico relativamente simples, podendo ainda ser simplificado caso se opte por um sistema de fixação dos cintos diferente, este é um equipamento de segurança, pelo que a qualidade de construção é fundamental para que possa ser utilizado sem riscos.

Proposta a restruturação do ICN


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Fotografia de recanto numa área protegida

No ano qem que os incêndios devastaram largas áreas sob a sua responsabilidade, o Instituto da Conservação da Natureza (ICN) vai propor a reestruturação da sua estrutura organizativa, incluindo a possibilidade agrupar áreas classificadas, que incluem as áreas protegidas e as integradas na rede Natura 2000.

Segundo o presidente do ICN, João Menezes, "a proposta é agrupar por semelhanças técnicas no território áreas com problemas semelhantes, como por exemplo, áreas de montanha, zonas húmidas, litoral norte e litoral sul".

O número de agrupamentos ainda não está definido, mas para o presidente do ICN, não deverão ser mais do que quatro os agrupamentos, cada qual com um responsável, sendo esta uma estrutura intermédia que fará a ponte entre a direcção do Instituto e os actuais 25 directores de parques e reservas e o presidente do ICN.

"Tem de haver um nível intermédio entre a presidência e os directores das áreas protegidas. Não é eficaz despachar com 25 directores espalhados por todo o país", adianta João Menezes, que garante que "nunca esteve em causa deixar de haver directores".

Esta proposta de reestruturação foi elaborada pelo director de uma área protegida e um responsável dos serviços centrais, a pedido da presidência do ICN, que a enviará à Secretaria de Estado do Ambiente acompanhada de um anexo onde constarão as questões sobre as quais não foi obtido um consenso.

No final de Outubro, uma proposta formal envolvendo todo o ICN deverá estar disponível, após o que a decisão passará para a tutela que já durante o ano passado manifestou a intenção de mudar o actual estado de coisas com uma nova política de ambiente e de desenvolvimento sustentado.

Desde há muito que o ICN carece de uma restruturação e de um novo enquadramento financeiro, apresentando fragilidades que obrigam a medidas urgentes, seja através de uma alteração profunda do seu funcionamento, seja extinguindo-o e dando origem a uma estrutura mais operacional.

Se bem que a reestruturação do ICN seja mandatória, a proposta que parte do interior de um Instituto sem recursos económicos e que contempla a criação de um nível de chefia intermédio, aumentando o número de pessoal dirigente, a que sempre devemos adicionar equipas, acessorias e outros apoios, é inconsistente com as actuais possibilidades.

Quando muito, o director do parque incluido em cada agrupamento, poderia desempenhar alguma forma de coordenação, mas o aumento de dirigentes quando faltam equipas de intervenção no terreno devido a falta de verbas parece consubstanciar a teoria de pirâmide invertida, tão do agrado de alguns organismos públicos e de que resulta que "nunca tantos chefiaram tão poucos".

O ICN tem forçosamente que se abrir a novas formas de parceria, quer com as autarquias, quer com entidades privadas, sobretudo a nível empresarial e encontrar formas imaginativas para rentabilizar as actuais áreas protegidas, sem ceder às cada vez mais frequentes tentações imobiliárias.

Já no passado apontamos para pistas possíveis de colaboração, nomeadamente através da inclusão de movimentos organizados da sociedade civil em acções a desenvolver em áreas protegidas, bem como o recurso ao Mecenato na área ambiental, possibilidade prevista na actual legislação mas pouco divulgada e menos ainda utilizada.

Sem uma alteração profunda a nível da política deste Instituto, que poderá passar pela substituição dos actuais dirigentes, o destino do ICN será, inevitavelmente o da extinção, após uma prolongada agonia que prejudicará gravemente o património que é suposto proteger.

quinta-feira, setembro 28, 2006

Incêndio nos Estados Unidos lavra há 23 dias


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Bombeiros na floresta de Los Padres

As autoridades norte-americanas recomendaram a evacuação de quatro cidades de montanha, Lockwood Valley, Pinon Pines, Pine Mountain Club e Lake of the Woods, por se encontrarem ameaçadas por um incêndio que lavra há 23 dias.

Este incêndio já consumiu quase 60.000 hectares, tornando-o num dos mais devastadores e que consumiu maior área no Estado da Califórnia e está a ser combatido por 4.000 bombeiros apoiados por aviões e máquinas de arrasto.

Chegou a haver a perspectiva de que o fogo poderia estar controlado durante a noite passada, mas o vento que se levantou durante a manhã veio complicar a situação deste incêndio que até hoje não causou vítimas.

