Existem equipamentos especificamente destinados para quase todos os fins, normalmente bem concebidos e que implementam um conjunto de funcionalidades interessantes, ao que se alia um volume pequeno, que facilita o transporte, tendo, normalmente, como senão um preço elevado.
Quando se trata de actividades tipicamente dispendiosas, tal torna-se ainda mais evidente, já que os seu praticantes estão mentalizados para o facto de que os equipamentos que utilizam tendem a ser caros, estando dispostos a pagar um preço elevado por eles.
Obviamente existem alternativas, para o que é necessário apelar a alguma imaginação, mas que permite poupar algum dinheiro, o que consideramos mais que essencial nos tempos que correm, razão pela qual optamos por improvisar ou modificar equipamentos baratos, em vez de optar por versões mais dispendiosas, mesmo que com algumas características melhor implementadas.
As bolsas para usar nas alças das máquinas fotográficas, onde se podem transportar alguns items que se deve ter à mão, como baterias ou cartões de memória suplementares, estão disponíveis no mercado, mas o seu preço tende a ultrapassar a dezena de Euros, o que, não sendo muito, parece exagerado face ao valor real do equipamento, sobretudo se comparado com items semelhantes.
terça-feira, janeiro 15, 2013
Novas jantes para o Defender - 1ª parte
O modelo de jantes seleccionado
As jantes em uso, adquiridas juntamente com o Defender, têm um "offset" negativo particularmente pronunciado, com uma profundidade, desde a face interior, onde apertam os parafusos, ao bordo exterior, que ronda os 15 cm, sendo esta característica rara em modelos de 16" e com 8" de largura.
Após longas pesquisas, encontramos em Inglaterra um modelo que corresponde ao pretendido, perdendo apenas 1 cm na profundidade, algo que consideramos aceitável, dado que, mesmo com as abas mais largas, continuamos a ter os pneus a sair ligeiramente dos contornos da carroçaria.
Optamos assim pela Extreme Offset Wheels, que oferece dois modelos, um modular, outro de cinco raios, com o conjunto de 4 jantes a custar 175 libras mais portes para Portugal, do que se resulta um valor final de 246 libras, ou seja, um valor final de pouco menos de 300 Euros.
segunda-feira, janeiro 14, 2013
Consola da MudStuff para Defender
Uma consola da MudStuff para Defender
Este modelo segue muito as linhas da consola superior dos Discovery, mas possui uma baía DIN central que permite montar um rádio ou CB, bem como um painel com múltiplos usos, disponibilizando ainda locais de armazenamento laterais abertos onde podem ser armazenados items ou equipamentos relativamente planos.
A instalação é simples e não implica alterar o forro, mas implica reposicionar diversos elementos originais, como as palas de sol, espelho retrovisor e luz interior, recorrendo-se aos pontos de fixação destes, bem como a parafusos laterais, para instalar a consola, num processo relativamente simples e rápido.
O preço aproxima-se das duas centenas de Euros, um valor justificado pela qualidade do material, mas alto quando comparado com o modelo mais convencional da Terrafirma, que oferece um maior espaço de arrumação interior, aliado a maior flexibilidade de uso.
Objectiva Holga para Canon EOS - 2ª parte
Uma objectiva Holga para Nikon
Estão disponíveis diversos acessórios, como o FEL-HL com lente tipo "olho de peixe", o conjunto de filtros coloridos DFS-120-1, a tele HT-25, a grande angular HW-05, a lente de aproximação ou "close up" CLS-1 e a "macro" MLS-1, todas possíveis de adquirir a muito baixo custo.
Esta objectiva, a HL-C, disponível em várias cores, vem acompanhada de tampa de protecção, bem como a respectiva embalagem e manual de instruções, custando perto de uma dúzia de Euros, incluindo portes a partir da Ásia, um valor abaixo de uma "lomo" convencional de 35 mm.
Naturalmente que existirão sempre diferenças, ou nuances, entre fotos convencionais, com rolo, e digitais, dado que a multiplicidade de factores físicos e ambientais tem um impacto diferente, com as primeiras a serem francamente mais vulneráveis, o que, mesmo com toda a tecnologia existente, nunca é completamente reproduzido.
domingo, janeiro 13, 2013
Objectiva Holga para Canon EOS - 1ª parte
Uma Canon EOS 20D com objectiva Holga
Embora se continuem a produzir equipamentos segundo estes princípios, que recorrem aos conhecidos filmes de 35 mm, um efeito semelhante pode ser obtido a partir de câmaras digitais quando se possa instalar uma objectiva que permita um efeito semelhante.
Existem diversos modelos de objectivas para obter o efeito das máquinas Lomo e destinadas a câmaras digitais, na sua maioria funcionalmente idênticas, apenas com um sistema de encaixe próprio e específico para cada máquina, sendo os mais conhecidos os produzidos pela Holga.
