segunda-feira, junho 07, 2010

Microsoft vai corrigir 34 vulnerabilidades esta semana

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Um écran do Microsoft Windows 7

A Microsoft anunciou o lançamento de um conjunto de 10 actualizações de segurança que irão corrigir um total de 34 vulnerabilidades detectadas nos seus produtos, entre as quais três consideradas como críticas.

Entre os produtos abrangidos incluiem-se o sistema operativo Windows, em várias versões, o Internet Explorer, o Office e o SharePoint, repetindo-se assim uma vaga de actualizações de segurança que se verifica pela terceira vez desde Outubro do ano passado.

Tal como anteriormente, as actualizações serão efectuadas através do sistema incluido no Windows, decorrendo de forma automática ou manual conforme as opções selecionadas em cada computador, mas devem sempre ser instaladas dado que se destinam a evitar intrusões.

Dificuldades de acesso dificultam combate a fogo florestal em Sabrosa - 1ª parte

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Um incêndio florestal em Portugal

Quase uma centena de efectivos, entre bombeiros e uma equipa de cinco elementos do Grupo de Intervenção de Protecção e Socorro da Guarda Nacional Republicana, apoiados por um helicóptero pesado Kamov combateram um incêndio no concelho de Sabrosa, no distrito de Vila Real.

Este fogo, que segundo a Autoridade Nacional de Protecção Civil deflagrou numa zona de mato às 15:44, consumindo depois uma área de pinhal, ocorreu na localidade de S. Martinho de Antas, numa zona de difíceis acessos, com a dificuldade acrescida de um vento forte.

Num incêndio que se prolongou por diversas horas, volta a ser evidente a vulnerabilidade da floresta portuguesa e o perigo resultante da falta de acessos, situação que se tem vindo a agravar nos últimos anos em consequência de um quadro legislativo manifestamente errado.

Dois bombeiros foram tratados no hospital de Vila Real devido à inalação de fumos, sendo a causa provável do incêndio uma queimada que saiu fora de controle.

domingo, junho 06, 2010

Menos 5 mortos nas estadas nos primeiros cinco meses de 2010 - 2ª parte

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Uma ambulância do INEM

A evolução dos números, que pouco se alteraram desde o ano anterior, verifica-se quando é manifesto, seja pela observação directa e quase intuitiva, seja pelo consumo de combustíveis, que o número de quilómetros percorridos é menor, sendo óbvio que o número de acidentes por distância percorrida aumento significativamente.

Com um número de feridos com gravidade e mortos, se adicionados, a diminuir ligeira, mas sensivelmente, verifica-se que entre este grupo a percentagem de vítimas mortais aumenta ligeiramente, ou seja, em caso de um acidente grave, a probabilidade de perder a vida aumentou.

Só analizando os acidentes graves será possível tirar conclusões quanto a este aumento, sobretudo numa altura em que os automóveis, em princípio, serão mais seguros, pelo que apenas caracterizando os sinistros e a qualidade do socorro se poderão obter algumas explicações.

Será de ter em conta que, com o encerramento de numerosos serviços de urgência, o tipo de socorro prestado sofreu profundas alterações, com mais e melhores meios disponíveis, os quais se vêm na contingência de percorrer distâncias superiores e, consequentemente, de atrasar os cuidados prestados nas urgências.

sábado, junho 05, 2010

LBP preve Verão difícil

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Bombeios no combate a um fogo florestal em Portugal

O crescimento da vegetação durante um Inverno longo e rigoroso e a gestão caótica do espaço florestal levam a Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) a prever um Verão difícil em termos de fogos florestais

Com uma estrutura fundiária muito fragmentada, sobretudo a Norte, terrenos pouco limpos, ausência de faixas de contenção e um crescimento desordenado, são poucas as barreiras naturais e muito o combustível acumulado ao longo dos últimos meses, facilitando a propagação das chamas em zonas onde as acessibilidades tendem a ser difíceis.

Num ano em que o iníco da "Fase Bravo" foi adiado, por alegadas questões meteorológicas, o presidente da LBP considera que os bombeiros se prepararam adequadamente para enfrentar os fogos de Verão e que as principais dificuldades derivam dos conhecidos problemas estruturais da floresta portuguesa e das condições meteorológicas que se vierem a verificar.

