domingo, maio 18, 2014

"Drones", o futuro no presente - 9ª parte

Image Hosted by Google Um "drone" de salvamento marítimo iraniano PARS

Qualquer "drone" destinado a um uso profissional, e mesmo a uma utilização mais complexa na área do lazer, tem necessariamente que ter um GPS integrado no seu sistema electrónico, registar dados de navegação e manter canais de comunicação, preferencialmente redundantes, com um sistema de controle que inclua a visualização de imagens em tempo real.

A funcionalidade de retorno ao ponto de partida de forma automática caso perca o controle com o sistema de controle em terra é absolutamente essencial para uma utilização profissional, podendo evitar que a aeronave se perca defenitivamente, seja por acidente, seja mesmo por furto após uma aterragem num local indesejável.

Esta funcionalidade, que implica a existência de GPS interno e do registo de um conjunto de dados de navegação pode, naturalmente, ser desactivada caso o operador readquira o controle do "drone", o qual poderá regressar ao desempenho da sua missão ou retornar ao local de origem por controle manual.

É de ressalvar que o retorno automático ao ponto de partida deve ser feito invertendo os dados de navegação e aferindo-os via GPS, nunca estabelecendo uma linha recta entre a localização actual e o destino, dado que desta forma existe a possibilidade de colisão com um qualquer obstáculo que fora circundado durante o voo controlado pelo operador, pelo que o uso desta expressão por parte do fabricante deve ser analizado em termos do seu conteúdo real.
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