sábado, agosto 31, 2013

Mais meios, muito menos prevenção... - 3ª parte

Image Hosted by Google Uma estrada florestal em Portugal

Se observarmos as situações mais complicadas ocorridas este ano, incluindo aquelas das quais resultaram a perda de vidas humanas, a questão das acessibilidades, nas suas diversas vertentes, que incluem desde o percurso para o local da ocorrência e a demora resultante das dificuldades no trajecto, a falta de locais seguros onde actuar, a inexistência de alternativas para uma retirada e mesmo a impossibilidade de um socorro atempado, a questão das acessibilidades assume-se como de importância vital.

Em combinação com a falta de limpeza de zonas rurais, que tal como a questão das acessibilidades se insere na vertente da prevenção, os cenários assumem frequentemente contornos de grande complexidade que decorrem mais de questões conjunturais do que dos meios envolvidos e da própria intensidade das chamas, que tantas vezes não podem ser combatidas da forma mais adequada.

Decorre ainda o custo elevado resultante das limitações aos meios utilizados, dado que a impossibilidade de utilizar meios terrestres adequados implica o recurso aos dispendiosos e escassos meios aéreos, eventualmente complementados pelo combate em terra recorrendo a ferramentas manuais, mas quase sem utilização de água.

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