segunda-feira, dezembro 30, 2013

Para onde vão os dinheiros públicos... - 2ª parte

Image Hosted by Google Parte do folheto distribuido aos moradores

No projecto inicial, integrado numa "Zona 30", que visa reduzir a velocidade de circulação, a rua que a intercepta teria dois sentidos de circulação, acedendo à Magalhães Lima, transformada numa "zona partilhada (de coexistência entre peões e veículos)" algo que surge como o oposto de qualquer princípio de segurança.

O estreito corredor destinado à circulação de veículos fica restringido a moradores, ficando por esclarecer quem fica efectivamente incluido neste grupo restrito, mas que, em princípio, serão os habitantes do bairro, desviando-se o restante trânsito para as estreitas ruas que circundam a avenida e onde os acidentes são mais numerosos e com tendência a aumentar.

Muito mais eficaz seria replicar ao longo da Avenida Magalhães Lima a disposição que foi efectuada no início da mesma, com os passeios seriam em calçada portuguesa, estacionamento em espinho, circulação central e os desnivelamentos adequados a que peões e veículos circulem em maior segurança.

Ao adoptar a solução actual, os desníveis inerente aos passeios perdem-se, passando os peões e os veículos, em andamento ou estacionados, a ficar no mesmo plano, pelo que desaparecem barreiras físicas ou ressaltos delimitadores, que, mesmo não impedindo a circulação, avisam o condutor de que estará sobre uma superfície diferente.
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