terça-feira, maio 06, 2014

"Drones", o futuro no presente - 3ª parte

Image Hosted by Google Um "drone" DJI Phantom 2 sobre uma cidade

Excluidos, estão, naturalmente, modelos de muito curto alcance, que dependem inteiramente de um comando externo e controle visual, os quais não dispõe, por exemplo, de sistemas electrónicos de orientação ou de retorno automático ao ponto de partida e que se destinam a fins recreativos.

A dimensão, tal como a autonomia e mesmo algumas características de voo devem primordialmente adequar-se às missões, pelo que o facto de serem mais reduzidas não implica, só por sí, a exclusão de um dado modelo, sobretudo porque a contrapartida é um menor preço, um mais fácil transporte e acomodação e, inclusivé nalguns casos, uma maior facilidade de operação, nomeadamente em espaços confinados.

Exemplo de um "drone" de pequenas dimensões, destinado ao reconhecimento de uma área delimitada, é o modelo EMT "Aladin" usado pelas forças alemãs no Afeganistão e distribuido às unidades de reconhecimento, conferindo-lhes uma muito maior capacidade de observação do terreno, com visualização em tempo real de uma perspectiva superior, sem os riscos inerentes a uma missão em terra num terreno desconhecido e hostil.

Acresce a possibilidade do uso como controle aéreo avançado, assinalando alvos com precisão e orientando na sua direcção aeronaves capazes de os neutralizar, mantendo-os sobre observação constante durante o desenrolar da missão e reportando os resultados desta, mesmo após os meios utilizados no ataque se terem afastado para uma zona ou altitude segura.
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