quarta-feira, novembro 09, 2016

Algumas alternativas para veículos no centro de Lisboa - 4ª parte

A falta de resposta, seja em tempo útil, e para tal consideramos que um contacto inicial deve ser efectuado no máximo de 48 horas, seja em absoluto, ignorando completamente o pedido, tem como resultado uma primeira imagem negativa e a tendência para alguma perda de confiança na empresa em causa ou, caso incluída num directório, no sistema que procede ao envio das mensagens.

Recorrendo ao sistema de pesquisa e pedido de informação do Sapo, solicitamos orçamentos três oficinas, cujos nomes optamos por não colocar aqui por duvidarmos que o pedido lhes tenha chegado, preenchendo o formulário onde incluímos todos os dados de contacto e o tipo de serviço pretendido, de forma detalhada, tendo como única resposta a confirmação do sistema e a inclusão numa lista de publicidade, de que nos desinscrevemos, por ser algo não solicitado.

É notório que algumas empresas a operar neste sector têm alguma dificuldade em responder a pedidos via Internet, seja para evitar comprometer-se por escrito, seja por dificuldades na operação de sistemas tecnológicos, mas o facto é que, independentemente das razões, uma falta de resposta resulta sempre como uma impressão negativa que, neste caso se dirige contra o próprio sistema do Sapo, dado que nenhuma empresa contactada por esta via respondeu e parece que o único resultado foi um "spam".

Assim ocorre-nos colocar a questão se o sistema do Sapo, onde em três tentativas verificamos outros tantos insucessos, é fiável, enviando as mensagens para um endereço adequado, aquele que as empresas efectivamente utilizam, e não para um endereço do próprio "site", destinado a esse fim, mas que, por não ser de uso corrente, acaba por raramente ser consultado, podendo mesmo acabar ignorado.
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