Se peças metálicas, em alumínio ou ferro, podem ser descartadas com facilidade, mesmo em contentores de reciclagem, dependendo do volume e peso, outras, que possuem fluídos no interior, por serem compostas de diversos materiais, ou por terem carga eléctrica, mesmo que residual, necessitam de cuidados extra, aconselhando-se a que fiquem nas oficinas, que tratarão delas de acordo com as normas ambientais vigentes.
Obviamente, a solução mais fácil é, após verificar a troca de peças e na posse das peça antigas, deixá-las na oficina, caso esta seja de confiança e não exista o risco de um reaproveitamento indevido, por exemplo, na reparação de outro veículo, do que podem resultar riscos e o perpetuar de um ciclo de reparações com peças em segunda mão.
A entrega das peças ao cliente não tem como único motivo a clareza do processo de reparação, evitando eventuais fraudes, tem implicações na segurança rodoviária, assegurando que, sempre que necessário, foram utilizadas peças novas e que as substituidas não terão como destino outro véiculo, colocando-o em risco, bem como aos ocupantes e restantes utentes da via.
Não podemos deixar de recomendar aos nossos leitores que, caso a oficina não o faça expontanemante, peçam as peças substituidas, mesmo que não as prentendam conservar, pelo menos para as visualizar, verificar o seu estado, indagar das razões da troca, caso não sejam óbvias, e esclarecer quaisquer dúvidas que surjam face à reparação efectuada.
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