terça-feira, maio 22, 2018

Caixas herméticas - 2ª parte

Para além da resistência, e tal pode ser difícil de verificar numa compra "on line", a estanquicidade deve ser objecto de análise, sendo essencial que exista uma junta de borracha que vede a tampa, bem como o sistema com que esta fecha e que, sendo nos três lados não fixos, já que o outro corresponde à dobradiça, deve resultar numa união firme em todo o perímetro.

Já a capacidade de proteger um objecto no interior pode ser avaliada de forma mais simples, colocando um objecto quebradiço para teste, como uma garrafa destinada a ser reciclada, envolta num saco de plástico para que não fiquem resíduos dentro da caixa, e deixando a caixa cair de uma altura que simule as quedas mais comuns, verificando depois os resultados.

Também o tipo de forro é relevante, podendo ser igualmente impermeável, contribuindo para a estanquicidade da caixa, mas sobretudo porque é essencial para absorver impactos, devendo-se dar preferência a revestimentos interiores em borracha, eventualmente ondulada, do que a uma simples esponja que, salvo com equipamentos quase à medida do interior, necessita de ser complementada por outros elementos.

Este tipo de caixa pode facilmente ser acomodadas, e cabem várias unidades, no interior de uma típica caixa de arrumação, como uma "Wolf box", o que facilita em muito as operações de carga e descarga e garante um nível adicional de protecção a todos os níveis, sendo este o tipo de solução a que habitualmente recorremos para transporte de equipamentos mais delicados.
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