quarta-feira, julho 05, 2017

Um crime chamado SIRESP - 4ª parte

Será, portanto, de equacionar se o sucessor do SIRESP deverá ter características de rede física, com uma estrutura própria, tal como tem a existente, incluindo todos os equipamentos e conectividade inerentes, ou ser, essencialmente, uma rede lógica ou virtual, a operar sobre circuitos existentes, tal como os proporcionados pelos operadores ou um misto das duas.

Consideramos que esta última opção será efectivamente a que melhor serve os objectivos propostos, com o sistema a funcionar sobre duas plataformas físicas que se esperam redundantes, distribuindo a carga de forma a ter o melhor desempenho possível e comutando automaticamente em caso de falha de um dos circuitos, mantendo as funcionalidades necessários, mesmo que se verifique alguma degradação do desempenho.

Naturalmente, os equipamentos das várias redes utilizadas, bem como toda a estrutura de rede, pela necessidade de redundância, necessitam de ser posicionados adequadamente e protegidos, na medida do possível, pelo que novas unidades, que complementem as existentes, devem ser cuidadosamente localizadas onde estejam menos vulneráveis, sem que a tal corresponda uma perda no desempenho.

Um conjunto de meios móveis, complementares, seriam destinados a repor um sistema de salvaguarda, destinados a entrar em funções apenas se o sistema secundário falhasse, sendo deslocado para os locais mais críticos sempre que a possibilidade de falha estivesse presente, como no caso de fogos de grandes dimensões que possam afectar os diversos circuitos físicos existentes na área.
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