O Governo apresentou, na passada 3ª feira, o que pode ser designado pelo "novo SIRESP", destinando-se a substituir o actual sistema de comunicações de emergência, obsoleto nos dias de hoje e com numerosas falhas reportadas, devendo o processo estar concluído no prazo de 10 anos.
O grupo de trabalho criado o ano passado permitiu apresentar 33 alterações à actual rede, tornando-o mais resiliente, com maior autonomia, complemento de terminais Starlink nas juntas de freguesia, mais equipamentos terminais, e, infelizmente, um longo período de transição e conversão para o novo SIRESP que, surpreendentemente, parece querer aproveitar ao máximo a plataforma existente.
É de notar que o actual SIRESP funciona sobre um conjunto de normas que estão há muito ultrapassadas, com limitações estruturais que resultam dos conceitos subjacentes ao seu projecto e aos protocolos utilizados, e que impedem o recurso a funcionalidades indispensáveis nos dias de hoje e presentes nos telefones inteligentes que todos utilizamos.
O Governo admite que existe risco de o SIRESP colapsar, tal como aconteceu durante o apagão de Abril do anos passado ou durante as tempestades deste ano, o que pode vir a acontecer no futuro, durante o período em que o actual SIRESP migra par ao novo, o que significa que durante uma década o risco de falha se vai manter, embora, em teoria, vá diminuindo à medida que a transição é feita.
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