segunda-feira, julho 09, 2018

A Nanocom de 1ª geração - 2ª parte

Tendo capacidade para ser utilizada de forma independente, sem ligação a um computador, estas Nanocom são muito pequenas, fáceis de transportar e, para além do cabo de ligação à porta OBD2, dispensam outros acessórios, tendo capacidade de armazenar na sua memória interna mapas e dados, o que garante a sua autonomia mesmo quando utilizadas para reprogramar uma centralina.

Embora fáceis de usar, o tipo de écran utilizado restringe muito os modos de navegação, tornando-a algo fastidiosa, muito passo a passo, subindo e descendo níveis e selecionando opções no termo de um acesso moroso e nem sempre intuitivo em termos de disposição dos vários menús hierárquicos, tornando este equipamento em algo tão distante do modelo actual como os actuais "smartphones" o são dos antigos telemóveis.

Naturalmente, para outro tipo de funcionalidades, inclusivé para carregar dados, a ligação a um computador é essencial, para o que é necessário instalar o programa que o fabricante disponibiliza para o efeito e pode ser descarregado gratuitamente, sendo assim possível aceder de forma mais simples aos vários menús, agora em modo gráfico e com o auxílio de um teclado e de um rato.

Mais importante que a facilidade de utilização via computador, é a possibilidade de observar a informação em modo gráfico ou em tabelas, o que permite aceder e entender um vasto conjunto de informação que, no pequeno écran da Nanocom, resulta de difícil acesso ou cuja forma de apresentação condiciona a respectiva utilidade, dificultando a sua interpretação.
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