terça-feira, abril 24, 2018

O Lynx da Omnitec - 3ª parte

Sendo distribuído pela Britpart, cujos produtos nem sempre estão ao nível do exigível em termos de qualidade, desconhecendo a sua proveniência, seria normal desconfiar da qualidade do Lynx, algo que, efectivamente, face à sua origem e ao facto de a Britpart apenas o distribuir, será facilmente ultrapassado e confirmado através da utilização do equipamento.

Devem ser evitadas aquisições de equipamentos em 2ª mão cujo licenciamento seja inadequado, por ser inexistente ou por ter sido efectuado para um modelo que não o pretendido, dado que uma licença adicional tem um preço que ronda as duas centenas de Euros, o que consideramos demasiado elevado, resultando numa opção pouco racional face a outras propostas existentes no mercado ou mesmo comparando com o preço de um equipamento novo.

Este equipamento necessita de ligação a um computador, sendo vantajoso que este seja um portátil cuja bateria forneça alguma autonomia, mas não necessita de um desempenho elevado, caso se destine unicamente a este fim, pelo que um equipamento em segunda mão, que já tenha pouca utilidade para outras aplicações, serve perfeitamente para este fim, podendo, caso não exista uma unidade disponível, ser adquirido por um preço bastante baixo.

Dado que o preço de um Lynx em 2ª mão é francamente inferior ao de um Nanocom, mesmo na sua versão inicial, para um particular que lhe dará uma utilização esporádica ou mesmo para um profissional que precise de montar uma estação fixa, esta será uma opção a ter em conta caso seja possível adquirí-lo por um preço que fique abaixo dos 150 Euro, incluindo o licenciamento pretendido.
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