sexta-feira, setembro 25, 2015

Auxiliares de flutuação - 4ª parte

Estes "Blue Dolphin", uma marca que será essencialmente genérica, apesar do seu baixo preço, são de concepção e construção aceitável para uma utilização ocasional, adequado a quem pratique alguns desportos náuticos, como o remo, canoagem, ou a condução de motos de água, mas também será útil para actividades junto de linhas de água, sempre que haja o risco de queda.

Assim, face a coletes de salvação mais convencionais, que se destinam a manter o utilizador à superfície, estes dispositivos podem revelar-se insuficientes, pelo que serão desaconselhados para crianças ou para quem não saiba nadar, devendo-se sempre alertar para o tipo de utilização que se pode fazer e quais os níveis de segurança que permitem.

Tratando-se de um equipamento de segurança, obrigatório em diversas situações, o rigor na escolha é fundamental, mas não será um colete, mesmo complementado por um capacete, que pode contrariar atitudes de risco ou mesmo reduzir em absoluto os perigos inerentes a algumas actividades onde a possibilidade de acidente, independentemente das precauções, está sempre presente.

O preço de um auxiliar de flutuação pode variar enormemente, começando pela quinzena de Euros, incluindo portes a partir da Ásia, e terminando em modelos bastante dispendiosos e, naturalmente, de muito melhor qualidade, pelo que a escolha acaba por ser quase infinita, mas que dependerá, em muito, da disponibilidade financeira e da utilização, sendo certo que, mesmo os modelos mais baratos, desempenham a sua função de forma adequada.
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