Mesmo face à excepcionalidade desta sequência de eventos meteorológicos, face à evidência das alterações climáticas, a forma como um conjunto de estruturas críticas é mantida, sem uma substituição revisão face à possibilidade de terem que resistir a circunstâncias mais extremas, revela falta de prudência face à evidência científica, que aponta para um agravamento e maior frequeência de fenómenos extremos.
Os alertas, tal como a observação de fenómenos ocorridos noutras partes do Mundo, deviam ter, como consequência óbvia, uma antecipação da possibilidade de situações semelhantes, adaptadas à nossa realidade geográfica, virem a ocorrer, o que implicaria reforçar estruturas e dispor de alternativas capazes de diminuirem a pressão que este tipo de evento iria ter no território nacional.
A revisão das redes de fornecimento de energia eléctrica de de comunicações já ficara patente na altura em que os ventos fortes destruiram parte das estruturas, tornando-se agora óbvio que também toda a gestão da água necessita de ser reanalizada, antecipando novas cheias que, inevitavelmente, irão ocorrer e, previsivelmente, com maior gravidade e numa frequência mais rápida.
Com as chuvas, surgem outros impactos, concretamente a nível das estruturas viárias, seja pela sua submersão, seja pelas consequências resultantes das correntes resultantes das cheias, que provocam o colapsos e aluimentos, com danos sérios nas vias, que podem necessitar de reconstruções, nalguns casos complexas e custosas, que podem requere meses para que fiquem concluidas.
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