Mesmo durante uma campanha eleitoral, com todas as tragédias que ocorrem no Mundo, este número de mortes não pode escapar, entre o minimizar e a quase omissão de uma nota de rodapé, entre as notícias de um qualquer telejornal, como se esta fosse uma inevitabilidade que, como qualquer triste destino, não pode ser combatido, restando, tão somente, chorar brevemente os mortos.
Aliás, até agora, não escutamos da parte de nenhum candidato presidencial, ou de quem mais directamente os apoia, uma palavra quanto à especificidade deste problema, muitas vezes abordado de forma algo dispersa, entre questões gerais de saúde ou de habitação, mas sem ir directamente a um problema conhecido, mas que todos tentam evitar, eventualmente por ter pouco a propor, sabendo que este problema não se resolve com as habituais generalidades, sempre inconsequentes, e que as boas ideias, com aplicação prática, escasseiam.
Em textos anteriores, apontamos para várias possíveis soluções, no sentido de mitigar o problema da pobreza energética, recorrendo a métodos simples, com custos muito acessíveis e que, não proporcionando todo o conforto a que todos têm direito, pode evitar algumas das situações mais graves e reduzir o número de vítimas mortais.
Mesmo durante uma campanha eleitoral, com todas as tragédias que ocorrem no Mundo, este número de mortes não pode escapar, entre o minimizar e a quase omissão de uma nota de rodapé, entre as notícias de um qualquer telejornal, como se esta fosse uma inevitabilidade que, como qualquer triste destino, não pode ser combatido, restando, tão somente, chorar brevemente os mortos.
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