quinta-feira, setembro 09, 2010

"Flash" e "eprom" - 1ª parte

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Uma unidade de gestão de um Td5

Modificar o programa de gestão contido na unidade electrónica de um veículo automóvel, para além de implicar "know-how" e a necessária prudência, depende do suporte no qual é gravada a programação, tendo como consequência a necessidade de diversos tipos de equipamento.

Apesar das suas múltiplas configurações, que resultam de características técnicas diferentes, que podem ir desde a capacidade à velocidade de leitura, passando pelo endereçamento, vamos considerar essencialmente duas famílias, agrupando os suportes de gravação pelo método a utilizar na sua escrita, do que resulta uma abordagem diferente.

Assim, designaremos de forma genérica por "flash" os "chips" que podem ser programados por cabo no próprio dispositivo onde estão integrados e sem que seja necessário apagar previamente o conteúdo, e por "eprom" as que necessitam de ser programadas externamente,

A vantagem de uma suporte regravável no próprio suporte, ou "flash", é óbviamente a facilidade de uso dado poder ser reescrita inúmeras vezes, dependendo da electrónica do equipamento onde está instalada sem necessidade de ser retirada do mesmo para o efeito, embora esta última situação, no limite, possa ocorrer.
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