domingo, março 18, 2012

Combate aos fogos na época crítica custa 70.000.000 de Euros - 3ª parte

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Combate a um fogo florestal em Portugal

Olhando para os números de fogos deste ano de 2012, os dados são preocupantes, com uma extensa área ardida e um elevado número de ocorrências que, com o tempo quente, terá tendência a aumentar, excedendo, quase certamente, o contabilizado o ano passado, onde as condições climáticas facilitaram o trabalho a um dispositivo que, noutras situações, seria insuficiente.

Podemos admitir que, depois de meses de fogos, exista a esperança num abrandamento, seja por condições climáticas atípicas para o Verão, seja porque a extensão e disposição da área ardida irá prevenir e conter fogos de maiores dimensões, difíceis de enfrentar quando as acessibilidades tendem a piorar e os meios aéreos a diminuir.

Será, mesmo que no final resulte, uma opção de grande risco, que consideramos inaceitável, dados os perigos que resultam para as populações e para o dispositivo, onde os meios aéreos, essenciais nas operações em terrenos difíceis e que muito contribuem para a segurança dos combatentes em terra, parecem escassos perante uma orografia complexa e acessos limitados e muitas vezes traiçoeiros.
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