quinta-feira, março 31, 2011

ANPC pretende poupar 20% em meios aéreos - 2ª parte

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Um helicóptero Ka-32 no combate às chamas

Esta opção surge depois de um ano de 2010 onde, após anos de diminuição da área ardida, esta tendência inverteu-se e quando as condições climáticas e ambientais resultantes dos últimos meses fazem prever um Verão de alto risco, com muitas zonas com matos e cargas de combustível elevadas.

É de recordar que diversas opções erradas têm resultado na diminuição de acessibilidades, pelo que as áreas onde o combate aos fogos tem que ser feito essencialmente por via aérea tem vindo a aumentar ao longo dos últimos anos, estando nestas incluidas diversas áreas protegidas.

Por outro lado, vai aumentar o nível de risco no combate terrestre, com um substancial aumento da possibilidade de acidentes, não apenas resultando do combate directo contra os fogos, mas nas próprias deslocações, as quais tenderão a ser efectuadas a maior velocidade.

Acresce ainda a falta de investimento, resultante de cortes orçamentais, pelo que o nível de operacionalidade dos meios de combate terrestres tenderá a degradar-se, sendo imprevisível o desempenho de alguns meios, sobretudo dependentes de autarquias locais.
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