segunda-feira, outubro 21, 2013

O "conto do vigário" dos nossos tempos - 13ª parte

Image Hosted by Google A mítica mala com dinheiro

É de notar que, uma caixa, por muito resistente que seja, e mesmo com segredo, não é invulnerável, pelo que não faz sentido que esta seja entregue na casa de seja quem for, pois é sempre possível que o destinatário se aproprie do conteúdo, não fazendo qualquer sentido confiar assim num desconhecido para uma operação tão delicada.

Para além da óbvia confusão, que mais parece uma charada, agravada pelas óbvias dificuldades em escrever correctamente o inglês, surge ainda uma estranha menção, algo imperceptível, de ficar ao lado do seu salvador por um período alargado, embora, neste caso, a interpretação exacta seja dúbia.

Neste caso, ao invés de muitas, não existe uma flagrante aproximação pelo lado sentimental, o que não quer dizer que, numa fase posterior, tal não possa surgir, como forma de pressão, ou numa tentativa de vencer dúvidas ou obstáculos que possam ser levantados e que serão naturais perante a estranheza do pedido.

Noutros casos, existe logo uma mistura, algo confusa, ente a perspeciva de um proveito material aliado a um relacionamento, tocando no primeiro assunto apenas de forma ligeira, enquanto tenta explorar a possibilidade de uma ligação sentimental que condicione decisões futuras, criando algum tipo de dependência, sendo de ressalvar que alguns destes burlões são excelentes manipuladores.
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