Lembramos que publicamos, há uns anos, um par de textos onde abordamos a orientação através do Sol, recorrendo a um relógio comum, com ponteiros, e que, não sendo do nível de precisão de uma bússola, permite conhecer o posicionamento dos pontos cardeais e, com isso orientar um mapa, efectuando os necessários ajustes recorrendo a pontos de referência.
Os modelos para avaliação de distância tendem a incluir várias escalas, com imagens que permitem identifica qual o objecto a ser usado para efeitos de avaliação de distância, como um ser humano, e linhas que, enquadrando o objecto e a linha do solo, permitem estimar a que distância se encontra.
A forma de avaliação de distância é simples e intuitiva, basta segurar a grelha, na vertical, com o braço esticado, e enquadrar um dos objectos que dela constam, como um ser humano, ou um objecto cujas dimensões são cohecidas, entre as linhas de solo e de distância, o que permite estimar, imediatamente, a distância entre o observador e o objecto.
No fundo, estamos diante de uma régua de milésimos com um formato distinto, sendo que algumas destas grelhas possuem um cordão, que deve passar em redor do pescoço do observador, como forma de determinar a distância entre os olhos e a grelha, evitando as variações que dependem do tamanho do braço, que se refletem na avaliação e podem introduzir um factor de erro adicional.
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