Adimitimos que este seja um Verão difícil, que ficará em termos de área ardida muito longe dos piores anos, como 2003 e 2005, dado que a descontinuidade evita fogos da mesma dimensão, mas este poderá se um ano em que tal, como em 2009, a tendência para reduzir a área ardida seja invertida, sobretudo se a análise tiver em conta a devastação de anos anteriores.

sexta-feira, junho 04, 2010

Pinos de reboque no EBay - 2ª parte

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O pino de reboque instalado no Defender

O facto de ser vendido com duas porcas também foi relevante, dado que permite apertar em torno de uma das linguetas do sistema de engate, evitando assim deformá-lo, algo que tende a acontecer após uso prolongado caso as porcas apertem no exterior de ambas as linguetas, forçando-as no sentido do interior.

Na foto, pode-se ver a opção escolhida como forma de posicionar as porcas, ambas encostadas e pressionado a lingueta inferior, bem como a posição do "clip" de segurança e a proporção do pino face ao sistema de reboque do Defender, após ter sido cortado, de modo a diminuir a sua extensão.

Este modelo, ou um equivalente, custa uma quinzena de libras no EBay inglês, a que acrescem portes para Portugal, os quais, pelo peso, justificam uma encomenda conjunta de várias unidades, do que resulta um valor final inferior ao normalmente praticado no mercado nacional.

Menos 5 mortos nas estadas nos primeiros cinco meses de 2010 - 1ª parte

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Um acidente rodoviário em Portugal

Segundo os dados da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) terão morrido durante os primeiros cinco meses do ano, em Portugal continental, um total de 264 pessoas, menos cinco do que no período homologo de 2009.

Tal como em anos anteriores, os números da ANSR apenas contabilizam as vítimas que dão entrada já sem vida nos hospitais, esperando-se para Julho que aquelas que morrem nos 30 dias subsquentes ao acidente passem a ser incluidas nas estatísticas.

A ligeira diminuição do número de vítimas mortais, que fica abaixo dos 2%, não terá qualquer significado estatístico real, dado que um só acidente grave pode inverter a situação, tendo-se verificado igualmente diminuições a nível de feridos graves, numa percentagem mais significativa que ronda os 8.7% e ligeiros, esta última de forma marginal.

Sem entrar em considerações estatísticas complexas, nem diminuir a importância dos números pelo sofrimento que traduzem, convém analisar um pouco os dados revelados e reflectir sobre a realidade nacional.

quinta-feira, junho 03, 2010

Pinos de reboque no EBay - 1ª parte

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Um pino de reboque adquirido no EBay

Existem numerosos modelos de pinos de reboque, com e sem bola, que podem ser adquiridos por um valor módico no EBay e são compatíveis com os Land Rover, pelo que o que hoje apresentamos é apenas um, entre uma imensidão de opções à disposição dos interessados.

Naturalmente que dois critérios de selecção são imediatos e intuitivos, o da compatibilidade com o sistema de reboque, seja em diametro, seja em extensão, e a capacidade para rebocar o atrelado com o peso pretendido, podendo-se optar pela existência ou não de uma bola superior.

Este modelo concreto destina-se a engates com o oríficio de 50 mm e permite atrelar reboques de até 1.250 kg, é vendido com duas porcas de fixação e um "clip" de segurança, sendo que, no nosso caso, optamos por encurtar o comprimento, refazendo o orifício para o "clip".

Decidimos cortar o pino de modo a evitar que uma extensão inútil para o propósito a que se destina se pudesse prender nalgum obstáculo ou tornar-se demasiado agressivo em caso de um impacto, tentando assim reduzir danos caso tal sucedesse.

quarta-feira, junho 02, 2010

Portugal na "Land Rover Owners"

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Um Defender numa paisagem portuguesa

No número de Junho da "Land Rover Owners International" (LRO) está incluido um artigo sobre o nosso País, com descrição sumária de algumas características do território, de percursos a efectuar e de um pouco do que entre nós se pode encontrar.

Neste artigo, que é extremamente lisonjeiro para Portugal, com elogios que vão desde as paisagens e a gastronomia, passando pela simpatia das populações, cuja ausência em várias zonas do Interior é reconhecida pelo cronista da LRO, até à reconhecida capacidade técnica dos mecânicos portugueses ou a facilidade de contactos, o autor demonstra um inequívoco apreço pelo nosso País e pelas condições para a prática do todo o terreno.

Se bem que para a maioria dos portugueses que praticam todo o terreno as novidades sejam poucas, o reconhecimento das condições existentes por parte de alguém proveniente de um país com tradição na área e onde os Land Rover abundam, é gratificante, tal como o é a afirmação final de que quem nos visita, certamente voltará.