Neste momento, o incêndio consome uma densa área arborizada, incluida na floresta nacional de Los Padres e obriga a um reforço em termos de meios aéreos, tendo ficado registada a visita de autoridades estatuais a este espaço na pesquisa de informação sobre o Beriev Be-200.

Normalmente, não mencionariamos um incêndio fora de Portugal, sem que se verifiquem razões ou circunstâncias excepcionais ou se daí quisermos extrair algum tipo de ensinamento.

Os números envolvidos são, só por sí, gigantescos, tal como os meios envolvidos, sendo de salientar a inexistência de vítimas mortais num incêndio desta dimensão e complexidade.

Tal como noutro tipo de operações, a implementação de medidas que garantam, tanto quanto possível, a segurança de todos os intervenientes é uma prioridade absoluta, independentemente do custo que tal possa traduzir, sendo esta uma opção firme por parte das autoridades norte americanas.

Esta política, que obriga a efectivos numerosos, apoiados por meios importantes e uma logística complexa, baseia-se em procedimentos e regras rígidas e que são obrigatoriamente observadas por todos os envolvidos, suportadas por um sistema de comando e controle que dispõe de comunicações de última geração.

Sabendo-se que os sistemas de emergência norte-americanos têm algumas deficiências de coordenação, patentes durante o socorro às vítimas do Katrina, o facto de serem uma estrutura profissionalizada, devidamente treinada e equipada, tem vindo a reduzir substancialmente o número de perdas, razão que, só por sí, justifica um estudo atento dos métodos utilizados e da formação dada aos intervenientes.

Mesmo com recursos inferiores, a segurança tem que ser prioritária e deve ser ensinada e, sobretudo, cultivada, de forma a que seja interiorizada por todos, independentemente das suas funções específicas ou do lugar na hierarquia, acabando de vez com alguma temeridade de que pode resultar consequências trágicas.

Novos conteúdos no Google Calendar


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Novos conteúdos no Google Calendar

Ainda estará pouco divulgado, mas o Google Calendar, com a sua capacidade de partilha e de integração e de adição de conteúdos é uma das ferramentas em que esta empresa aposta por altura do seu 8º aniversário.

A possibilidade de desenvolver pequenas aplicações, feitas à medida da necessidade individual dos utilizadores e a flexibilidade de configuração, são dois dos vectores primordiais na divulgação de um sistema interactivo, fiável e que pode em breve ser um dos "standards" a nível de várias organizações.

Lembramos que pode haver calendários ou eventos públicos e privados, facto particularmente útil quando, por exemplo, um clube quer organizar actividades, permitindo aos seus associados aceder a um calendário comum e acrescentar algum tipo de informação.

tinhamos mencionado algumas das possibilidades desta ferramenta, mas as recentes evoluções levam-nos a, mais uma vez, lembrar um produto que pode resolver vários dos problemas de coordenação e de agendamento com que nos deparamos no dia a dia.

8º aniversário do Google


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8º aniversário do Google

Neste 8º aniversário do mais utilizado motor de pesquisa da Internet, quase se pode dizer que houve Internet antes e depois do Google, tal o impacto que este motor de pesquisa tem na forma como acedemos à informação.

Se nos lembrarmos que a forma como a informação é ordenada, como são estabelecidas prioridades e graus de importância, aquilo que é revelado e o que é omitido, podemos imaginar o quão poderoso e decisivo é o Google nas ideias que formamos acerca do Mundo que nos rodeia.

Comparando os resultados obtidos através dos algoritmos do Google, que são quase universalmente utilizados, ao alinhamento de um programa noticioso, a forma como está estruturada, priorizada e apresentada a informação pode, sem introduzir falsidade, manipular facilmente quem a recebe e, qualquer que seja a razão, se vê impossibilitado de a filtrar, confirmar ou relacionar.

Quem controla a informação, em grande medida, controla as decisões, pelo que neste aniversário do Google, quisemos deixar uma pequena reflexão sobre um assunto poucas vezes é abordado.

quarta-feira, setembro 27, 2006

Continuamos à espera do relatório sobre o acidente com o Beriev


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Beriev Be-200 durante uma largada

A poucos dias do fim da "Fase Charlie" e um mês após ter terminado o período de testes em Portugal, continuamos à espera das conclusões relativamente ao acidente com o Beriev Be 200 na barragem da Aguieira.

Lembramos que faltavam documentos, a serem fornecidos pelo fabricante através do representante em Portugal, nos quais seriam descritas diversas características relevantes para a operação desta aeronave e que são essenciais para a conclusão do inquérito.