O Holga HL-C tem uma distância focal de 60 mm e uma abertura f8, com o orifício de 0.25 mm, tem sistema de focagem manual, e é compatível, neste caso, com todas as Canon EOS, tendo apenas 38 x 57 mm e um preso de 38 gramas, havendo versões para marcas como a Nikon, Olympus ou Sony Alpha, entre outras.
sábado, janeiro 12, 2013
Coldre para câmara fotográfica - 3ª parte
Um modelo profissional de coldre para câmara
Apesar de prático, transportar uma câmara desta forma, ou de outra sempre que fora de um estojo ou saco adequado, implica alguns cuidados, recomendando-se protegê-las sempre que possível, recorrendo, por exemplo, a protectores de écran e, quando disponível, a um revestimento em silicone, que existe para diversos modelos.
Também será recomendável proteger a objectiva e um parasol em borracha pode ajudar a proteger a extremidade, complementando a tampa, que neste tipo de situação deve estar presente até ao momento em que se preveja o uso da máquina.
Para além dos sistemas de transporte que mencionamos, existem ainda os arneses, que constam, essencialmente, de um conjunto de correias que permitem transportar uma ou duas câmara penduradas frontal ou lateralmente, sempre um pouco soltas, algo que nos faz preterir o arnês a favor do coldre, o qual alia uma maior segurança a uma boa disponibilidade no acesso ao equipamento.
sexta-feira, janeiro 11, 2013
Land Rover Owners de Fevereiro de 2013 já nas bancas
A capa da LRO de Fevereiro de 2013
No entanto, para um português, será o artigo sobre excursões no interior do País, nomeadamente nas Beiras, que se desenvolve ao longo de sete páginas, descrevendo um percurso que passa pela Serra da Estrela, vai até ao Litoral, incluindo Figueira da Foz e Aveiro e retorna ao interior que merece a nossa preferência.
Também é de interesse o extenso artigo sobre alguns dos Land Rover usados no "Camel Trophy", sobre veículos modificados, entre eles um Defender 130 e um Discovery "pick up", bem como alguns dos artigos técnicos, alguns sobre temas tão úteis como a adição de faróis suplementares.
No total, são 228 páginas, muitas delas com publicidade que também serve de catálogo ou como anúncio de produtos, que merecem a pena ser lidas, contendo um vasto conjunto de informações úteis, sem esquecer a vertente lúdica que também é inerente aos Land Rover.
Coldre para câmara fotográfica - 2ª parte
Um modelo profissional de coldre para câmara
Outros modelos, bastante mais resistentes, que podem incluir um cinto especificamente construido para este efeito, facilmente atingem o dobro ou mesmo o triplo do preço, mas tal justifica-se com equipamentos que podem custar alguns milhares de Euros.
Um conjunto destes, para além do suporte em metal, inclui uma base almofadada, que serve de resguardo tanto para a câmara como para quem a transporta, evitando que colidam entre sí, bem como um cinto de especificações militares, acrescendo, nos modelos de topo, uma correia extra que prende o conjunto a tiracolo.
Para além da inclusão de peças em metal, que substituem as de plástico, o facto de incluir uma base e não apenas um pino como forma de conexão com a câmara, permite um posicionamento desta de forma completamente diferente, com a objectiva dirigida para trás e não para baixo, ficando assim mais protegida.
quinta-feira, janeiro 10, 2013
Coldre para câmara fotográfica - 1ª parte
Um modelo de coldre para câmara
O conjunto inclui o coldre propriamente dito, um pino terminado com uma roscagem de 1/4", que será fixo na câmara, no mesmo local onde se aparafusa o tripé, sendo apertado com a ajuda de uma chave "allen", também incluida na caixa onde são bem visíveis as instruções.
A utilização é extreamente simples, bastando começar por aparafusar o pino na câmara, apertando com a chave fornecida, e colocar o coldre no cinto, que, obviamente, deverá ser suficientemente resistente e com uma fivela adequada, de preferência com algum tipo de segurança.
Seguidamente, basta deixar deslizar a câmara, de modo a que o pino entre por dentro do coldre, ficando esta segura por um sistema de segurança, que inclui uma pequena alavanca de destravamento, cuja manipulação é necessária para soltar a câmara.
quarta-feira, janeiro 09, 2013
Parafuso de suspensão e mosquetão para câmara - 2ª parte
Um modelo de parafuso de suspensão rebatível
O mosquetão IS-V é feito no mesmo material, com uma dimensão máxima de 20 x 40 mm e 3.9 mm de diâmetro, suportando pesos até aos 10 quilos, com o mosquetão alternativo, que consta da imagem, a apresentar características físicas semelhantes.
O mosquetão pode ser conectado a uma alça, um gancho de fixação ou uma correia, por exemplo, sendo que, mais uma vez, se deve ter em atenção a resistência desta, bem como a amplitude de movimentos permitida, dado que desta pode resultar o perigo de impacto contra um obstáculo que danifique o equipamento.
Como alternativa a este sistema de transporte, existem os coldres que se prendem em cintos, e que, embora também não protejam a câmara, a mantêm mais perto do corpo, o que aumenta a segurança desta, permitindo também o seu uso imediato, o que justifica abordar este tipo de solução muito brevemente.
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