sexta-feira, junho 02, 2017

Empresas obrigadas a comunicar ataques informáticos - 1ª parte

Sabendo que a não comunicação de ataques informáticos dificulta uma defesa comum e a adopção de medidas adequadas, inclusivé na determinação da detecção da origem, foi determinado a obrigatoriedade de informar as autoridades deste tipo de ocorrência quando se dirijam contra empresas.

A divulgação de um ataque, mesmo que sem sucesso, pode ter como principal resultado um dano reputacional, com custos imprevisíveis e incalculáveis quando o valor de uma empresa ou entidade depende, em grande parte, da confiança dos clientes e do próprio público, como sucede, por exemplo, no caso de bancos ou seguradoras, mas também em empresas que alogem grandes quantidades de dados, incluindo-se entre estes informação confidencial.

Assim, compreende-se que a primeira reacção seja a de tentar evitar a divulgação de ataques, sobretudo se bem sucedidos, implementando um conjunto de medidas que controlem os danos e assumindo os encargos de prejuízos resultantes do ataque, sem efectivamente revelar o sucedido, mesmo a clientes cujos dados tenham sido, de alguma forma, expostos, mas tal opção pode ter efeitos secundários devastadores.

Se no caso de perda, por exemplo, de dados financeiros, existem formas de compensação, caso existam perdas, a exposição de dados pessoais é irreversível, podendo ter consequências irreparáveis para a vida de todos quantos viram a sua privacidade comprometida, não apenas em termos pessoais, mas profissionais, sendo exemplo a divulgação de informação médica.

quinta-feira, junho 01, 2017

Declinação magnética

A orientação correcta de um mapa implica orientá-lo correctamente, para o que é necessário ter noção do que é a declinação magnética e do seu valor para um dado local, sabendo que esta se considera positiva quando o Norte magnético se encontra do lado direito do Norte geográfico e negativa no caso contrário.

Em Lisboa, a declinação magnética é, actualmente, 2.43º negativos, devendo ser verificada periodicamente por mudar perto de um grau a cada três anos, num movimento pendular, que oscila para um e para outro lado do Norte geográfico, de modo a evitar erros que, podendo ser pequenos em termos angulares, quanto projectados a uma distância razoável, podem resultar problemáticos.

Em muitas bússolas basta rodar a coroa exterior, no caso de Lisboa para a esquerda, obtendo assim o desfazamento entre os dois Nortes, posicionando a agulha no sentido do Norte magnético e recorrendo ao Norte cartográfico para orientar correctamente o mapa.

Existem diversos processos para determinar o Norte magnético, sendo comum que nas cartas militares este venha registado, podendo-se proceder ao cálculo com base no desvio anual, nos anos passado desde a elaboração do mapa e da declinação máxima, após o que o sentido é revertido, ou recorrendo a um "site", como o "Magnetic declination", onde a informação se encontra disponível para muitas localidades.

quarta-feira, maio 31, 2017

Novo localizador TK 905 - 2ª parte

O TK 905 tem um iman potente, que permite aderir solidamente a uma superfície em ferro, dispensando instalação, sendo o seu estado monitorizado através de um conjunto de "leds" que fornecem indicações quanto à existência ou não de conexão GPRS ou falta de sinal GSM e GPS.

O conjunto inclui o localizador, um cabo USB, o transformador, uma bolsa de transporte, o manual de utilizador e um adaptador para cartões, estando disponível a possibilidade de usar uma plataforma de gestão, recorrendo a um "software" específico, numa solução que facilita a utilização deste localizador.

Por ser funcionalmente muito parecido com outros modelos da família TK, sobretudo aqueles que se destinam a utilização móvel, não nos alongamos sobre as suas capacidades ou modos de operação, remetendo para os artigos que publicamos no passado, onde outros localizadores, como os TK 102, são analizados com alguma profundidade.

Por um preço que começa nos 35 Euros, este localizador é uma excelente opção para quem pretenda um sistema de localização e seguimento eficaz e discreto, que não obrigue a uma instalação fixa e possa ser utilizador num veículo ou transportado num bolso sem receio de que a água ou um impacto o danifiquem ou impeçam o seu funcionamento.

terça-feira, maio 30, 2017

ELM327 tem versão 2.2 - 2ª parte

Em contrapartida, estas alterações, tal como aquelas que se encontram em versões intermédias, podem ser relevantes para quem tenha enfrentado dificuldades sobretudo a nível de conexão via ODB2, situação em que poderão ter melhores resultados com a nova versão, sendo sempre de efectuar testes antes da aquisição, aferindo se vem resolver algum dos problemas existentes.

É de notar que muitos poucos ELM327 disponíveis no mercado são da versão 2.2, sendo certo que, dado que o "chip" original é vendido por 15 dólares para uma aquisição de 1.000 unidades, os modelos mais baratos certamente nunca poderão ter o integrado original na versão mais recente, tal como nunca são originais os 1.5, versão nunca produzida por quem projectou este tipo de integrado, pelo que todos os anunciados como 1.5 são cópias de diversas proveniências.