Independentemente das razões que possam ser evocadas, o atraso na entrega de documentos que estão forçosamente disponíveis junto do fabricante, dado serem obrigatórios para qualquer processo de homologação, serve apenas para criar um clima de suspeição em redor de um assunto que, pela sua importância, devia ser prontamente resolvido.

É tradicional no nosso País que inquéritos nas mais diversas áreas fiquem sucessivamente parados, enquanto esperam informações ou dados, acabando inconclusivos ou esquecidos, consumindo inutilmente recursos sem que se chegue a qualquer tipo de conclusão, acabando arquivados num qualquer ministério, longe do escrutinio dos cidadãos.

Com este atraso na divulgação das conclusões do inquérito, independentemente dos resultados, pode ficar a ideia de ter havido uma manipulação da informação, de modo a que esta aeronave venha a ser adoptada, qualquer que seja a sua avaliação operacional, apenas devido à possibilidade de ser usada como pagamento da já lendária dívida soviética para com o nosso País.

NDrive: o GPS fala em português


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Um presente original colocou o NDrive em destaque

A visita do Presidente da República a Espanha e o original presente que ofereceu ao Rei Juan Carlos, veio lembrar que entre nós existem produtos na área das tecnologias da informação que podem servir de exemplo dos avanços que se têm verificado nesta área.

A Infoportugal apresentou o sistema de navegação NDrive, totalmente desenvolvido em Portugal e destinado a equipamentos com sistemas operativos Windows Mobile, usado em muitos PDA e Symbian, comum a vários modelos de "smartphone".

O NDrive é um produto destinado ao utilizador individual, proporcionando facilidade de uso, adequada a quem tem pouca experiência na área da navegação assistida por GPS, e complementando o programa com bases de dados onde se podem encontra diveros tipo de informação temática.

Para utilizar o NDrive basta introduzir o cartão no dispositivo e conectar o GPS, após o que está pronto a funcionar sem instalações adicionais, comunicando com o utilizador através de menus ou de voz numa das línguas suportadas, entra as quais o português.


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Écran do NDrive e PDA

Nas bases de dados incluem-se, para além dos mapas, mais de 50.000 locais considerados de interesse, ilustrados por 5.000 fotografias devidamente catalogadas sob diversas categorias que incluem informação turística, cultural, comercial, etc.

O sistema permite também o planeamento de percursos de um ponto a outro, fornecendo indicações no écran ou por voz, com possibilidade de recalcular a rota em caso de desvio.

O "software" inclui ainda várias possibilidades como a gestão do GPS, partilha de informação geográfica via SMS, o recurso à base de dados para iniciar chamadas telefónicas e mesmo um avisador de limite de velocidade.

O preço do "software" base, incluindo o GPS Holux GPSlim236 com o chipset SiRF-Star-III, de última geração, custa 150 euros, pouco mais do que adquirindo só o equipamento repector, colocando-o entre os mais económicos do mercado.

O NDrive coloca-se num segmento diferente do OziExplorer ou do CompeGPS, dado ter uma componente recreativa, lúdica e cultural, mas falta-lhe a flexibilidade que a utilização de cartas militares dá, sobretudo para quem necessita de um GPS fora de estrada e beneficia dos vários "add-ons" concebidos para os seus rivais estrangeiros, entre os quais destacamos a visualização 3D.

Dependendo dos objectivos e da utilização, o NDrive pode ser a escolha adequada para muitos dos nossos leitores, sempre tendo em conta as já mencionadas limitações que o pode tonar menos flexível em determinadas situações.

terça-feira, setembro 26, 2006

GPSGate e Google Earth


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Trajecto assinalado no Google Earth

Para além das várias formas de navegação que permitem usar o GPS com a versão livre do Google Earth, surge agora uma através do GPS Gate que apresentamos previamente numa versão anterior.

Se bem que o GPS Gate seja originariamente uma forma de partilhar um único GPS por diversas aplicações, tem vindo a ser sucessivamente melhorado, de forma a que possa desempenhar outras funções de ligação ou conversão de protocolos.

Para usar esta função, é necessário descarregar e instalar o PlugIn Pack 1.1 e dispor da versão 2.0 ou superior do GPS Gate, após o que se pode passar à fase de configuração, escolhendo a opção Google Earth na seleção de equipamentos.

No entanto, as funções do GPSGate não se ficam por aqui, sendo de particular importância a possibilidade de converter protocolos proprietários de algumas marcas para o standard NMEA 0183, o que torna os equipamentos compatíveis com a maioria dos programas existentes no mercado.

No "site" do fabricante, é possível obter uma versão de demonstração, limitada a 14 dias, que permite testar as várias possibilidades de um produto pouco conhecido mas que consideramos como um dos mais interessantes existentes no mercado.