sexta-feira, setembro 02, 2016

Antecipar catástrofes - algumas reflexões - 2ª parte

Obviamente, o planeamento é essencial, o que implica que, dependendo do tipo de situação, cada indivíduo saiba como reagir e onde se deve dirigir assim que possível, assumindo que a rede de comunicações, nestas circunstâncias, pode não estar disponível, impedindo uma coordenação em tempo real.

Também é extremamente relevante as condições climáticas, que condicionam em muito não apenas a selecção dos bens de primeira necessidade, como diversas opções, restringindo em muito as possibilidades de escolha caso a catástrofe ocorra de noite, com baixas temperaturas ou com chuva, circunstâncias nas quais o tipo de vestuário e abrigo pode ganhar prioridade face a outros bens, como a própria alimentação.

Deve-se assumir que, numa situação de catástrofe, as redes de comunicações podem falhar, pelo que um sistema alternativo deve ser equacionado, o que pode implicar um rádio de comunicações, alimentado por bateria interna ou pela de um veículo, e um pequeno rádio que permita escutar as notícias e acompanhar a situação, de modo a seguir as instruções das entidades competentes e a tomar as decisões mais correctas.

A maioria dos telemóveis tem capacidade para escutar uma emissão em FM, mas necessita de um auricular, que servirá de antena, e irá gastando a bateria ao usar esta funcionalidade, pelo que, a menos que se disponha de um modelo com grande autonomia ou não exista alternativa, sugerimos que se recorra a um simples rádio, cujas pilhas devem ser verificadas periodicamente.
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