terça-feira, março 19, 2013

Em teste, o "Mobile Device Manager" - 3ª parte

Image Hosted by Google Um telemóvel Android com o "Mobile Device Manager"

Embora pouco prático, o recurso ao GPS em zonas abertas e ao GSM em locais onde a precisão do GPS seja fraca mas presente, o que implica desligar o GPS, acaba por obter os melhores resultados, mas, infelizmente, torna-se algo inexequível.

Desta forma, acabamos por optar por manter o GPS permanentemente ligado, mesmo sabendo que, em situações específicas, o resultado pode não ser o melhor, mas, perante as várias opções, esta acaba por ser a mais realista, o que penaliza o consumo de energia.

Algo que lamentamos, e que tem a ver com a concepção do "software", é o facto de este recorrer sempre ao GPS quando este está activo, mesmo nas situações onde a localização via rede móvel é mais eficaz, algo que poderia ser implementado por quem desenvolveu o produto.

Seria possível obter a localização recorrendo aos dois processos possíveis e escolher aquele que tem um erro menor, sendo ainda possível, mas mais polémico e que poderia ser deixado ao critério do utilizador, recorrer a uma combinação dos dois, tal como acontece com o AGPS ou Assisted GPS, onde os dois sistemas interagem.
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