domingo, julho 18, 2010

Perto de 3.000 hectares arderam em 2010 - 2ª parte

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Um Kamov combate um incêndio florestal

Assim sendo, tem-se constatado que o clima tem sido favorável, com poucos dias de muito calor, mas será sobretudo da diminuição de áreas florestais e de zonas tampão resultantes de fogos anteriores, que resulta essencialmente a maior vulnerabilidade da floresta portuguesa.

Dado que o dispositivo tende a ser estável, independentemente das flutuações a nível das áreas que protegem, a redução destas permite um aumento de disponibilidade de efectivos em termos proporcionais, com o mesmo efectivo a defender uma área francamente menor e com menos extensões contínuas.

O número que agora foi revelado, sendo positivo, acaba portanto por reflectir sobretudo a evolução do estado da cada vez mais reduzida floresta portuguesa, conjugada com variáveis climáticas, do que um significativo aumento da eficácia no combate aos fogos, onde a evolução, apesar de existente, continua a não poder justificar a diminuição da área ardidad verificada recentemente.
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