terça-feira, abril 28, 2009

A evitar: SMC - 1ª parte


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Um "router" SMC BR14-S2

O valor real de um equipamento informático deriva não apenas do seu valor intrínseco, mas também do suporte e do apoio que o respectivo fabricante, directamente ou através de um fornecedor, venha a prestar em caso de necessidade.

Recentemente adquirimos um "router" SMC que se destinava a substituir um Dlink Di-624 que se avariou em resultado de uma inesperada alteração na rede eléctrica, tendo-nos imediatamente deparado com a impossibilidade de proceder a uma substituição directa.

Em termos teóricos, recorrendo a uma configuração equivalente, usando as mesmas defenições, protocolos e chaves de acesso, bastaria configurar o "router", sem haver necessidade de alterar as estações de trabalho que acedem por via do sistema "wireless".

Lamentavelmente, independentemente das configurações escolhidas, nem todas as estações de trabalho se conseguiam conectar e as que conseguiam demonstravam um comportamento errático, podendo, por exemplo, aceder à Internet mas não aos recursos partilhados em rede.

No próprio dia em que os problemas foram detectados, os mesmos foram reportados à SMC Portugal, que demorou uma semana a responder por via comercial, adiantando que o pedido de suporte tinha sido encaminhado para os serviços competentes.

Passada mais de uma semana, o apoio técnico deu como solução a instalação de um novo "firmware" no "router", actualizando-o para a última versão, algo que já tinhamos feito antes de efectuar o pedido de suporte, tendo no próprio dia dado conta do facto e informando que a sugestão efectuada não tinha resultado.

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