Bombeiros receiam que investimento no GIPS dite fim de corporações - 5ª parte

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Bombeiros no transporte de um doente

Mas se duvidamos da viabilidade de um modelo onde parte das missões de uma corporação transitam para o GIPS, ou para outra força ou entidade, o próprio recrutamento e o apoio das populações pode ser posto em causa, comprometendo ainda mais a sobrevivência das corporações.

A capacidade de recrutamento, que depende do leque de missões a desempenhar pelos interessados em integrar os bombeiros, sem a vertente do combate às chamas, que sendo a mais perigosa, também poderá ser a mais atractiva para muitos, certamente diminuirá substancialmente, sendo este factor tanto mais grave quanto mais desertificada for a região onde está sedeada a corporação.

Igualmente grave será o sentir das populações locais, para quem os bombeiros sem a missão de combate aos fogos dificilmente merecerá o mesmo apoio, pelo que duvidamos que o volume contributivo das mesmas se mantenha e possa colmatar o sempre deficitário transporte de doentes e a redução de apoios autárquicos, inevitável neste quadro operacional.

A falta de verbas, a diminuição de apoios financeiros a todos os níveis e a própria incapacidade de manter os efectivos, caso se verifique a perda da vertente de combate aos fogos, poderá facilmente determinar o fim de numerosas corporações, independentemente do modelo de financiamento adoptado, já que do desinteresse das populações locais decorre, inevitavelmente, o fim da capacidade mobilizadora essencial ao voluntariado e a sangria de efectivos para além dos limites necessários à manutenção da capacidade operacional.

terça-feira, junho 01, 2010

Lançado primeiro satélite da nova geração do GPS

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Um satélite de GPS

Após algumas semanas de adiamento devido a problemas técnicos e meteorológicos, foi lançado o primeito de doze satélites que farão parte da nova geração do sistema de posicionamento global ou GPS.

Esta nova rede de doze satélites destina-se a actualizar a rede actual, que começa a sofrer de problemas de idade e irá aumentar a precisão dos sinais enviados para os receptores

Após o lançamento do GPS IIF-1, prevê-se que o segundo satélite desta geração seja lançado no final do corrente ano, confirmando assim que as dúvidas do governo americano quanto à viabilidade deste sistema terão sido ultrapassadas.

Este melhoramento há muito que se impunha, seja para aumentar a precisão, seja como forma de compensar o surgimento de problemas em alguns dos satélites mais antigos e vem antecipar-se ao lançamento do Galileo, cujas supostas vantagens sobre o GPS são assim reduzidas ou eliminadas.

Bombeiros receiam que investimento no GIPS dite fim de corporações - 4ª parte

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Bombeiros durante um treino

Podemos, finalmente, reflectir um pouco sobre o que seria o destino das corporações caso a vertente de combate aos fogos florestais lhes fosse retirada, sobretudo para aquelas que estão localizadas em zonas rurais e cujo pendor passaria, naturalmente para a área de socorro e evacuação ou transporte de doentes, complementada por uma pequena percentagem de missões em caso de desastres naturais, como inundações, ou no surgimento de situações inopinadas nas quais, tipicamente, se chamam os bombeiros.

Excluindo o combate aos fogos das duas competências, e obviamente cortando as verbas a tal destinadas, torna-se difícil perspectivar o futuro de numerosas corporações, seja do ponto de vista operacional, seja financeiro, seja no próprio enquadramento local e na capacidade de recrutamento, mobilização ou mesmo angariação de fundos.

Mesmo no respeitante ao socorro de doentes, a crescente implementação de meios do Instituto Nacional de Emergência Médica, não obstante numerosos meios estarem sedeados em corporações, tem vindo a empurrar cada vez mais os bombeiros para missões de transporte não urgente, função que encontra alternativa em ambulâncias particulares e, como sabemos, é francamente deficitária para as corporações.

Assim, privadas do combate aos fogos e de parte substancial das missões de socorro, do que inevitavelmente resultaria o corte das verbas a tal atribuidas, com uma actividade operacional baseada em missões deficitárias, complementadas pela esporádica e imprevisível intervenção em situações de catástrofe natural ou pequenos serviços, não será difícil de prever uma substancial redução de efectivos, a desmotivação geral e uma insustentabilidade operacional e financeira que poucos modelos de gestão poderiam ultrapassar.