Relativamente à célebre questão quanto à compatibilidade entre os motores Td5 e o ELM327, por enquanto, nada podemos adiantar, reforçando que não estes não são 100% OBD2 e temos dúvidas quanto a ligações com sucesso usando o protocolo ISO 9141 anunciadas por alguns vendedores de ELM327 e de "software", pelo que apenas podemos sugerir a quem tenha os meios, para proceder à experiência, sempre com o cuidado necessário para não gerar conflitos internos na centralina.

Com a implementação de novas funcionalidades nos ELM327, potenciadas por diversos programas de muito boa qualidade, esta solução irá proporcionar melhores soluções, sendo certo de que, para quem tenha veículos compatíveis, esta será uma opção cada vez mais a ter em conta por parte de quantos necessitam de um sistema de diagnósticos e monitorização de um veículo compatível com ODB2.

segunda-feira, maio 29, 2017

Novo localizador TK 905 - 1ª parte

Apesar de funcionalmente muito semelhante a outros localizadores pessoais, o novo TK905 merece destaque por ser particularmente resistente e à prova de água, cumprindo a norma IP66, o que permite a sua utilização em diversas actividades onde outros modelos dificilmente sobreviveriam.

Com dimensões de apenas 90 x 72x 22 milímetros e um peso de 168 gramas, este localizador opera em redes GSM e GPRS nas bandas de 850, 900, 1800 e 1900 Mhz, dispondo de um receptor de sinal GPS com GPS uma sensibilidade de -159 dBm e uma precisão estimada de 5 metros.

Desta forma, o TK 905 pode operar em todas as redes, independentemente do país, e a combinação entre GPS e AGPS contribui para uma maior precisão e fiabilidade, mesmo quando um dos sinais é mais fracos, gerindo de forma mais eficaz a carga disponível na bateria.

Este localizador pode suportar entre -40° e 85° desligado e entre -20° e 55°, com humidade, sem condensação, entre os 5% e os 95% podendo ficar em "stand by" até 90 dias graças a uma bateria interna de iões de lítio recarregável de 3.7 V e 5000 mAh.

domingo, maio 28, 2017

Restrições em zonas florestais entre 01 de Junho e 31 de Outubro

Foi estabelecido que decorre entre os dias 01 de Julho e 30 de Setembro o Período Crítico no âmbito do Sistema de Defesa da Floresta Contra Incêndios, correspondendo à "Fase Charlie", o que implica estarem em vigor um conjunto de medidas especiais de prevenção contra incêndios florestais.

A este calendário acrescem as restrições resultantes de disposições diversas, incluindo a nível municipal, tendo os serviços florestais da Câmara da Lousã confirmado que estas limitações à circulação terão lugar entre os dias 01 de Junho e 31 de Outubro, coincidindo com o facto de a operação "Floresta Segura" da GNR terminar a 31 de Outubro.

É de notar que é proíbido nos espaços florestais e agrícolas, durante o Período Crítico as seguintes acções ou actividades:

Fumar, fazer lume ou fogueiras.
Efectuar queimas ou queimadas.
Lançar foguetes e balões de mecha acesa.
Fumigar ou desinfestar apiários, salvo se os fumigadores estiverem equipados com dispositivos de retenção de faúlhas.
A circulação de tratores, máquinas e veículos de transporte pesados que não possuam extintor, sistema de retenção de fagulhas ou faíscas e tapa chamas nos tubos de escape ou chaminés.

Estas restrições aplicam-se, naturalmente, a actividades diversas, entre as quais os passeios fora de estrada, pelo que se aconselha a entrada em contacto com as autoridades ou corporações de bombeiros locais no sentido de saber, com o máximo grau de certeza, quais os trajectos onde se pode circular livremente durante este período.

sábado, maio 27, 2017

Lisboa, cidade fechada - 26ª parte

Este problema afecta não apenas os particulares, mas também, e sobretudo, quem efectua distribuição de produtos, e na zona afectada existe supermercado, farmácia e restaurantes, para citar alguns estabelecimentos comerciais, sendo certo de que existirá uma maior dificuldade e morosidade no seu abastecimento, aumentando os custos das empresas contratadas para o efeito.

Mesmo excluindo o problema sectorial consubstanciado na rua afectada, todo um conjunto de artérias circundantes sofrerão um impacto negativo, como consequência de deslocações mais longas em vias já sobrecarregadas com tráfego, tal como quando se lança uma pedra sobre a água e os efeitos, mesmo que diminuindo com a distância, abrangem uma área muito superior ao que inicialmente se prevê.

Interrogamo-nos quanto aos motivos de tal decisão, se efectivamente existem, ou se estamos perante algum tipo de fundamentalismo que visa punir o uso de veículos motorizados, seja por parte de particulares, seja por profissionais, essenciais ao funcionamento da cidade, criando assim um espaço artificial, hostil aos seus residentes, destinado unicamente a potenciar o turismo, que parece ser cada vez mais o principal sustendo de Lisboa.

