terça-feira, dezembro 02, 2025

Vestuário aquecido para os mais vulneráveis - 3ª parte

Começamos este texto a pensar, sobretudo, nos mais vulneráveis, ou seja, em idosos com menos recursos ou mesmo em doentes acamados, que, com este tipo de vestuário, podem ter um maior conforto e mais saúde, sendo que estamos diante de um investimento módico face a todas as vantagens que podem oferecer, pelo que consideramos que entidades e organizações que lidem com esta realidade deviam equacionar a possibilidade de distribuir este tipo de vestuário.

Para muitas entidades, mesmo tendo a seu cargo um número significativo de pessoas vulneráveis, a distrbuição de coletes aquecidos não será um encargo substancial, sobretudo tendo em conta economias de escala, com pouco mais de dois milhares de Euros a poder ser o suficiente para uma centena de unidades, pelo que mesmo as que dispõe de menos recursos, como uma pequena junta de freguesia, pode proporcionar este tipo de vestuário a quem dele mais precise.

Mesmo durante o socorro, como alternativa ou complemento a mantas, este tipo de vestuário pode oferecer vantagens, podendo contribuir para recuperar a temperatura corporal, um factor sempre a ter em conta para determinados tipos de vítimas, sendo certo que será um dos equipamentos a ter em conta em situações de hipotermia.

Com preços que começam pouco acima da vintena de Euros, a que será necessário adicionar uma bateria, ou "power bank" com saída USB, mas que podem, em situações estáticas, caso de acamados, serem alimentados por um simples transformador USB, este tipo de vestuário pode evitar problemas de saúde complicados para os mais idosos e oferecer um maior conforto aos mais vulneráveis.

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