segunda-feira, setembro 09, 2013

Localizadores no socorro - 3ª parte

Image Hosted by Google Bombeiros americanos com localizador

Idealmente, por uma questão de facilidade de gestão, os localizadores seriam atribuidos aos Comandos Distritais de Operações de Socorro (CDOS), que teriam a gestão da plataforma, sendo distribuidos nos teatros de operações, de modo a que cada localizador estivesse sempre pré configurado, alterando-se apenas a descrição, de forma a corresponder a quem o transporta.

Consideramos esta opção bem mais simples do que configurar novos localizadores quando sejam enviados reforços de outros distritos, dado que estes podem continuar configurados no seu distrito de origem, dando origem a duplicações e inerentes confusões.

Desta forma, garante-se a exclusividade do localizador no sistema, razão pela qual a opção seria sempre pelos modelos móveis, menos dispendiosos e que, salvo situações de furto de veículos, pouco prováveis no caso de viaturas de bombeiros, não apresentam grandes limitações face aos modelos fixos, desde que haja o cuidado de carregar a bateria antes de cada utilização.

O uso de coordenadas obtidas via GPS, e a precisão dos "chips" SiRF 3 é bastante preciso, na ordem dos poucos metros em zonas descobertas, o que permite o envio de socorro ou a largada de água sobre o local, protegendo quem nela se encontra de forma a aumentar o espaço de tempo disponível para a sua evacuação ou socorro.
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