Se alargarmos estas alterações em círculos concêntricos, estas, ao contrário do que a Câmara Municipal afirma, têm vindo a dificultar a circulação de veículos, diminuindo efectivamente a segurança viária e, em muitos locais, colocando em causa a segurança dos peões, obrigados a deslocar-se em passeios construídos ao nível das faixas de rodagem e com veículos a surgirem de locais imprevisíveis face à lógica que devia presider o ordenamento do tráfego.

sexta-feira, maio 26, 2017

Bombeiros de Lisboa vão de comboio combater os fogos - 3ª parte

Relativamente à supostamente deprimente imagem da passagem de colunas de veículos pelas estradas, obviamente discordamos e lamentamos que exista esta perspectiva, que vem denegrir uma mensagem de solidariedade e de unidade nacional, onde bombeiros de zonas do País não afectadas pelos fogos acorrem em auxílio dos seus camaradas que enfrentam os perigos do combate contra os incêndios florestais, sendo comum ver populações a aplaudir as colunas em movimento.

Não há justificação prática para contrariar este tipo de desolocação com base no aumento de tráfego, seja tendo em conta a dimensão das colunas, seja pelo tipo de vias utilizadas nos trajectos mais extensos, que dificilmente resultam em congestionamentos, os quais, a existir, seriam perfeitamente justificáveis face ao maior valor do património a salvaguardar.

Parece que, infelizmente, num País onde as aparências são o mais importante, talvez para que os turistas não se apercebam da realidade, o combate aos fogos seja para esconder, esperando-se que o mesmo não aconteça com as notícias, numa tentativa de ocultar tudo o que não contribua para a imagem positiva que se quer fazer passar para o exterior.

Propor ideias avulsas, ou libertá-las aos poucos, eventualmente para auscultar reações, parece-nos pouco conveniente, levantando dúvidas, polémicas e desconfianças, para além de uma certa animosidade face à falta de diálogo ou aviso prévio de que a Liga dos Bombeiros Portugueses se queixa, criando uma natural aversão a propostas que, noutro contexto, poderiam ter alguma valia.

quinta-feira, maio 25, 2017

Land Rover Owners de Junho de 2017 já nas bancas

Já se encontra nos locais de venda habituais a edição de Junho de 2017 da Land Rover Owners International, com o destaque principal a ir para as várias possibilidades de aumentar a potência dos Land Rover, através de 25 truques alegadamente secretos, que proporcionarão uma melhor experiência de condução, sobretudo quando fora de estrada.

A proposta de obter 200 cavalos de potência num motor Td5 através de um processo de melhoramento que demora apenas um dia a concretizar, o teste de um Defender com 220 cavalos, preparado pela "Alive", demonstram o potencial destes motores e a influência determinante da electrónica, que, complementada com algumas alterações mecânicas, permite uma evolução impressionante.

Um Range Rover descapotável, as modificações num "Ninety" e a sua preparação para o todo o terreno, um Serie 1 adaptado a pensar no "surf", merecem igualmente destaque, tal como um vasto conjunto de propostas de passeios e expedições, sobretudo a pensar no mercado britânico e antecipando a chegada do bom tempo.

Complementam este número os vários artigos técnicos, entre eles o melhoramento do sistema de arrefecimento dos Defender, melhorias no comportamento do Evoque e reparação de travões nos Freelander, a apresentação de vários novos produtos, a que acresce a publicidade temática, proporcionando horas de leitura e, eventualmente, inspiração para introduzir melhoramentos nos veículos, sobretudo naqueles que se deslocam fora de estrada.

quarta-feira, maio 24, 2017

Artigos para viagem no Lidl

Apesar de muitos produtos serem repetidos, com os meses de férias e de viagens mais longas a aproximar-se, justifica-se voltar a referir alguns produtos que irão estar em promoção nas lojas da cadeia Lidl a partir de 27 de Maio e que termina no domingo seguinte.

O estojo de primeiros socorros, semelhante ao que temos no Defender, que pode ser adquirido por 5.99 Euros, é um dos produtos que aconselhamos, seja para o veículo, seja para uma residência, sendo conveniente que aqueles que já possuam um verificar a data de validade do conteúdo, substituindo os componentes que se encontrem fora de prazo ou, simplesmente, comprando um novo.

O "kit" de mãos livres, que tem um preço de 19.99 Euros, é outro artigo que merece destaque, apesar de não ter um écran onde surjam informações, como a identificação de chamada, enquando o carregador USB para tomada de isqueiro, incluindo 11 adaptadores diferentes que cobrem a maioria das necessidades, custa 3.99 e justifica-se ter dentro de cada veículo para as emergências.

Outros artigos destinam-se essencialmente a arrumar e organizar a bagagem e pequenos volumes transportados dentro de uma viatura, como os "trolleys" e organizadores, outros a aumentar o conforto dos assentos ou a protegr os ocupantes dos raios solares, incluindo-se ainda o colete de sinalização, obrigatório em diversas situações, e que convém ter para os vários ocupantes de cada veículo.