domingo, abril 10, 2016

Lisboa, cidade fechada - 1ª parte

Quando os trabalhos de requalificação, neste caso de pavimentação, são mal efectuados, se bem que aparentemente possam ter aspectos positivos, erros flagrantes, que sendo conhecidos não são corrigidos, podem resultar num franco prejuizo para todos, podendo levar à repetição das obras, com todos os custos e inconvenientes daí decorrentes.

Devemos dizer que o que aqui relatamos, relativamente ao Bairro Social do Arco do Cego, é do conhecimento da Câmara Municipal de Lisboa, na pessoa do seu presidente, interpelado durante uma reunião pública da Assembleia Municipal, bem como dos serviços, repetidamente contactados, sem que tenham dado respostas aos problemas expostos.

O conjunto de problemas é extenso, indo desde a redução substancial do número de locais de estacionamento, agora insuficientes para a totalidade dos moradores, o reposicionamento dos mesmos, obstruindo janelas, ou o estreitamento das vias, na perspectiva de diminuir a velocidade, mas que foi muito para além do aceitável e irá provocar colisões.

Muito do que foi até hoje executado viola o que se encontra no "site" da edilidade, não correspondendo aos planos aí expostos e que foram sujeitos a discussão pública, com as alterações a serem francamente negativas, afectando seriamente a qualidade de vida dos moradores, numa sequência de problemas que parecem aumentar sempre que as obras avançam.
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