quarta-feira, junho 17, 2015

Baterias de arranque Zenith em uso - 3ª parte

Como regra, qualquer bateria deve ter especificações iguais ou superiores às de origem, sendo que aceitamos alguma tolerância a nível de Ah, que podem ser compensados pelo funcionamento do alternador, mas no respeitante aos CCA, essenciais para o arranque do motor e que, caso sejam insuficientes, determinam a imobilização do veículo, é necessário ter uma maior cautela, mesmo sabendo que existe margem no modelo selecionado pelo fabricante.

Obviamente uma bateria de maior capacidade poderá ter algumas vantagens, mas esta é, essencialmente, a de, em caso de carregamento insuficiente, como acontece caso se efectuem muitos trajectos pequenos, adiar o inevitável, tal como acontece com um simples tanque com água, onde o caudal de entrada é inferior ao de saída, resultando, a prazo, num nível insuficiente para as necessidades.

Também é de lembrar que as baterias se destinam a cobrir um determinado número de funções, relacionadas com a operação de veículo, pelo que a inclusão de equipamentos opcionais de consumo elevado, como guinchos, frigoríficos ou inversores de corrente, se usados com alguma intensidade, deve ser prevista através da instalação de uma segunda bateria e de um sistema de gestão, e nunca reforçando a bateria de arranque que, como anteriormente descrito, poderá descarregar.

Tendo um CCA bastante bom, superior ao de muitos modelos equivalentes da concorrência, a Zenith de que dispomos no Discovery permite um arranque fácil do motor, diriamos que quase imediato, sem que se note qualquer hesitação, e mesmo a oscilação eléctrica que sempre se sente nessa altura nos faróis ou no auto-rádio, mesmo que tal seja difícil de aferir com exactidão, podendo não passar de uma sensação, parece menor do que o habitual.
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