No caso de Espanha, existem testemunhos de que os alertas não foram enviados, aparentemente porque seriam diferentes para distintos núcleos populacionais, o que implicaria o envio de mensagens diferentes, dependendo da localização do receptor, com instruções tão distintas como ficar na residência ou fugir seguindo um determinado itinerário.
Apesar desta complexidade, que podia ser, de alguma forma, mitigada, com cada antena a enviar uma mensagem adequada ao local, esperando que fosse recebida pelos dispositivos nas proximidades, e com instruções claras, mencionando a quem se destina em termos geográficos, o não envio de um alerta parece-nos bem pior.
No limite, mensagens em várias línguas, pelo menos em espanhol e inglês, com a informação possível, como uma lista de áreas onde se devia permanecer nas residências, e instruções para os restantes para ligarem para um número específico, seriam uma solução de recurso, desde que os operadores pudessem prestar instruções precisas e, caso necessário, acompanhar percursos de fuga.
Seria, igualmente, possível pedir a partilha da localização com uma entidade ligada ao socorro, com os contactos possíveis, de modo a que, em situações mais complexas, pudesse haver um contacto directo, por iniciativa de quem socorre, no sentido de fornecer indicações específicas e fazer um maior acompanhamento durante períodos mais críticos.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)










Sem comentários:
Enviar um comentário