quarta-feira, junho 15, 2011

Bombeiros de Albergaria sem acesso ao aeródromo - 2ª parte

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Um fogo florestal em Portugal

Para além das limitações em termos de espaço, de condições habitacionais e de acesso a meios, o quartel tem acessibilidades mais lentas e difíceis, atrasando as deslocações dado que existe a necessidade de atravessar zonas com trânsito intenso.

Não abordaremos a questão da responsabilidade dos pagamentos, a falta de acordo entre os bombeiros e a autarquia ou a não assinatura do protocolo elaborado, mas tão somente a situação actual e as possíveis consequências para as populações e para o próprio dispositivo de combate aos fogos, que recorre a este aeródromo durante as operações aéreas.

Sabemos que este é um ano especialmente difícil para muitas autarquias, sobretudo no Interior do País, fruto de uma substancial diminuição de receitas, mas esta é uma situação que afecta igualmente as corporações de bombeiros, agravada pela quebra de donativos, que representam uma parte importante das verbas incluidas nos orçamentos.

No entanto, a falta de recursos financeiros não pode resultar numa manifesta irracionalidade que ponha em causa o socorro, a segurança das populações e seus pertences, e aqui podemos incluir o património autárquico, bem como a própria operacionalidade de um dispositivo de combate aos fogos que este ano se encontra reduzido nos seus efectivos.
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