sábado, março 03, 2012

Fogo lavra dois dias em Montesinho - 2ª parte

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Um incêndio florestal em Portugal

A queixa de falta de meios aéreos, transmitida em diversos orgãos de comunicação social, os difíceis acessos, que obrigam a deixar progredir as chamas até locais onde seja possível transitar e dispor de meios adequados, e mesmo alguma escassez de efectivos, permitiram que o fogo permanecesse activo para além do expectável.

Também foi exposto o veículo do próprio parque estacionado, tendo sido afirmado que, por questões orçamentais, a sua utilização se encontra condicionada, limitada a um máximo de 50 km diários, com orientações para o patrulhamento ser efectuado a pé.

A confirmar-se, para além de uma menor capacidade de intervenção, a própria detecção dos fogos pode ser atrasada, permitindo a sua propagação sem controle durante um período de tempo que dificultará o combate, com custos inevitáveis nas operações e na perda de património, sempre dificilmente quantificável.

Sempre insistimos na questão da prevenção, seja através do patrulhamento, seja a nível das acessibilidades, da limpeza dos espaços e de todo o conjunto de actividades, que nos parques naturais são de alguma forma condicionadas, que contribuem para uma menor vulnerabilidade destas áreas em caso de ocorrer um incêndio.
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