A fúria do mar na costa portuguesa
Temos que nos interrogar quanto ao efeito das redes sociais em certos actos ou atitudes, certos de que são inúmeros aqueles que resultam de uma irresponsável ânsia de protagonismo, por vezes premiada por orgão de comunicação social que publicam o fruto de gestos temerários que nunca deviam ser premiados desta forma.
Quando efectivamente falta uma cultura de segurança, que inclui o respeito pelas autoridades competentes, bem como por quem está encarregue do socorro de que muitas vezes necessitam os próprios prevaricadores, resta, se não a repressão, pelo menos a condenação e o repúdio, reprovando este tipo de comportamento, nunca o incentivando através de qualquer tipo de reconhecimento ou aplauso.
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